﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">

<channel>
	<title>Formidia &#187; Clipping</title>
	<atom:link href="http://formidia.com.br/categoria/clipping/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://formidia.com.br</link>
	<description>Notícias de Tecnologia Multimídias da Grande Florianópolis</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 15:02:26 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Pesquisas concluem que crianças se desenvolvem com atividades na praia</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/30/pesquisas-concluem-que-criancas-se-desenvolvem-com-atividades-na-praia/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/30/pesquisas-concluem-que-criancas-se-desenvolvem-com-atividades-na-praia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 15:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fapesc]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Unisul]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1091</guid>
		<description><![CDATA[A orla da Grande Florianópolis já serviu de cenário para várias filmagens, mas certas gravações feitas com seis crianças nas praias da região tiveram um propósito maior que a edição de vídeos domésticos: verificar como as brincadeiras na praia contribuem para o desenvolvimento infantil.
As imagens foram analisadas durante dois estudos conduzidos pela Unisul (Universidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A orla da Grande Florianópolis já serviu de cenário para várias filmagens, mas certas gravações feitas com seis crianças nas praias da região tiveram um propósito maior que a edição de vídeos domésticos: verificar como as brincadeiras na praia contribuem para o desenvolvimento infantil.</p>
<p>As imagens foram analisadas durante dois estudos conduzidos pela Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina), com apoio financeiro da Fapesc (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina).</p>
<p>O mais recente destes estudos constatou que “o brincar realmente estimula o crescimento físico e cognitivo”, nas palavras de Mário César Moreira, aluno do Curso de Psicologia da Unisul. “No brincar, a criança tem a oportunidade de desenvolver a sua personalidade, uma vez que ela expõe suas capacidades e explora o meio à sua volta”, diz Mário César, que, ao longo de 6 meses, filmou o filho, então com 2 anos, divertindo-se na Ponta de Baixo, em São José. “Infelizmente vivemos numa época em que os pais e a sociedade em si não têm conhecimento da importância do brincar; imaginam que seja apenas um passatempo e acabam por limitar o tempo da criança com atividades que diminuem a possibilidade da brincadeira.”</p>
<p>Muitos dos pequenos ficam restritos à casa ou à escola também por questões de segurança. A praia é um dos poucos locais abertos que as crianças podem desfrutar gratuitamente, além de ser um ambiente natural relativamente protegido. Nem é preciso ter pás, baldes ou outros brinquedos. “Pude perceber que elementos naturais, como gravetos, pedras e areia, bem como objetos descartáveis como vasilhas e potes de margarina, são suficientes para que uma criança possa brincar, pois na brincadeira essas coisas ganham um novo significado”, acrescenta Mário César. Ele fez suas observações e registros de campo graças à bolsa de iniciação científica do Programa Mérito Universitário Catarinense da Fapesc, que em 2009 permitiu a 328 estudantes participarem de projetos de pesquisa.</p>
<p>A Fundação já havia contribuído para um estudo anterior por meio do seu Programa Pesquisa Universal, voltado a pesquisas que promovam o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação em Santa Catarina.</p>
<p>Aquele estudo envolveu 4 meninos e 2 meninas, com idade de 1ano e 1 mês a 2 anos e 8 meses. A coleta de dados foi realizada em Canasvieiras, no Pântano do Sul, no Campeche e em praias de São José, em 2008. Uma vez sistematizadas as informações, constatou-se que o ambiente litorâneo favoreceu o exercício do equilíbrio, da atenção e da manipulação de objetos por parte de crianças daquela faixa etária, entre outros aspectos.</p>
<p>“A partir dos resultados encontrados, pode-se considerar que o conhecimento resultante da pesquisa pode contribuir para subsidiar ações educacionais e terapêuticas, com impactos social e econômico, tendo em vista os benefícios que pode trazer para crianças, familiares e educadores”, diz a Profª. Laïs de Toledo Krucken Pereira, do Departamento de Psicologia da Unisul. “A principal dica para os pais é deixar a criança livre em suas escolhas, pois ela sabe muito bem o que fazer. Quando nós, adultos, interferimos, interrompemos a organização da atividade ou o uso que está sendo feito de um brinquedo ou de um objeto com uma finalidade específica que só a criança sabe. E comprometemos seus planos e sua criatividade. Claro, quando a criança solicitar, os pais podem e devem participar, sem esquecer que ela manda na brincadeira.”</p>
<p><strong>Colaboração italiana</strong></p>
<p>Há um terceiro estudo em andamento, mas antes mesmo de seu término, a professora Laïs lançou o livreto “Brincar na praia: a criança de um a três anos” (Florianópolis : Ed. do autor, 2009). A publicação inicia com o prefácio de Myrtha Chokler, diretora de um centro de referência em desenvolvimento infantil na Bolonha, Itália (Istituto per la Formazione e la Ricerca Applicata). Ela teve seu depoimento traduzido como no trecho a seguir: “O prazer vivido na aventura cotidiana de explorar, de conhecer, de tentar e, sobretudo, compreender, cria na criança a confiança nas próprias capacidades para perceber e pensar, com o sentimento íntimo de ser autor e protagonista de suas emoções, de seus achados e de suas realizações”.</p>
<p>No capítulo Como a criança brinca?, lê-se que na praia a criança pode se locomover à vontade: correr, engatinhar, cair e rolar, escorregar. Todas as crianças observadas, principalmente os meninos, exploraram o espaço em volta engatinhando, andando ou correndo. “É bom também brincar de cobrir o pé com areia. Limpar os pés pode até virar brincadeira, se houver um companheiro para achar engraçado”, relata Laïs, no livreto fartamente ilustrado com imagens infantis.</p>
<p>“Tudo na praia, a água, a areia, os pássaros, gravetos e objetos diversos, interessou as crianças. Atirar areia no ar, engatinhar, correr, tudo foi motivo de diversão. Repetir muitas vezes o mesmo gesto não se mostrou cansativo, mas uma maneira de aperfeiçoar a ação e observar os resultados. [...]  Na criança tudo funciona junto, integradamente. As diferentes habilidades, os diferentes aspectos só podem ser isolados para fins de estudo. Inclusive a atividade e o funcionamento do cérebro. Os primeiros anos de vida constituem o período de mais intenso desenvolvimento do cérebro, e brincar é a principal fonte desse desenvolvimento”, conclui o livreto, disponível em CD-Rom na Biblioteca da Unisul.</p>
<p>(<a href="http://www.funcitec.rct-sc.br/noticias.php?id=1162" target="blank">Fapesc</a>, 29/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/30/pesquisas-concluem-que-criancas-se-desenvolvem-com-atividades-na-praia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançado Mapeamento de Carreiras do Setor Tecnológico</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/30/lancado-mapeamento-de-carreiras-do-setor-tecnologico/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/30/lancado-mapeamento-de-carreiras-do-setor-tecnologico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 14:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Acate]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Florianópolis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1088</guid>
		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira dia 29 de julho as 18h30m, a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e a Prefeitura Municipal de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia, e Desenvolvimento Econômico Sustentável (SMCTDES), lançam o sistema de Mapeamento de Carreiras do Setor Tecnológico.
