Oito Startups de SC são selecionadas para a Missão 2015 ao Vale do Silício

StartupSCO Sebrae Santa Catarina divulga a lista das empresas que farão parte da missão do programa de capacitação StartupSC ao Vale do Silício (EUA), no mês de setembro. As startups ATAR, Desk14, Disruptiva, iBID, PartyON, QAMetrik, Smarket e Treasy foram selecionadas nesta semana pela banca de mentores do programa, mantido pelo Sebrae SC, de um total de 22 empresas que apresentaram seus modelos de negócio. Entre as soluções defendidas pelos empreendedores, estão tecnologias vestíveis (wearables), tecnologias para gestão de equipes, compras, business intelligence, entre outras inovações.

Nos Estados Unidos, as selecionadas vão participar de um treinamento, no dia 20 de setembro, com a equipe da APEX Brasil e partem em seguida para o TechCrunch Disrupt, maior evento global de startups, que acontece entre os dias 21 a 23 de setembro em San Francisco (Califórnia).

Segundo o coordenador do StartupSC, Alexandre Souza, o nível dos pitches foi bastante elevado neste ano e, além da apresentação (feita em inglês pelos empreendedores), a seleção levou em conta a participação das empresas durante o programa, os dados preenchidos no diagnóstico e os relatórios feitos por mentores e consultores. Esta é a quinta turma do StartupSC, que já ajudou a desenvolver mais de 100 projetos.

Antes de embarcar para a missão, as empresas selecionadas vão participar da próxima edição do Meetup StartupSC, no dia 20 de agosto, no Centro de Inovação ACATE Primavera, em Florianópolis, onde irão apresentar pela primeira vez publicamente seus projetos.

Conheça as empresas selecionadas:
1. ATAR (http://www.atartech.com.br/)
Descrição: A ATAR desenvolve tecnologias vestíveis (wearable technology) que sejam tão fáceis e intuitivas de usar que se tornam uma extensão do seu corpo.

2. Desk14 (http://desk14.com/)
Descrição: Solução SaaS que aumenta a produtividade das equipes organizando projetos e tarefas, controlando indicadores e o dia-a-dia da empresa.

3. Disruptiva (http://www.disruptiva.com.br/)
Descrição: Business Intelligence para pequenos e médios negócios, no modelo SaaS On-premise.

4. iBID (http://www.ibid.com.br/)
Descrição: Solução que suporta o processo de compra de materiais e serviços, gerenciando a comunicação e a negociação entre compradores e fornecedores.

5. Party ON (http://partyon.cc/)
Descrição: Aplicativo mobile de agenda e curadoria de clubs e festivais de música eletrônica com venda de ingressos sem papel e rede social segmentada.

6. QAMetrik (http://www.qametrik.com/)
Descrição: Produto é voltado toda a comunidade de tecnologia da informação, equipes de QA e Gestores de TI e projetos que utilizam a plataforma de sistemas ERP SAP com customizações.

7. Smarket (http://www.smarketsolutions.com.br/)
Descrição: Smarket é um software que permite aos varejistas organizarem o processo de criação de ofertas e avaliarem o resultado de suas ações.

8. Treasy (http://www.treasy.com.br/)
Descrição: Simulador empresarial online para planejamento, orçamento e acompanhamento econômico-financeiro com foco em pequenas e médias empresas.

Incubadas do MIDI Tecnológico são selecionadas para o Ciclo de Aceleração 2015 do InovAtiva Brasil

InovAtivaBrasilAs empresas Applique, Aquarela, GnTech e Lógica E, incubadas do MIDI Tecnológico, foram selecionadas para o Ciclo de Aceleração 2015 do InovAtiva Brasil, programa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) que prevê capacitação e mentoria gratuitas para negócios inovadores, além de conexão com o mercado. Foram selecionadas 23 startups catarinenses de um total de 125, que a partir de agora serão preparadas para apresentação a investidores, grandes empresas e instrumentos públicos de apoio.

