Social Good Brasil prepara segunda edição do Lab

A equipe do Social Good Brasil prepara a segunda edição do Laboratório de apoio a projetos de inovação social, o LAB. Com foco em pessoas que desejam empreender na área social, em 2014 a iniciativa vai permitir a participação de projetos de todo o Brasil. Na edição piloto, em 2013, foram apoiados apenas projetos da Grande Florianópolis.

“Nossa intenção é oferecer uma oportunidade para quem têm projetos de inovação social, sonha em participar ativamente de mudanças que melhorem o mundo, mas ainda precisa de algum apoio”, conta Carolina de Andrade, coordenadora do Social Good Brasil. Para apoiar os empreendedores, o Lab tem a participação de parceiros e mentores que ajudam os participantes no aperfeiçoamento das propostas e no fortalecimento da mentalidade empreendedora. Entre as ferramentas utilizadas estão o design thinking e a prototipagem, comuns em companhias de segmentos altamente inovadores.

O Social Good Brasil também produz materiais de apoio destinados a empreendedores sociais. No infográfico sobre design thinking, metodologia que usa necessidades reais das pessoas como base do processo de resolução de problemas, os interessados podem conhecer um pouco mais sobre a técnica utilizada nos projetos do Lab. O material está disponível no link.

Quem pretende se organizar desde já pode acessar a área do Lab no site e se cadastrar para receber em primeira mão a data de abertura das inscrições e mais novidades.

Na edição de 2013, 13 iniciativas em áreas como saúde, educação, sustentabilidade, mobilidade, agricultura familiar e inclusão de pessoas com deficiência física no mercado de trabalho receberam auxílio de mentores e especialistas durante três meses. No final do projeto, os participantes puderam apresentar suas ideias no Demoday, que contou com a participação de ONGs, aceleradoras de negócios sociais e investidores anjos.

Com informações de All Press Comunicação

Especialista vem a Florianópolis falar sobre vídeos na internet como ferramenta de marketing

Kadu Potinatti. OlhóCON 2014 | Foto: Divulgação

Kadu Potinatti. OlhóCON 2014 | Foto: Divulgação

A modernização dos equipamentos – câmeras não profissionais já possibilitam ótima qualidade de captura de som e imagem – e o uso da internet como veículo de disseminação de conteúdo de forma gratuita tornaram o vídeo uma ferramenta essencial de marketing para as empresas. As médias e pequenas investem em produções simples, mas que permitem divulgar produtos e serviços a um público em tese irrestrito ou segmentado de acordo com as necessidades do negócio. As grandes corporações e as marcas consagradas, que tem orçamentos mais elásticos, tiram proveito da internet para veicular produções mais longas do que os habituais comerciais de 30 segundos da TV. “A internet possibilita testar formatos, mudar estratégias e avaliar o impacto das ações em tempo real pelos comentários. Em alguns casos, é até possível adaptar para a TV algo consagrado na rede”, diz Kadu Potinatti, que vem a Florianópolis no início de maio falar sobre vídeos como ferramentas de marketing no OlhóCON. Fundador da Vídeo Click, ele presta serviços para clientes como o PagSeguro, o Grupo iMasters, a Agência Mestre e a Vtex.

Há casos conhecidos – como o do banco Itaú e do Johnny Walker – de vídeos que migraram, em formato reduzido, da internet para a TV. Mas o ambiente virtual está longe de ser apenas um campo de testes. Pelo contrário: para aproveitar bem o potencial da web, hoje presente na maior parte dos lares e ao alcance das mãos (pelos smartphones e tablets) de milhões de brasileiros, é preciso pensar nas características que diferenciam a navegação do ato de assistir TV. “Hoje a maioria dos grandes anunciantes no Brasil já tem seu canal no youtube, mas poucos entenderam que o conteúdo do vídeo online é diferente do que inserimos na TV”, diz Potinatti. A possibilidade de interações, a oferta de extras associados ao vídeo e até a possibilidade de atenção a públicos bastante segmentados não podem ser esquecidas.