A iniciativa tem por finalidade identificar a demanda por recursos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira dia 29 de julho as 18h30m, a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e a Prefeitura Municipal de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia, e Desenvolvimento Econômico Sustentável (SMCTDES), lançam o sistema de Mapeamento de Carreiras do Setor Tecnológico.</p>
<p>A iniciativa tem por finalidade identificar a demanda por recursos e perfil dos profissionais do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina, permitindo ações coordenadas de formação profissional, oportunidades de inclusão social e redução da atual carência de profissionais qualificados, considerada um dos grandes obstáculos para o desenvolvimento do setor.</p>
<p>Na oportunidade, a professora Reivle Mano Nascimento de Melo da Fundação Dom Cabral, ministrará a palestra ?O Papel do Líder na Gestão de Pessoas?, que abordará os temas relacionados aos desafios organizacionais frente à competitividade e o papel da gestão de pessoas.</p>
<p>Nos últimos meses, um grupo formado por integrantes da ACATE e Prefeitura<br />
Municipal de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Ciência,<br />
Tecnologia e Desenvolvimento Econômico Sustentável (SMCTDES), orientou o desenvolvimento de ambos os sistemas.</p>
<p>(<a href="http://portal.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina&#038;noti=2243" target="blank">PMF</a>, 29/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/30/lancado-mapeamento-de-carreiras-do-setor-tecnologico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Premiado método de controle da gordura trans desenvolvido na UFSC</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/30/premiado-metodo-de-controle-da-gordura-trans-desenvolvido-na-ufsc/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/30/premiado-metodo-de-controle-da-gordura-trans-desenvolvido-na-ufsc/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 14:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[gordura trans]]></category>
		<category><![CDATA[Nuppre]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1085</guid>
		<description><![CDATA[Uma pesquisa da UFSC que gerou método de controle de gordura trans na produção de refeições ficou em primeiro lugar no Concurso Alimentos, organizado pela Associação Brasileira de Empresas de Refeições Coletivas (Aberc). O estudo foi desenvolvido pela nutricionista Vanessa Hissanaga, sob orientação da professora Rossana Pacheco da Costa Proença, junto ao Núcleo de Pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da UFSC que gerou método de controle de gordura trans na produção de refeições ficou em primeiro lugar no Concurso Alimentos, organizado pela Associação Brasileira de Empresas de Refeições Coletivas (Aberc). O estudo foi desenvolvido pela nutricionista Vanessa Hissanaga, sob orientação da professora Rossana Pacheco da Costa Proença, junto ao Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (Nuppre), ligado ao Departamento de Nutrição da UFSC.</p>
<p>O método proposto pela nutricionista é resultado de sua dissertação de mestrado e foi estruturado a partir de estudo de caso em um restaurante de Florianópolis. No trabalho Vanessa identificou processos que mantêm a gordura trans nos alimentos e avaliou que o estabelecimento tinha deficiências no conhecimento da origem de alguns produtos e na conferência dos rótulos.</p>
<p>A partir das análises foi desenvolvida uma ferramenta organizada em sete etapas. Em cada uma delas o nutricionista preenche um formulário sobre os processos adotados na produção das refeições. Com a ajuda de um glossário de termos científicos, descobre onde o procedimento pode ser melhorado e o que pode ser feito.</p>
<p>Na etapa três, por exemplo, o questionário permite o acompanhamento do fluxo produtivo das refeições. São orientações para que os rótulos sejam conferidos e que os fornecedores devem, de preferência, utilizar óleo vegetal, que é mais saudável.</p>
<p>“Com a ascensão da alimentação fora de casa, os restaurantes acabam se tornando responsáveis pela saúde de muitas pessoas”, destaca Vanessa, ressaltando a importância da pesquisa.</p>
<p>Ela lembra que desde 2004 a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o fim do consumo de gordura trans, apoiada em estudos que comprovam sua relação com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Da mesma forma, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária obrigou todas as empresas do ramo alimentar, a partir de 2006, a discriminarem nos rótulos dos produtos a quantidade da substância, o que popularizou a estampa ‘Livre de gordura trans’.</p>
<p>“O método que desenvolvemos atende estas recomendações e pode ser um apoio para nutricionistas que gerenciam unidades produtoras de refeições”, acredita Vanessa.</p>
<p>O trabalho contou com a parceria professora Jane Mara Block, do Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos, do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFSC, além de alunas do curso de graduação em Nutrição.</p>
<p>Outras duas finalistas no Concurso Alimentos, organizado pela Associação Brasileira de Empresas de Refeições Coletivas (Aberc), eram também do Programa de Pós-Graduação em Nutrição.</p>
<p><strong>Saiba mais: as gorduras e a gordura trans</strong></p>
<p>- A gordura é uma classe dos lipídios, moléculas com grandes cadeias de átomos de carbono que armazenam muita energia, por isso são uma das reservas do nosso corpo. Dividem-se em dois grupos: saturadas e insaturadas. As primeiras são produzidas pelos animais e encontradas na natureza em estado sólido, como nas carnes que comemos. São conhecidas nutricionalmente por aumentarem os níveis de LDL, o “colesterol mau”, podendo causar o entupimento de veias e artérias. Já as insaturadas são líquidas e produzidas pelos vegetais, como o óleo de soja e o azeite. Estas, em geral, aumentam o “colesterol bom”, o HDL.</p>
<p>- Quimicamente, a diferença entre as duas é a seguinte: na gordura saturada, todos os átomos realizam o mesmo tipo de ligação (simples), o que deixa a molécula mais estável e, por isso, acabam gerando uma estrutura coesa e sólida. Na insaturada, alguns átomos têm ligações duplas, o que aumenta a instabilidade e dificulta o agrupamento, resultando em líquidos.</p>
<p>- No início do século passado, a indústria alimentar tentou descobrir uma substância mais saudável e barata que a gordura animal (saturada), para a fabricação de massas, pães e outros. A solução foi aparentemente simples: forçar o rompimento das ligações duplas da gordura vegetal (insaturada), gerando um sólido. Como fazer isso? Adicionando átomos de hidrogênio para se ligarem aos carbonos com duplas ligações, transformando-as em duas simples, em um processo chamado de hidrogenação. Nasceu aí a gordura vegetal hidrogenada.</p>