Para Gabriel Sant’Ana Palma Santos, coordenador da incubadora MIDI Tecnológico, gerida pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e mantida pelo Sebrae/SC, a seleção das incubadas no Inovativa é mais um selo de aprovação do alto potencial das empresas. “A capacitação complementar e os novos contatos serão um diferencial importante, frente aos desafios de um negócio inovador no mercado” destaca.
Na primeira etapa, que vai até final de setembro, os empreendedores selecionados terão acesso a novos cursos de capacitação, receberão mentoria individual e participarão de um evento presencial de treinamento e networking. Todas as empresas que chegam à etapa final do Ciclo de Aceleração, de qualquer edição do InovAtiva Brasil, continuam recebendo suporte do programa e de parceiros estratégicos.

O principal diferencial desta edição do InovAtiva Brasil é a aproximação com entidades e fundos de fomento, que vão gerar oportunidades para os participantes desenvolverem seus projetos de acordo com as demandas reais da indústria, gerando negócios de sucesso. Nas duas anteriores, o programa recebeu mais de 2,3 mil inscrições de projetos, dos quais 178 receberam mentoria e 95 foram finalistas, participando de uma banca formada por investidores, profissionais e grandes empresas com o objetivo de captar recursos financeiros, negócios e parcerias para as startups.

Sobre as empresas do MIDI selecionadas
Applique – desenvolve uma plataforma 100% web para produção de cursos online com autonomia pelas equipes de RH e Marketing das empresas. Nela, o especialista da empresa poderá construir seu treinamento online sem se preocupar com design gráfico, programação e estrutura educacional.
Aquarela – dedicada à criação de soluções e processos de negócio inteligentes baseados em Big Data e tecnologias da Web 3.0. Tem como público-alvo empresas de médio e grande porte dos setores têxtil, educação, saúde, entre outros.
Gn Tech – laboratório especializado em farmacogenética — ferramenta de medicina personalizada originada da integração entre a genética e a farmacologia. É um ramo da biotecnologia e destaca-se como um serviço de inovação tecnológica na área da saúde.
Lógica E – atua na definição do conceito do produto, no desenvolvimento da solução eletrônica completa e na gestão da produção dessas soluções, o que garante parcerias estratégicas de acordo com as necessidades de cada cliente.

Estudo da Cisco prevê que tráfego IP global irá triplicar entre 2014 e 2019

PesquisaCiscoDe acordo com a 10ª edição do Cisco Visual Networking Index (VNI), o tráfego anual do protocolo de Internet (IP) vai triplicar entre 2014 e 2019, atingindo o recorde de 2 zettabytes. Entre os fatores que deverão impulsionar o crescimento do tráfego de dados estão o aumento dos usuários globais de Internet, dos dispositivos móveis pessoais e de conexões máquina-a-máquina (M2M), além de velocidades de banda larga mais rápidas e da adoção de serviços avançados de vídeo. Essas variáveis deverão criar uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 23% do tráfego IP global. No Brasil, o tráfego IP deverá duplicar no período previsto, crescendo a uma taxa de 19% e atingindo 53 exabytes por ano (média de 4 exabytes por mês e 145 petabytes por dia).

Principais conclusões sobre o tráfego global IP e a adoção de serviços

A Cisco prevê que o tráfego IP global atingirá 168 exabytes por mês em 2019, acima dos 59,9 exabytes por mês de 2014. Em 2019, o tráfego que percorrerá as redes IP será quase o total registrado nos anos anteriores combinados (de 1984 até o fim de 2013). Vários elementos irão moldar o tráfego IP nos próximos anos:

Mais usuários de Internet – Como as redes fixas e móveis continuarão a crescer e se expandir, mais pessoas em todo o mundo terão redes e acesso à Internet. Em 2014, havia 2,8 bilhões de usuários de Internet (ou 39% da população mundial de 7,2 bilhões). Em 2019, haverá cerca de 3,9 bilhões de usuários de Internet ou 51% da população projetada no mundo, de 7,6 bilhões (Fonte: Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas).