O principal porém, segue sendo a boa história para contar. “Infelizmente, não existe receita para o vídeo viral. A maioria dos vídeos que viralizam são aqueles que comovem as pessoas ou que são super engraçados. Os vídeos engraçados são como uma piada. Quando você escuta uma piada boa, quer imediatamente contar pra outra pessoa e é isso que acontece com o compartilhamento natural desses vídeos. No caso do vídeo emocional você precisa contar uma história real, algo que comova e que possa adicionar algo à vida das pessoas. O ponto chave é você saber pra quem esta fazendo o vídeo e planejar uma estratégia muito boa com as outras redes sociais”.

A geração de receitas a partir do vídeo, diz Potinatti, nem sempre depende do número de visualizações. “Para que o vídeo tenha conversão e dê resultados para a empresa, nem sempre são necessários muitos views, mas sim o direcionamento ao público adequado”.

Marcado para os dias 2 e 3 de maio, o OlhóCON vai reunir especialistas em marketing digital, SEO, redes sociais e empreendedorismo digital no Hotem Majestic, em Florianópolis. Informações: www.olhocon.com.

Com informações de All Press Comunicação

Infraestrutura tecnológica do sistema de informações geográficas de Santa Catarina

Todos os eventos que existem na vida cotidiana acontecem em algum lugar, isto tem ampliado a demanda pelo uso de localização, associada à experiência. O uso de mapas em navegadores web e, também, inseridos em equipamentos móveis, como smartphones e tablets, popularizou ferramentas que antes eram restritas a especialistas em geotecnologias. Cada vez mais os usuários desses instrumentos percebem a importância de Sistemas de Informações Geográficas interativos e cooperativos, tanto para atender demandas individuais quanto sociais.

Em 2010, o Estado de Santa Catarina, por iniciativa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), decidiu pela realização de um Levantamento Aerofotogramétrico do território catarinense, com a produção de documentos, imagens e vetores para atender, inicialmente, às necessidades de Gestão de Recursos Hídricos.

Os produtos obtidos têm um grande potencial de utilização em outras frentes, com ênfase no auxílio para formulação e execução de políticas públicas. Era necessário, no entanto, disponibilizar essas informações de forma organizada, nascendo daí o Sistema de Informações Geográficas de Santa Catarina (SIG@SC), que permite que outros desenvolvimentos sejam montados a partir dos dados coletados e validados pelo Serviço Público.

A concretização desta ação coube ao Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S.A. (CIASC), empresa responsável pela execução das políticas de tecnologia de informação e comunicações, desenvolvimento e processamento de dados do governo estadual, que adotou duas soluções complementares, uma em nuvem híbrida e outra completamente em nuvem privada (em equipamentos instalados dentro do seu datacenter).

As etapas do projeto

A solução em nuvem híbrida está sendo provida com uso de tecnologia de empresas de classe mundial no campo de geotecnologias, contratada por processo licitatório. O contrato prevê a prestação de serviços de armazenamento, processamento e visualização de dados georreferenciados na web, com acesso à base de imagens de alta resolução e a dados de arruamento com cobertura muito ampla. Também estão previstos serviços técnicos especializados, para atendimento às necessidades do Estado, durante 12 (doze) meses, que é o prazo para a entrega dos primeiros resultados da solução em nuvem privada.

A solução em nuvem privada é desenvolvida pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e prevê a elaboração de um sistema capaz de manipular e gerenciar o acervo oriundo do Aerolevantamento Digital e seus subprodutos, bem como prover o acesso a todos estes dados. Estão previstas nessa etapa, atividades de levantamento de requisitos – colhidos no decorrer do contrato, a modelagem do sistema, o desenvolvimento, a documentação, a implantação e a transição de serviços da nuvem híbrida para a privada.

São soluções complementares: a em nuvem híbrida poderá continuar disponível mesmo após a implantação da solução local. Esta última também proverá acesso público, mas se destina e será mais utilizada em tarefas que demandarem maior rigor técnico, como a elaboração de Planos Diretores municipais, por exemplo. Dessa forma, a sociedade e os entes de governo terão à sua disposição um conjunto de ferramentas modernas, de muita adaptabilidade, continuamente ajustada aos novos requisitos mundiais de serviços geoprocessados e com um nível de customização adaptado aos requisitos locais, que lhes proporcionará informações abrangentes e diversificadas, próprias para cada um dos vários públicos que o governo atende.

Com informações de Ciasc Comunicação