<p>- A nova gordura, além de ser considerada menos danosa ao organismo, conferia aos alimentos mais tempo de conservação e melhor consistência. Além disso, criou a margarina, que pode ser espalhada em um pedaço de pão logo após ser retirada da geladeira, ao contrário da manteiga, que endurece a baixas temperaturas. Aos poucos, a gordura hidrogenada substituiu a animal.</p>
<p>- A partir da década de 80, ganharam força as evidências de que a gordura hidrogenada poderia ser ainda menos saudável que a gordura saturada. O motivo: na hidrogenação industrial, nem todas as ligações duplas são eliminadas e as restantes formam um ângulo muito pequeno, o que em Química se reconhece pelo prefixo “Trans” – daí o nome “gordura trans”. O resultado é uma molécula extremamente difícil de ser digerida, portanto com grandes possibilidades de se acumular. Descobriu-se então que a gordura trans, além de aumentar o LDL, como a gordura saturada, ainda diminui o HDL, colocando-a na lista de substâncias nocivas ao organismo.</p>
<p>(Arley Reis, <a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=20272" target="blank">Agecom</a>, 30/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/30/premiado-metodo-de-controle-da-gordura-trans-desenvolvido-na-ufsc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Intelbras está entre as 70 melhores empresas para se trabalhar em TI &amp; Telecom</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/30/intelbras-esta-entre-as-70-melhores-empresas-para-se-trabalhar-em-ti-telecom/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/30/intelbras-esta-entre-as-70-melhores-empresas-para-se-trabalhar-em-ti-telecom/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 14:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Intelbras]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Telecom]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1082</guid>
		<description><![CDATA[Credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem são os quesitos avaliados pelo Instituto Great Place to Work
Este é o terceiro ano consecutivo que a Intelbras conquista a certificação do Instituto Great Place to Work 2010 como uma das 70 melhores empresas para se trabalhar na categoria TI &#038; Telecom. Foram cinco os quesitos avaliados pelo instituto: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem são os quesitos avaliados pelo Instituto Great Place to Work</p>
<p>Este é o terceiro ano consecutivo que a <a href="http://www.intelbras.com.br/pt/home/index.php" target="blank">Intelbras </a>conquista a certificação do <a href="http://www.greatplacetowork.com.br/" target="blank">Instituto Great Place to Work 2010</a> como uma das 70 melhores empresas para se trabalhar na categoria TI &#038; Telecom. Foram cinco os quesitos avaliados pelo instituto: confiança, respeito, imparcialidade, orgulho e credibilidade. O objetivo da pesquisa é analisar como está o clima organizacional das empresas e ajudá-las a transformar o ambiente de trabalho.</p>
<p>Com aproximadamente 1.800 funcionários em todo Brasil e quatro unidades &#8212; matriz em São José, localizada na região metropolitana de Florianópolis/SC; e filiais em São José dos Pinhais (PR), Santa Rita do Sapucaí (MG) e Manaus (AM) – a Intelbras há anos investe em qualidade de vida e trabalho para seus colaboradores.</p>
<p>“A Intelbras se compromete com cada colaborador da mesma forma que atende aos consumidores com qualidade, eficácia e transparência. Proporciona oportunidades internas, planos de benefícios e um bom ambiente de trabalho”, destaca Altair Silvestri, presidente da Intelbras.</p>
<p>São diversos os programas e benefícios oferecidos pela empresa como: desenvolvimento profissional; programas de qualidade de vida; ambiente de trabalho, com quadro de presença emocional; gestão participativa, além do reconhecimento dos colaboradores. Na área da saúde destaque para o programa Vida e Afeto, um suporte e acompanhamento à gestante e bebê; ginástica laboral; rodízio de tarefas; academia de ginástica; plano de saúde aos colaboradores e familiares entre outros.</p>
<p><strong>Sobre a Great Place to Work</strong></p>
<p>Fundado nos Estados Unidos há mais de uma década – por Robert Levering e Amy Lyman – o Great Place to Work®, empresa global especialista em ambiente de trabalho, conduz a pesquisa Melhores Empresas para Trabalhar em 44 países. O resultado da pesquisa é baseado na avaliação do nível de confiança dos funcionários, em cinco dimensões: Credibilidade, Respeito, Imparcialidade, Orgulho e Camaradagem e nas práticas de gestão de pessoas das empresas.</p>
<p><strong>Sobre a Intelbras</strong></p>
<p>A Intelbras é líder no mercado brasileiro de centrais telefônicas, telefones e centrais condominiais. Fundada em 1976 e 100% nacional, atua em três áreas: telecomunicações, segurança eletrônica e informática. Possui quatro unidades fabris: matriz em São José, localizada na região metropolitana de Florianópolis/SC; e filiais em São José dos Pinhais (PR), Santa Rita do Sapucaí (MG) e Manaus (AM). Entre os sete prêmios nacionais conquistados em 2009, destaque para quatro deles como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, como mostraram as revistas Época, Exame, Computerword e AMANHÃ. No Anuário Telecom 2009, ficou na 29ª posição entre as 100 maiores empresas do setor e entre as 10 que mais cresceram no ano. No mercado nacional, está presente em mais de nove mil pontos de venda para varejo e seis mil revendedores corporativos. Atualmente exporta para América Latina, África e Oriente Médio. Saiba mais sobre a empresa e sua loja virtual no <a href="http://www.intelbras.com.br/" target="blank">site</a>.</p>
<p>(<a href="http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=6&#038;pg=27828" target="blank">Acontecendo Aqui</a>, 30/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/30/intelbras-esta-entre-as-70-melhores-empresas-para-se-trabalhar-em-ti-telecom/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil tem R$ 17,6 bilhões para empresas inovadoras</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/30/brasil-tem-r-176-bilhoes-para-empresas-inovadoras/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/30/brasil-tem-r-176-bilhoes-para-empresas-inovadoras/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 14:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1080</guid>