Proliferação de dispositivos e conexões – Com 24 bilhões de conexões on-line em 2019 (em comparação com 14 bilhões em 2014), provedores de serviços devem adaptar-se ao fluxo de dispositivos sofisticados em rede. Esses dispositivos incluem tablets, smartphones e TVs de ultra-alta definição com acesso à Internet (UHD), bem como conexões M2M e wearables (incluindo novos relógios inteligentes, monitores de saúde, etc.). Haverá 3,2 dispositivos em rede/conexões per capita no mundo até 2019, acima dos 2 per capita de 2014. Esses dispositivos e conexões avançadas deverão ser autenticados para terem acesso a redes fixas e móveis, exigindo inteligência avançada, gerenciamento e segurança. Uma estratégia IPv6 abrangente será imperativa para que as operadoras acomodem o volume e a complexidade das conexões e dos dispositivos de última geração. Globalmente, 41% de todos os dispositivos/conexões de rede fixa e móvel serão compatíveis com IPv6 até 2019, acima dos 22% em 2014.

Velocidades mais rápidas de banda larga fixa – A média global de velocidade de banda larga fixa vai duplicar, partindo de 20,3 Mbps em 2014 para 42,5 Mbps em 2019. A média da velocidade de banda larga fixa cresceu 26%, de 16 Mbps em 2013 para 20.3 Mbps em 2014. Em uma perspectiva regional, Europa Ocidental e Ásia Pacífico continuam a liderar o mundo em velocidades de rede de banda larga fixa. A América do Norte e outras regiões também estão atualizando seus recursos de rede para acomodar mais conteúdo intenso em termos de largura de banda e aplicativos (vídeo UHD, por exemplo). Em 2019, a velocidade de 33% das conexões de banda larga fixa será mais rápida do que 25 Mbps, acima dos 29% atuais (as velocidades de rede móvel estão incluídas no relatório VNI Mobile 2015, divulgado em fevereiro).

Novos e avançados serviços de Vídeo – Vídeos IP serão responsáveis ​​por 80% de todo o tráfego IP em 2019, acima dos 67% verificados em 2014. A evolução dos serviços avançados de vídeo (UHD e vídeo 360, por exemplo) e as crescentes aplicações M2M podem criar novos requisitos de banda e escalabilidade para os provedores de serviços. Consumidores residenciais e empresariais e usuários móveis continuarão a ter forte demanda por serviços avançados de vídeo em todos os tipos de rede e de dispositivos, fazendo da qualidade, da conveniência, do conteúdo/experiência e dos preços fatores-chave de sucesso.

Momento de Mobilidade – Em 2019, mais de 14% do tráfego IP mensal terá origem nas conexões de celular, e 53% virá de conexões Wi-Fi em todo o mundo, tornando as estratégias diferenciadas e rentáveis em mobilidade​​ muito mais importantes para os provedores de serviços.

Wi-Fi e dispositivos móveis conectados vão gerar 67% do tráfego IP em 2019.

Em 2014, o tráfego fixo representou 54% do tráfego IP, enquanto o Wi-Fi foi responsável por 42%.

A Internet de Todas as Coisas (Internet of Everything – IoE) e o crescimento M2M – A IoE tem apresentado um crescimento tangível, enquanto as conexões M2M irão triplicar nos próximos cinco anos (passando para 10,5 bilhões em 2019). Haverá significativo uso da Internet de Todas as Coisas em diversos segmentos (agricultura, saúde, manufatura, varejo e transporte, por exemplo), assim como a implantação de casas conectadas (segurança de vídeo, medidores inteligentes, iluminação/controle de temperatura, etc.). Saúde será o segmento que apresentará o crescimento mais rápido de conexões M2M, de 8,6 vezes (54% CAGR) entre 2014 e 2019; o mercado de “Casas Conectadas” terá quase a metade (ou 48%) de conexões M2M em 2019; o tráfego IP anual de M2M vai crescer 15 vezes durante o mesmo período, de 308 petabytes em 2014 (0,5% do tráfego IP global) para 4,6 exabytes em 2019 (2,7% do tráfego IP global).

Impacto dos Games – A Cisco prevê um aumento significativo no tráfego de rede associado a downloads de jogos, impulsionado pela capacidade de armazenamento em diversos consoles, pelo aumento no tráfego upstream em nuvem e nas crescentes conexões de fibra.

