O trabalho dos pesquisadores para a Celesc envolveu também pesquisas sobre energia geotérmica profunda, aquela que vem da terra, e de geração eólica em grandes altitudes. Esses estudos também foram apresentados no evento de Berlim, pelos pesquisadores Sonali Bedin, Hugo César Hoechl e Tânia Bueno. Segundo Hoechl, a Celesc tem, hoje, uma conta de compra de energia de R$ 2,7 bilhões. Se os consumidores gastarem menos, ela pode ter uma base maior de clientes ou pode reduzir a compra de energia junto a geradoras.

O medidor ajuda as pessoas a usarem equipamentos que gastam mais energia fora dos horários de pico.

(DC, 11/05/2010)

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