		<description><![CDATA[Captar recursos para investir em Pesquisa &#038; Desenvolvimento para a Inovação (P&#038;D&#038;I) não é uma tarefa fácil. De acordo com dados da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity &#8211; ABVCAP, o Brasil conta, atualmente, com cerca de 10 bilhões de dólares, cerca de R$ 17,6 bi, disponíveis para o incentivo de projetos inovadores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Captar recursos para investir em Pesquisa &#038; Desenvolvimento para a Inovação (P&#038;D&#038;I) não é uma tarefa fácil. De acordo com dados da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity &#8211; ABVCAP, o Brasil conta, atualmente, com cerca de 10 bilhões de dólares, cerca de R$ 17,6 bi, disponíveis para o incentivo de projetos inovadores. O problema é que, segundo especialistas, este dinheiro não chega às mãos de empresas nascentes ou das micro e pequenas empresas (MPE&#8217;s) por falta de conhecimento dos caminhos ou da existência destes recursos.</p>
<p>Pensando em contribuir com a melhoria deste cenário, o Sistema Fiep criou o Núcleo de Capital Inovador. De acordo com o gestor deste núcleo, Wikings Marcelo Machado, o objetivo é auxiliar as empresas paranaenses de todos os portes, e que tenham potencial inovador, a captar estes recursos. &#8220;É preciso informar às empresas sobre as linhas de recurso existente para inovação, e sua forma de captação, além de representar as empresas junto a fundos de investimento e órgãos de fomento&#8221;.</p>
<p><strong>Como funciona</strong></p>
<p>O Núcleo de Capital Inovador atua no monitoramento de oportunidades de fomento para cada tipo de negócio das empresas participantes do programa. Com base em um amplo estudo de cada organização, os consultores ajudam na elaboração de projetos e no agenciamento para a captação de recursos, na transferência de conhecimento sobre fomentos, na construção de planos de negócios para apresentar aos possíveis investidores e na representação da indústria e sindicatos junto aos órgãos de fomento.</p>
<p><strong>Vale do Silício &#8211; EUA</strong></p>
<p>Um bom exemplo de comportamento investidor para a inovação vem do Vale do Silício, no estado da Califórnia, EUA. A região, povoada por empresas, foi criada nos anos 1950 com o objetivo de criar inovações científicas e tecnológicas. A ideia contou com o total apoio de investidores &#8220;pessoa física&#8221;, chamadas de &#8220;investidores anjos&#8221;. Pessoas que não são, obrigatoriamente, empresários, mas que apostam em inovações. &#8220;Nos EUA as pessoas investem em empresas inovadoras com muito mais facilidade, mesmo que estas empresas ainda não passem de uma ideia.&#8221;, comenta Wikings Machado ao comparar o comportamento do investidor brasileiro. &#8220;No Brasil, o investimento em empresas nascentes por meio de investidores anjo e fundos de capital semente ainda é algo incipiente e que tem muito a evoluir&#8221;.</p>
<p>Um dos diferenciais do Núcleo é o auxilio as empresas paranaenses de pequeno e médio porte na elaboração de planos de negócios. Segundo Wikings, os jovens empreendedores brasileiros têm dificuldade ou não sabem como construir este tipo de planejamento, o que afeta a aproximação aos investidores. &#8220;Nos EUA, um aluno do primeiro ano de engenharia já sabe montar um bom plano de negócio&#8221;.</p>
<p>Mesmo com algumas dificuldades enfrentadas em processos de captação de recursos, o Brasil, e mais especificamente, o estado do Paraná é referência em inovação. Empresas de diversos segmentos têm buscado, cada vez mais, auxilio para facilitar o caminho da Pesquisa &#038; Desenvolvimento em Inovação. Desde que o Núcleo foi criado, doze empresas paranaenses já foram atendidas. &#8220;Isso mostra que o Paraná tem um grande potencial inovador e que conta com empreendedores preocupados em investir&#8221;.</p>
<p>O Núcleo de Capital Inovador do C2i irá promover uma série de palestras de sensibilização, além de cursos voltados ao entendimento de fomentos e inovação em todo o estado. As empresas interessadas em participar ou obter mais informações, podem entrar em contato com o gestor do Núcleo pelo e-mail wikings.machado@pr.senai.br ou pelo telefone (41) 3271-7811.</p>
<p>(Paraná Online, 28/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/30/brasil-tem-r-176-bilhoes-para-empresas-inovadoras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especial SBPC: Sono e sonhos melhoram aprendizagem e desempenho das pessoas</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-sono-e-sonhos-melhoram-aprendizagem-e-desempenho-das-pessoas/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-sono-e-sonhos-melhoram-aprendizagem-e-desempenho-das-pessoas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1078</guid>
		<description><![CDATA[Um auditório cheio manteve-se acordado e ansioso o tempo todo na conferência sobre “o papel cognitivo do sono e dos sonhos”, proferida na terça, 26/07, pelo pesquisador Sidarta Ribeiro, do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
Derrubando preconceitos da própria academia, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um auditório cheio manteve-se acordado e ansioso o tempo todo na conferência sobre “o papel cognitivo do sono e dos sonhos”, proferida na terça, 26/07, pelo pesquisador Sidarta Ribeiro, do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).</p>
<p>Derrubando preconceitos da própria academia, as pesquisas do laboratório ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) começam a provar, cientificamente, que sonhos e o sono possuem relação direta com a memória das pessoas e dos ratos. O pesquisador, que doutorou-se nesse polêmico ramo da Ciência, foi apresentado aos presentes pela professora Regina Helena Lima, que, além de integrante do Instituto, também pesquisa a meditação e a ioga no desempenho cotidiano dos estudantes. A equipe de pesquisadores é referendada pela liderança de Miguel Nicolelis, cientista potiguar que detém reconhecimento internacional.</p>
<p>Utilizando métodos e argumentos científicos, Sidarta partiu da sua experiência pessoal no doutorado. “Quando começava a trabalhar, caia no sono. Cheguei cochilar 16 horas por dia. Passei a pesquisar o assunto e descobri que o sono não estava me sabotando, mas me preparando”, contou. Os seus experimentos científicos foram realizados com ratos, cujo comportamento, nessa área, se assemelha ao dos homens. “O sono está para a memória como a alimentação está para a digestão”.</p>
<p>As duas fases do sono, localizadas no hipocampo e no córtex do cérebro, têm importância fundamental para a estocagem das memórias, que se aprofundam ao longo do tempo. “Geralmente não lembramos do que comemos no café da manhã, mas recordamos perfeitamente da merenda do nosso primeiro dia de aula”, exemplificou. A memória com o tempo, acrescentou, vai adquirindo ancoragem, ou seja, faz ligações com fatos correlatos. “O meu avô, por exemplo, dizia que para lembrar o nome de um novo aluno tinha que esquecer o nome de uma planta”.</p>