Adoção de serviços avançados – A música on-line será o serviço de Internet residencial de mais rápido crescimento, com uma CAGR de 7,7% entre 2014 e 2019, passando de 1,2 bilhão de usuários para 1,7 bilhão de usuários em 2019. Serviços móveis baseados em localização (LBS) serão o de mais rápido crescimento entre os consumidores móveis, com uma CAGR de 27,5% entre 2014 e 2019, passando de 597 milhões de usuários em 2014 para mais de 2 bilhões de usuários em 2019. A videoconferência será o serviço de Internet empresarial de mais rápido crescimento, com uma CAGR de 23,5% a partir do período 2014-2019, passando de 76 milhões de usuários em 2014 para 220 milhões de usuários em 2019.

Projeções do tráfego IP regional e por país

– Ásia Pacífico: 54,4 exabytes/ mês em 2019, 21% CAGR, crescimento de 2,6 vezes

– América do Norte: 49,7 exabytes/mês em 2019, 20% CAGR, crescimento de 2,5 vezes

– Europa Ocidental: 24,7 exabytes/mês 2019, 21% CAGR, crescimento de 2,6 vezes

– Europa Central: 16,9 exabytes/mês em 2019, 33% CAGR, crescimento de 4,1 vezes

– América Latina: 12,9 exabytes/mês em 2019, 25% CAGR, crescimento de 3 vezes

– Oriente Médio e África: 9,4 exabytes/mês em 2019, 44% CAGR, crescimento de 6,3 vezes

Em 2019, os maiores países geradores de tráfego serão: os Estados Unidos (45,7 exabytes/mês) e a China (21,9 exabytes/mês)

África do Sul e Arábia Saudita terão a maior taxa de crescimento do tráfego IP, com CAGR de 44% entre 2014 e 2019, seguidos pela Indonésia (36% CAGR) e pela Índia (33% CAGR).

Principais conclusões sobre o Brasil

Previsões para 2019

– No Brasil, o tráfego IP duplicará de 2014 a 2019, crescendo a uma taxa de 19% e atingindo 53 exabytes/ano (4,4 exabytes/mês e 145 petabytes/dia).

– A cada hora irão cruzar pelas redes IP brasileiras o equivalente em dados a todos os filmes já feitos no mundo.

– O tráfego de Internet crescerá 2,2 vezes no país, crescendo a uma taxa de 17% e atingindo 122 petabytes/dia em 2019 (a média do tráfego no horário de pico será de 38 Tbps).

– O tráfego da Internet no Brasil em 2019 será equivalente a 399 vezes o volume de toda a Internet brasileira de 2005.

– Na comparação entre os tipos de redes, a proporção do tráfego fixo/cabeado passará de 37% em 2014 para 19% (do total do tráfego de Internet).

– Já o tráfego móvel subirá de 3,9% em 2014 para 16,2% do total do tráfego de Internet em 2019.

– Quanto aos vídeos IP, o tráfego irá triplicar no período previsto, crescendo a uma taxa de 25% ao ano e atingindo 3,7 exabytes/mês em 2019 (contra 1,2 exabytes/mês em 2014).

– Os vídeos HD representarão 44,2% de todo o tráfego de vídeo IP no país, ante 17,8% verificados em 2014 (taxa de crescimento anual de 50%).

– O tráfego de vídeos na Internet também triplicará, crescendo a uma taxa de 24% por ano e atingindo 3 exabytes/mês em 2019 (contra 1,1 exabyte/mês em 2014).

– O estudo Cisco VNI estima que em 2019 haverá 785,3 milhões de dispositivos conectados no Brasil.

– Conexões M2M representarão 32% do total, smartphones 25%, TVs conectadas 15%, celulares comuns 13,6%, PCs 7%, Tablets 3% e outros dispositivos portáteis responderão por 4% do total.

– A média de velocidade da banda larga fixa no Brasil deverá crescer 2,2 vezes de 2014 a 2019, partindo de 8,3 Mbps para 19 Mbps.

– Já a média de velocidade da conexão móvel deverá crescer 3 vezes no mesmo período, atingindo 2,2 Mbps em 2019.

– 46% de todos os dispositivos de rede fixa e móvel serão compatíveis com IPv6 em 2019.

Retrospectiva de 2014, no Brasil

– O tráfego IP cresceu 16%, atingindo 1,9 exabytes/mês (ou 61 petabytes/dia, ante 52 petabytes/dia verificados em 2013).