<p>Sidarta está, no momento, realizando pesquisas sobre os reflexos do sono na escola. Os primeiros resultados mostram que os alunos que tiram uma soneca absorvem muito melhor os conteúdos apresentados em sala. “Talvez possamos aproveitar a experiência futuramente em todos os níveis de ensino, inclusive na pós-graduação”, sonha ele.</p>
<p>O conferencista aprofundou ainda as questões relacionadas ao fortalecimento, à propagação e à reestruturação das memórias. Falou do papel do sono e dos sonhos na criatividade artística, intelectual e no desenvolvimento da ciência no mundo.</p>
<p>As pesquisas do instituto, sublinha Sidarta, recuperam pressupostos lançados há mais de 100 anos por Sigmund Freud, e na época ridicularizados, especialmente sobre o papel exercido pelos sonhos em relação aos desejos do ser humano. “Infelizmente ainda enfrentamos muita resistência e preconceito junto à comunidade científica”, lamenta Regina Helena Silva.</p>
<p>Atuando de forma interdisciplinar e mantendo parcerias com várias instituições no Brasil e no exterior, o laboratório está desenvolvendo simultaneamente diversos projetos de pesquisa interligados pela mesma temática.</p>
<p>Sidarta citou, entre outros, a investigação da função oracular do sono, a busca do correlato natural do sono lúcido e o estudo de sonhos antecipatórios em vestibulandos. Os pesquisadores do laboratório consideram ser possível prever o futuro de uma maneira probabilística a partir dos sonhos. “A população acredita nisso. Falta, agora, convencer a academia”, concluiu Sidarta.</p>
<p>Científico ou não, o fato é que o sonho mobiliza as pessoas e o sono adequado melhora o seu desempenho. A própria conferência confirmou essa verdade.</p>
<p>(Moacir Loth, <a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=20141">Agecom</a>, 27/07/2010) </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-sono-e-sonhos-melhoram-aprendizagem-e-desempenho-das-pessoas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especial SBPC: Legalização do aborto é questão de saúde pública e direito individual da mulher</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-legalizacao-do-aborto-e-questao-de-saude-publica-e-direito-individual-da-mulher/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-legalizacao-do-aborto-e-questao-de-saude-publica-e-direito-individual-da-mulher/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SBPC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1076</guid>
		<description><![CDATA[À esteira do 3º Programa de Direitos Humanos do Brasil, pesquisadores recolocaram nesta terça, 27/07, na agenda política o tema do aborto como questão de saúde pública e direito individual da mulher. A mesa redonda, realizada no auditório da reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), durante a 62ª reunião Anual da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À esteira do 3º Programa de Direitos Humanos do Brasil, pesquisadores recolocaram nesta terça, 27/07, na agenda política o tema do aborto como questão de saúde pública e direito individual da mulher. A mesa redonda, realizada no auditório da reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), durante a 62ª reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), produziu um consenso de opiniões dos palestrantes Jefferson Drezett Ferreira, Thomaz Rafael Gollop e Estela Aquino. Apresentados pela pesquisadora Rute M. G. Andrade, da SBPC, eles ofereceram dados e conceitos demonstrando a necessidade urgente da legalização do aborto para que as mulheres brasileiras possam receber um tratamento humanizado na rede hospitalar e fiquem livres da discriminação social a que continuam sendo vítimas por parte da sociedade brasileira. Os pesquisadores consideram inadmissível a interferência das igrejas numa questão que diz respeito “unicamente à individualidade das pessoas”.</p>
<p>A pesquisadora Estela Aquino, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), reivindicou a melhoria e o aperfeiçoamento dos diagnósticos, métodos de pesquisa e levantamento dos dados sobre o aborto no Brasil. “É preciso contextualizar as circunstâncias em que ele acontece. Trata-se de um problema que, embora atinja mais as famílias pobres, afeta todas as classes sociais do país”, assinalou. Defendeu também uma maior segurança da mulher pesquisada e uma efetiva garantia do sigilo ao pesquisador. Lamentou a carência de pesquisas nacionais que contemplem a realidade das periferias e cidades pequenas. Denunciou ainda o tratamento preconceituoso obtido nos hospitais pelas vítimas.</p>
<p>Já o médico Jefferson Drezett, que é ginecologista em São Paulo, sublinhou tratar-se de um falso dilema o debate “contra ou a favor do aborto”. Para ele o importante vai além da discussão ideológica, uma vez que se está diante da violação dos direitos humanos e reprodutivos. O debate, frisa, precisa levar em conta a saúde da mulher, inserindo o aborto como prioridade entre as políticas públicas. “A violência sexual também é uma tragédia na saúde pública”, alertou, após indicar o crescimento assustador do fenômeno no Brasil e no mundo.</p>
<p>Por exemplo, só em São Paulo ocorrem anualmente 42 mil estupros. Acrescentou que a realização do aborto para salvar a vida da mulher é quase consenso na legislação dos países e une a opinião também da maioria dos ginecologistas brasileiros. Citou que 95% dos abortamentos inseguros acontecem nos países em desenvolvimento. No Brasil uma mulher morre a cada dois dias vítima de tratamento em ambiente inadequado.</p>
<p>O médico Rafael Gollop, da USP, informou que a discussão em torno do aborto tem ocupado um grupo de trabalho de pesquisadores da SBPC. Ele chamou a atenção para o significado dos números revelados e pediu a atenção de todos para os conceitos correlacionados à polêmica. Alertou que as correntes religiosas têm deformado o debate “sem a mínima noção dos fatos e da realidade do país”. Frisou que é um sofisma dizer que o Brasil não pode mexer na legislação por ser um país católico. Por fim, pediu a mobilização da sociedade brasileira contra o Estatuto do Nascituro que tramita no Congresso, pois “é um retrocesso até mesmo em comparação ao quadro jurídico atual”. Na sua fundamentação a favor da legalização do aborto, socorreu-se em Aristóteles: “direito é atribuir a cada um o que é seu”. A questão da maternidade, conclui, é uma questão afetiva. “Ninguém obriga a maternidade a ninguém”. Fez finalmente uma provocação: “Se o homem engravidasse, a legalização do aborto já seria uma realidade há décadas no Brasil”.</p>
<p>(Moacir Loth, <a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=20151">Agecom</a>, 27/07/2010) </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-legalizacao-do-aborto-e-questao-de-saude-publica-e-direito-individual-da-mulher/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especial SBPC: Função da música nas prisões da ditadura ultrapassa a ideológica</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-funcao-da-musica-nas-prisoes-da-ditadura-ultrapassa-a-ideologica/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-funcao-da-musica-nas-prisoes-da-ditadura-ultrapassa-a-ideologica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[ideologia]]></category>
		<category><![CDATA[SBPC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1074</guid>
		<description><![CDATA[No ano de 1971, atuava na prisão do Dops, em São Paulo, um sargento violonista que se unia clandestinamente aos presos nos momentos de liturgia musical. Num domingo, levou o violão escondido na lata de lixo e arriscou-se a acompanhar ao violão Carmenzita, presa política de voz extraordinária, no seu ritual de homenagem à hora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano de 1971, atuava na prisão do Dops, em São Paulo, um sargento violonista que se unia clandestinamente aos presos nos momentos de liturgia musical. Num domingo, levou o violão escondido na lata de lixo e arriscou-se a acompanhar ao violão Carmenzita, presa política de voz extraordinária, no seu ritual de homenagem à hora do Ângelus. Os presos estavam todos em volta, como de costume, quando se ouviu o badalar do sino das seis horas no mesmo instante em que Carmenzita entoava Ave Maria no Morro, sob os acordes do violão militar. Todos os sonhos de democracia haviam sido cassados pelo AI 5. O horror e a tortura silenciavam os artistas e intelectuais nos cárceres da Ditadura Militar. Mas esse conjunto efêmero de circunstâncias coincidentes provocou uma emoção coletiva intensa, uma epifania entre seres de posições políticas opostas, em que a música foi capaz de suspender as trincheiras entre inimigos.</p>
<p>Esse e outros relatos inéditos que mostram o papel da música nas prisões das ditaduras na América Latina e no Brasil foram narrados esta quarta, 27/08, na manhã do segundo dia da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira do Progresso da Ciência (SBPC), no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, pela pesquisadora Lúcia Maria Sálvia Coelho, da Universidade de Santa Marcelina (USM). Como no episódio da Ave-Maria, a própria conferência oportunizou momentos de epifania, quando uma platéia lotada, principalmente por jovens estudantes, sentados, ao chão ou de pé, encostados nas paredes, entoou os hinos de resistência gerados nos festivais de música da década de 70 e projetados pela palestrante. A emoção calma e a admiração pela herança político- cultural cumpriram o objetivo da pesquisadora de permitir que as novas gerações conheçam, através das artes, esses momentos de supressão das liberdades para que não se repitam.</p>
<p>Junto com as gravações o público acompanhou “Pra não dizer que não falei das flores”, “Porta Estandarde” e “Disparada”, de Vandré, “Alegria, alegria”, de Caetano Veloso, “Domingo no parque”, de Gil, “Ponteio”, de Edu Lobo e outras canções menos conhecidas de Chico Buarque que, segundo a autora, foi o compositor mais cantado nas prisões. À medida que esclarecia o contexto político no qual essas canções foram produzidas dentro e fora das prisões, e circunstâncias que ela própria vivenciou, o significado das letras foi se revelando. “Pra que ninguém mais pense que Apesar de você fala de uma briga de namorados”, diz Lúcia. Entoar esse samba de Chico era, segundo ela, reação de praxe aos abusos do poder e às atitudes de desrespeito aos direitos humanos no cárcere.</p>
<p>A pesquisadora integra há mais de 20 anos a Sociedade Científica de Estudos da Arte (CESA), fundada há 20 anos por um grupo de estudiosos agrupados em torno de Ruy Galvão de Andrada Coelho, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Na conferência Música nas prisões da Ditadura, valeu-se de sua experiência como presa política, torturada e exilada, ao lado do marido Ruy Galvão, para fazer de suas memórias do cárcere uma oportunidade de reflexão sobre o que pode a música representar para seres humanos em situação de limite e opressão política.</p>
<p>Ainda está longe de ser dito e ouvido tudo sobre a importância da música na superação do período da ditadura militar. Mais do que qualquer outra arte, a chamada canção de protesto representou para a sobrevivência dos presos políticos o que simbolicamente as narrativas das Mil e uma Noites significaram para Sherazade. Depois do AI 5, quando em nenhum outro lugar era possível se reunir, agir protestar, porque qualquer pessoa andando pela rua poderia ser sequestrada e encapuzada, encarcerada e torturada, ter sua casa invadida e seus filhos recolhidos para adoção, quando toda voz já havia sido calada, nos cárceres do regime de exceção os jovens ainda se arriscavam a cantar. E cantando perfaziam no cotidiano das grades, como mostra a conferencista, um ritual de celebração à luta política, à solidariedade na dor, à comunhão de almas, à alegria também e até à carnavalização das diferenças, como no exemplo da Ave-Maria.</p>
<p>“Já estávamos presos mesmo”, diz com um sorriso nos lábios Lúcia Coelho, que consegue com humor e afeto histórico rememorar a tragédia pessoal que viveu em três meses de prisão pelo circuito Dops, Operação Bandeirante (Oban) ou prisão da Tiradentes, além de um ano de cárcere domiciliar e mais dois anos de exílio na França. Seu trabalho conta com a contribuição do filho Sérgio Coelho, professor universitário e estudioso de Teatro.</p>
<p>A solidariedade estabelecida pelos prisioneiros, que cantam juntos nas celas do Dops, constituía uma das mais importantes funções da música nesse período, explica Lúcia. Iniciava no fim do dia, seguindo um repertório escolhido ao acaso, mas sempre se encerrava com a canção Boa Noite, composta na prisão por Marily Bezerra, membro da Polop, torturada e morta nos porões da ditadura: Boa Noite/Diga apenas Boa Noite/Saia ao menos à janela/Para ouvir o meu cantar/Companheiros/Confiança no Futuro/Que um dia nós faremos/Uma manhã cheia de sol.</p>