– O gigabyte equivalente a todos os filmes já produzidos no mundo cruzou as redes IP a cada 3 horas.

– O tráfego de Internet também cresceu, com taxa de 13% e atingindo 1,7 exabytes/mês (ou 50 petabytes/dia, ante 48 petabytes verificados em 2013).

– A média do tráfego de dados da Internet em horário de pico foi de 13Tbps.

– O crescimento do tráfego móvel foi de 82%.

– O tráfego da Internet no Brasil foi o equivalente a 150 vezes o volume de toda a Internet brasileira em 2005.

– Os vídeos IP representaram 65% de todo o tráfego IP.

– Já os vídeos online representaram 63% de todo o tráfego de Internet.

– A velocidade média da banda larga fixa cresceu 23% de 2013 para 2014, partindo de 6,8 Mbps para 8,3 Mbps.

– A Internet domiciliar gerou em média 53 gigabytes por mês.

Destaques globais por tipo de aplicação

Tráfego global de vídeo IP

– 134,8 exabytes/mês em 2019, 27% CAGR entre 2014 e 2019.

– O tráfego de vídeo IP vai crescer 3 vezes entre 2014 e 2019.

– O tráfego de vídeo do consumidor representará 84% do tráfego IP em 2019, acima dos 75% em 2014.

– O tráfego de vídeo IP corporativo será de 63% do tráfego IP das empresas em 2019, acima dos 36% em 2014.

Tráfego global de vídeo na Internet

– 105 exabytes por mês em 2019, 33% CAGR entre 2014 e 2019.

– O tráfego de vídeo na Internet vai crescer 4 vezes entre 2014 e 2019, atingindo105 exabytes por mês em 2019, acima dos 25 exabytes por mês em 2014.

– O tráfego de vídeo da Internet (empresas e consumidores) representará 77% de todo o tráfego de Internet em 2019, acima dos 59% em 2014.

– O tráfego de vídeo dos consumidores na Internet representará 80% do tráfego de Internet de consumidor em 2019, acima dos 64% em 2014.

– O tráfego de vídeo corporativo na Internet será de 65% do tráfego de Internet empresarial em 2019, acima dos 38% em 2014.

Tráfego global de vídeo HD e Ultra HD (4K) na Internet

– 66 exabytes por mês em 2019, 53% CAGR entre 2014 e 2019.

– Em 2019, vídeos HD e ultra HD compreenderão 63% de todo o tráfego de vídeo na Internet.

– O tráfego de vídeos HD e ultra HD aumentará 8,5 vezes entre 2014 e 2019.

– TV’s Ultra HD (4K) irão aumentar de 9,9 milhões em 2014 para 371.5 milhões em 2019 (2,7% de televisores de tela plana em 2014; 31% dos mesmos televisores em 2019 – um crescimento anual de106%).

Tráfego global de vídeo on-demand (VoD)

– 26,8 exabytes por mês até 2019, 14% CAGR entre 2014 e 2019.

– O tráfego de vídeo on-demand irá aumentar quase duas vezes entre 2014 e 2019.

Tráfego global de IP de negócios

– 29,9 exabytes por mês até 2019, 20% CAGR entre 2014 e 2019.

– O tráfego IP de negócios em geral, que inclui web, backup, VoIP, etc, irá duplicar entre 2014 e 2019.

– Em 2014, o tráfego IP de negócios representou 20% do tráfego IP total mensal (o do consumidor foi de 80%).

– Em 2019, o tráfego IP de negócios representará 18% do tráfego IP total mensal (o do consumidor será de 82%).

Por tipo de acesso

Tráfego global fixo/cabeado

– 55,7 exabytes/mês até 2019, 11% CAGR entre 2014 e 2019.

– Em 2019, o tráfego global IP fixo atingirá 670,5 exabytes/ano, crescendo 2 vezes entre 2014 e 2019.

– Em 2014, o tráfego IP fixo representou 54% do tráfego IP total mensal.

– Em 2019, o tráfego IP fixo vai representar quase 33% do tráfego IP mensal total.

Tráfego global fixo / Wi-Fi

– 88,1 exabytes por mês até 2019, 29% CAGR entre 2014 e 2019.