<p>Na sequência, os presos entoavam a Internacional Comunista e concluíam com uma corrente de boa noites, que iniciava na cela feminina nº 3. “Cada noite, uma de nós ficava encarregada de gritar: Boa noite cela 6! E os prisioneiros da cela 6 respondiam: Boa noite!, e assim por diante, até chegar ao fundão&#8221;. O fundão era a cela de isolamento, no fundo do corredor, onde não entrava luz. Havia espaço apenas para um colchão e uma privada, bem aos pés do leito. Esse rito musical raramente era reprimido pelos carcereiros do Dops, a exceção dos ligados ao delegado Fleury. Mas a maioria não apenas permitia como às vezes participava do canto.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que as músicas populares quando cantadas também serviam como forma de evasão e ponte para lembranças dos momentos de liberdade: Um dos relatos mais emblemáticos trazidos por Lúcia é o vivenciado por Iara Seixas, presa política, hoje professora universitária, que conseguiu espiar através de uma janela da Oban a sala de uma casa vizinha onde os moradores estavam à mesa comendo e conversando. A imagem espiada de uma família de classe alta jantando ao lado de uma prisão e alheia aos gritos de dor que emanavam da câmera de tortura, misturada à memória de sua própria vida em família, arrebatou-a de modo muito forte e evocou a música de Caetano Veloso e Gilberto Gil Panis et circensis cantada pelos Mutantes. Eu quis cantar/Minha canção iluminada de sol /Soltei os panos sobre os mastros no ar /Soltei os tigres e os leões nos quintais /Mas as pessoas na sala de jantar/ São ocupadas em nascer e morrer /Mandei fazer /De puro aço luminoso um punhal /Para matar o meu amor e matei /Às cinco horas na avenida central/ (&#8230;) Mandei plantar /Folhas de sonho no jardim do solar /As folhas sabem procurar pelo sol /E as raízes procurar, procurar/ (&#8230;)</p>
<p>Pelas asas dessa letra, que guarda uma das criações mais sublimes da MPB, Iara tomou consciência da dimensão de seu desamparo e da alienação social tão citada pelas letras de Caetano e Chico Buarque, e, segundo a pesquisadora, muito semelhante ao fenômeno de compactuação dos alemães com o nazismo. Mas na rotina da dor e do cárcere também havia lugar para festa e alegria, como por exemplo no Carnaval. Na prisão Tiradentes, onde havia maior espaço para o convívio, as prisioneiras cantavam e dançavam as marchas carnavalescas usando fantasias ou adornos improvisados. “A alegria voltava para as celas graças à música e à força da imaginação das jovens”, diz a doutora em Psicologia Médica e Prova de Rorschach e membro do Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos.</p>
<p>Notícias da morte de um companheiro eram recebidas com uma onda de tristeza e desânimo. Mas não eram capazes de levar à desistência. A manutenção da coragem e da convicção da necessidade de continuar a luta contra a ditadura eram alimentadas por hinos revolucionários, mas também pela marcha carnavalesca Zum-zum: Oi! Zum, zum, zum,/ Zum, zum, zum! /Está faltando um! (bis) /Bateu asas, foi embora, /Não apareceu. /Nós vamos sair sem ele, /Foi a ordem que ele deu. (&#8230;)/</p>
<p>Com a marchinha, acompanhada por uma flauta doce, as prisioneiras da Tiradentes lamentaram a morte de Lamarca, mas também anunciaram que o bloco prosseguiria a luta, cumprindo a vontade do guerrilheiro. E Suíte do pescador, de Dorival Caymmi, aparentemente uma doce canção do mar, composta na prisão, funcionava como um hino de celebração à vida em homenagem aos companheiros que partiam do cárcere e podiam vislumbrar novas perspectivas. Minha jangada vai sair pro mar/ Vou trabalhar, meu bem querer /Se Deus quiser quando eu voltar do mar/Um peixe bom eu vou trazer/ Meus companheiros também vão voltar/ E a Deus do céu vamos agradecer/ Adeus, adeus/ Pescador não se esqueça de mim/Vou rezar pra ter bom tempo, meu bem/ Pra não ter tempo ruim/ Vou fazer sua caminha macia/ Perfumada com alecrim.</p>
<p>Desse modo imaginativo a música na prisão cumpre funções que vão além da comunicação de uma aspiração ideológica, conclui Lúcia. Ao modo brasileiro, as canções rompiam o padrão de medo e barbárie do universo carcerário, embalavam e acalentavam os companheiros após as sessões de tortura. E sobretudo introduziam na rotina dos porões da guerra política a solidariedade, a alegria e o conforto para a dor, humanizando o que foi condenado ao desumano.</p>
<p>(Raquel Wandelli, <a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=20152">Agecom</a>, 27/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/28/especial-sbpc-funcao-da-musica-nas-prisoes-da-ditadura-ultrapassa-a-ideologica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ministro da C&amp;T assina, na reunião da SBPC, autorizações para o lançamento de editais</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/28/ministro-da-ct-assina-na-reuniao-da-sbpc-autorizacoes-para-o-lancamento-de-editais/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/28/ministro-da-ct-assina-na-reuniao-da-sbpc-autorizacoes-para-o-lancamento-de-editais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>
		<category><![CDATA[Finep]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[SBPC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1072</guid>
		<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar ainda nesta semana a liberação pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) de cerca de R$ 173 milhões, para o lançamento de mais 10 editais de pesquisas em Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs). As autorizações para o lançamento dos editais foram assinadas pelo ministro da Ciência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar ainda nesta semana a liberação pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) de cerca de R$ 173 milhões, para o lançamento de mais 10 editais de pesquisas em Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs). As autorizações para o lançamento dos editais foram assinadas pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende, na abertura da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), ocorrida ontem à noite em Natal (RN). Com o novo valor liberado, os recursos disponíveis em 2010 para editais da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) somam agora cerca de R$ 865 milhões.</p>
<p>Desse total, a Finep está autorizada a lançar editais no valor total de R$ 335 milhões, além de uma chamada pública para concessão de Subvenção Econômica para empresas de R$ 500 milhões. Os outros R$ 30 milhões são por conta do CNPq. Entre as áreas contempladas pelos novos editais estão recursos hídricos, construção naval e transporte aquaviário. Somadas as ações em curso e novas da Finep em 2010, implementadas por meio de editais e ações diretas (encomendas) para as ICTs, chegam a R$ 1,4 bilhão. No caso do CNPq, essa quantia totaliza R$ 913 milhões.</p>
<p>De acordo com Rezende, os editais de pesquisa e outras ações permitem que o Brasil comece a se destacar no cenário científico-tecnológico internacional. “O número de artigos publicados está aumentando continuamente, recentemente ultrapassamos a Rússia e a Holanda”, disse o ministro. “Estamos nos aproximando do grupo dos 10 países com maior produção em C&#038;T. Além disso, estamos atraindo pesquisadores estrangeiros e centros de pesquisa de grandes empresas, como é o caso da IBM e da General Electric.”</p>
<p>Além disso, Rezende ressaltou que pela primeira vez o Brasil tem um programa de ciência e tecnologia com prioridades claras, além de continuidade. Trata-se do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (PACTI) – 2007-2010, que tem como metas prioritárias a Expansão e Consolidação do Sistema Nacional de C,T&#038;I; a Promoção da Inovação Tecnológica nas Empresas; Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Áreas Estratégicas e a Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Social. “É um plano como poucos países têm”, disse o ministro. “Quando foi lançado, estavam previstos investimentos de R$ 41,2 bilhões até 2010, oriundos do orçamento federal. E isso será cumprido.”</p>
<p>Governador e prefeita &#8211; Entre as autoridades que se pronunciaram durante a abertura da 62ª Reunião Anual estiveram o governador do Rio Grande do Norte, Iberê Ferreira de Souza e a prefeita de Natal, Micarla Araújo de Sousa. O primeiro ressaltou os investimentos em ciência, tecnologia e inovação feitos por seu estado e a importância da área para a economia potiguar. “Embora seja pequeno, o Rio Grande do Norte é o quarto estado do Nordeste que mais investe em ciência”, garantiu. “Em 2004, criamos nossa fundação de amparo à pesquisa, a Fapern, e desde então investimos R$ 56 milhões. Entendemos que não existe inovação sem ciência e será a inovação que dará competitividade à indústria potiguar.”</p>
<p>A prefeita de Natal, por sua vez, exaltou a realização da 62ª Reunião da SBPC em sua cidade e lembrou que esta a segunda vez que a cidade abriga o evento. A primeira foi em 1998, quando ocorreu 50ª reunião. Como administradora de uma capital litorânea, Micarla lembrou a importância do mar, tema central reunião da SBPC, para Natal. “Ele está ligado à nossa atividade turística, que corresponde a mais de 80% do nosso produto interno bruto”, disse. “Além disso, ele proporciona o nosso pescado, uma fonte de renda e alimentação importante do povo natalense.”</p>
<p>(SBPC, 27/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/28/ministro-da-ct-assina-na-reuniao-da-sbpc-autorizacoes-para-o-lancamento-de-editais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caminhos para elaborar um bem-sucedido projeto de inovação</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/28/caminhos-para-elaborar-um-bem-sucedido-projeto-de-inovacao/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/28/caminhos-para-elaborar-um-bem-sucedido-projeto-de-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1070</guid>
		<description><![CDATA[Como uma empresa pode formular um projeto consistente de inovação tecnológica? As tarefas de identificar os recursos necessários, estabelecer cronograma e orçamento factíveis, preparar estudos de viabilidade, analisar detalhadamente os riscos e buscar as fontes mais adequadas de recursos financeiros podem ser bastante complicadas para empresas sem experiência em pesquisa e desenvolvimento de produtos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como uma empresa pode formular um projeto consistente de inovação tecnológica? As tarefas de identificar os recursos necessários, estabelecer cronograma e orçamento factíveis, preparar estudos de viabilidade, analisar detalhadamente os riscos e buscar as fontes mais adequadas de recursos financeiros podem ser bastante complicadas para empresas sem experiência em pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos.  O consultor Joel Weisz, com longa experiência em ministrar cursos de formulação de projetos de inovação tecnológica, ressalta alguns aspectos para que o empresário elabore uma proposta bem-sucedida.</p>
<p>As propostas de inovação tecnológica, segundo Weisz, devem conter tópicos que expliquem, de forma concisa e clara, o que é o projeto e quais são as vantagens em se investir nele, apresentar as externalidades positivas, que podem ser ambientais, econômicas ou sociais, e impactos internos, de ordem econômica, financeira, estratégica e mercadológica, incluir a descrição das atividades relacionadas ao projeto, levando em consideração os riscos tecnológicos e identificar fontes de financiamento, que podem ser, além de editais de subvenção econômica, agências de fomento, bancos, fundos de capital, compras governamentais e recursos próprios da empresa.</p>
<p>&#8220;É importante que, ao elaborar uma proposta de apoio a um projeto para uma agência de fomento com vistas ao uso de mecanismos de apoio à inovação, se tenha em mente que, de modo geral, esses mecanismos se destinam a promover o desenvolvimento tecnológico nas empresas. Portanto, uma primeira preocupação é avaliar o conteúdo tecnológico do projeto. Além disso, em muitas linhas, é avaliada a viabilidade econômica e comercial do projeto,&#8221; ressalta Weisz, ex-gerente de Tecnologia da Finep e autor do livro &#8220;Projetos de Inovação Tecnológica: planejamento, formulação, avaliação, tomada de decisões&#8221; e do manual &#8220;Mecanismos de Apoio à Inovação Tecnológica&#8221;, editado pelo Senai.</p>
<p>Weisz costuma chamar a atenção em seus cursos que não se formula um projeto para angariar recursos. &#8220;É o contrário, angariam-se recursos para viabilizar um projeto. Não é porque saiu um edital que se vai fazer um projeto na correria. Faz-se um projeto porque ele vai atender uma potencialidade do negócio, porque permite solução para um problema. Um projeto existe porque se alinha com as estratégias da empresa.&#8221;</p>
<p>Para quem está interessado em concorrer à subvenção econômica, seu conselho é ler o edital várias vezes e cumprir todas as regras. O consultor também lembra que um mesmo projeto pode servir para diferentes agências de fomento, basta fazer ajustes. &#8220;O empresário deve identificar o que no projeto pode ser financiado por cada linha. A Finep normalmente não financia o investimento industrial, mas financia o desenvolvimento da tecnologia. Se o projeto contemplar também investimento industrial, a empresa pode fazer outro projeto para o BNDES. O CNPq concede bolsas DTI e Rhae. Logo, para a parte de atração de pesquisadores, pode-se pedir apoio ao CNPq&#8221;, afirma Weisz.</p>
<p>Além dos recursos da subvenção, Weisz lembra que as linhas de financiamento da Finep e do BNDES estão sempre disponíveis. &#8220;No financiamento reembolsável, não existe a restrição a poucos temas e tópicos como ocorre na subvenção da Finep. O financiamento tem taxas que estão abaixo da inflação prevista para 2010, de 5,25%. Na Finep, varia de 4 a 5%, no BNDES é de 3,5 a 4,5% ao ano. São juros reais negativos. E esse ressarcimento é feito num longo prazo. A Finep está com 100 meses de prazo de ressarcimento com carência de 20 meses e o restante de amortização. O BNDES tem prazos ainda maiores. São condições bem melhores que a do mercado financeiro.&#8221;</p>
<p>(Protec, 27/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/28/caminhos-para-elaborar-um-bem-sucedido-projeto-de-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