– Em 2019, o tráfego global fixo/Wi-Fi chegará a 1,1 zettabyte/ano, crescendo 4 vezes entre 2014 e 2019.

– Em 2014, o tráfego fixo/Wi-Fi representou 42% do tráfego IP total mensal.

– Em 2019, o tráfego fixo/Wi-Fi representará cerca de 53% do tráfego IP total mensal.

Tráfego global de dados móveis

– 24,3 exabytes/mês até 2019, 57% CAGR entre 2014 e 2019.

– Em 2019, o tráfego global de dados móveis será de 291,8 exabytes/ano, crescendo 10 vezes entre 2014 e 2019.

– Em 2014, o tráfego de dados móveis representou 4% do tráfego IP total mensal.

– Em 2019, o tráfego de dados móveis vai representar quase 14% do tráfego IP total mensal.

Implicações deste estudo para Provedores de Serviços

As redes dos Provedores de Serviço devem adaptar-se ao aumento do número de dispositivos (tablets, smartphones e conexões M2M, por exemplo), que terão de ser autenticados para terem acesso às redes móveis e fixas (maior segurança e inteligência necessárias).

A evolução dos serviços avançados de vídeo (vídeo HD/Ultra HD, vídeo 360, por exemplo) e das aplicações M2M podem criar novos requisitos de largura de banda e escalabilidade para os provedores de serviço. Consumidores móveis, residenciais e empresariais continuarão a ter forte demanda por serviços avançados de vídeo em todos os tipos de rede e dispositivos (qualidade, conveniência e preço são fatores fundamentais para o sucesso).

A contínua adoção de vídeo nos negócios (HD, videoconferência baseada na web e negócios de vídeo on-demand) podem exigir uma aceleração da virtualização de rede, aproveitando a Internet para transmissão (ramificações de rede para provedores de serviço e OTTPs – as “over-the-tops”).

Em 2019, mais de 14% do tráfego IP global mensal virá de conexões celulares, além de 53% do tráfego IP mensal que virá de conexões Wi-Fi (ou seja, mais de dois terços – ou 67% do tráfego IP mensal total). Estratégias de Mobilidade diferenciadas e monetizáveis ​​serão importantes para todos os provedores de serviço.

As redes IP deverão ser inteligentes e flexíveis o suficiente para apoiar a introdução constante de novas aplicações. Muitos provedores de serviço estão colaborando ativamente com aplicativos e desenvolvedores de conteúdo para diferenciar seus serviços.

Metodologia da pesquisa

O estudo Cisco VNI Global 2014-2019 é fundamentado em previsões de analistas independentes e pesquisas do uso de dados móveis do mundo real. Sobre essa base estão dispostas as próprias estimativas da Cisco para o tráfego IP global e a adoção de serviços. Uma descrição detalhada da metodologia está incluída no relatório completo. Ao longo de sua história de 10 anos, o estudo Cisco VNI tornou-se uma referência de medida do crescimento da Internet. Governos nacionais, reguladores da rede, pesquisadores acadêmicos, companhias de telecomunicações, especialistas em tecnologia e indústria/imprensa de negócios e analistas contam com o estudo anual para o planejamento do futuro digital.

Recursos de suporte

Estudo Cisco Visual Networking Index e a Previsão de Adoção de Serviços
Blog Cisco VNI “2015 Cisco VNI Complete Forecast Update: Key Trends Include Mobility, M2M, and Multimedia Content
A Cisco define os seguintes termos como:
Tráfego de celular: o que vem de uma rede celular (ou conexão de rádio) 2G, 3G e 4G.
Tráfego Wi-Fi offload: refere-se ao tráfego de dispositivos dual mode (que suportam célula e conectividade Wi-Fi, excluindo laptops), além de Wi-Fi e redes small cell. O offloading ocorre quando se muda de uma conexão celular para Wi-Fi ou small cells.
Tráfego fixo/Wi-Fi: vem de uma conexão sem fio ativada por alguma fonte de rede fixa, como um roteador Wi-Fi residencial ou hotspot público.

Sobre a Cisco

A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse: http://www.cisco.com.br Para notícias sobre Brasil, acesse: http://newsroom.cisco.com/brasilnetwork