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	<title>Formidia &#187; Internet</title>
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	<description>Notícias de Tecnologia Multimídias da Grande Florianópolis</description>
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		<title>Software ajuda a evitar que crianças sejam vítimas de pedofilia na internet</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 14:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O software emite relatórios a partir das palavras-chave&#8230;&#8221;
Uma empresa especializada em perícia digital decidiu lançar um programa que ajuda os pais a monitorar os acessos feitos pelos filhos na internet. O guarda-costas virtual é um software que registra acessos de páginas que tenham conteúdo impróprio ou que a criança, porventura, receba no computador. Ele ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O software emite relatórios a partir das palavras-chave&#8230;&#8221;</p>
<p>Uma empresa especializada em perícia digital decidiu lançar um programa que ajuda os pais a monitorar os acessos feitos pelos filhos na internet. O guarda-costas virtual é um software que registra acessos de páginas que tenham conteúdo impróprio ou que a criança, porventura, receba no computador. Ele ainda captura em tempo real conversas realizadas em sites de bate-papo.</p>
<p>O software emite relatórios a partir das palavras-chave. Por exemplo: ao cadastrar a palavra sexo, toda vez que a criança acessar algum site que a contenha, ou citá-la durante conversas em sites de relacionamento ou qualquer tipo de rede social, chegará um aviso à caixa de e-mail cadastrada na adesão do programa. Os pais podem escolhem a periodicidade do recebimento desse conteúdo, podendo ser diária, semanal ou mensalmente.</p>
<p>O especialista em perícia digital Wanderson Castilho afirma que o programa ajuda os pais a fazer uso da tecnologia a seu favor, preservando a segurança dos filhos durante a navegação na internet. “Os pais sempre reclamavam do atraso tecnológico em relação aos filhos. Então, a ideia é usar esse recurso a seu favor para monitorar as crianças. Hoje, fica enviável contratar 24 horas um guarda-costas no mundo físico, mas, no virtual, essa realidade é perfeitamente possível, evitando que maiores danos aconteçam”.</p>
<p>Segundo Castilho, o programa foi desenvolvido depois de uma simulação feita na internet, em 2009. Adultos se passavam por crianças nos chats, usando idade que remetia a um menor. O especialista conta que, nas 25 salas de bate-papo acessadas, em menos de um minuto a “criança” era aliciada e, em até quatro, o pedófilo já estava com ela no programa de conversas reservadas exibindo, com uma câmera, o órgão genital.</p>
<p>Atualmente, existem programas que fazem registros de acessos no computador. A diferença desse aplicativo é que não há instalação na máquina. O pai acessa um link recebido no seu e-mail confirmando a adesão do serviço para aquele equipamento.</p>
<p>O idealizador do novo aplicativo ressalta que essa é uma maneira de evitar que haja a remoção do software. O investimento custa à família, mensalmente, R$ 60. Em três meses, o guarda-costas virtual ajudou a desvendar 20 casos de pedofilia na internet. Para ajudar os pais com filhos menores que acessam a internet regularmente e alertar aos usuários dos riscos que há ao navegar a rede de computadores, Castilho escreveu um livro que reúne experiências de crimes na web.</p>
<p>(Agência Brasil, 19/07/2010)</p>
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		<title>Twitter mostrará seguidores em comum</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual seguidor você tem em comum com um amigo?
Assim como já acontece no Orkut e no Facebook, o Twitter também mostrará quais são os perfis em comum ao acessar outro perfil.Alguns poucos usuários já conseguem ver em seu perfil a área “You both follow” (vocês dois seguem) com a lista de perfis em comum. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual seguidor você tem em comum com um amigo?</p>
<p>Assim como já acontece no Orkut e no Facebook, o Twitter também mostrará quais são os perfis em comum ao acessar outro perfil.Alguns poucos usuários já conseguem ver em seu perfil a área “You both follow” (vocês dois seguem) com a lista de perfis em comum. Segundo o engenheiro da equipe do microblog Nick Kallen, 10% dos usuários já testam a ferramenta.Ainda não há data confirmada para a liberação do recurso para todos os usuários.Enquanto a aba “You both follow” não aparece, você pode saber quem você e outras pessoas seguem em comum através do site whofollowswhom.</p>
<p>Qual seguidor você tem em comum com um amigo? Assim como já acontece no Orkut e no Facebook, o Twitter também mostrará quais são os perfis em comum ao acessar outro perfil.</p>
<p>Alguns poucos usuários já conseguem ver em seu perfil a área “You both follow” (vocês dois seguem) com a lista de perfis em comum. Segundo o engenheiro da equipe do microblog Nick Kallen, 10% dos usuários já testam a ferramenta.</p>
<p>Ainda não há data confirmada para a liberação do recurso para todos os usuários.</p>
<p>Enquanto a aba “You both follow” não aparece, você pode saber quem você e outras pessoas seguem em comum através do site whofollowswhom.<br />
<a href="http://whofollowswho.com/" target="blank">http://whofollowswho.com/</a></p>
<p>(Raquel Camargo, <a href="http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=5&#038;pg=27543" target="blank">Acontecendo Aqui</a>, 19/07/2010)</p>
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		<title>Lan house é alternativa para classes mais pobres</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 13:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Centros de acesso pago atendem quase 50% dos internautas
Antes destinadas aos aficcionados por jogos, as lan houses tornaram-se importante instrumento de inclusão digital. Garantem acesso à internet para a baixa renda e oferecem serviços diferenciados a quem não pode pagar por um ponto em casa. Conforme dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Centros de acesso pago atendem quase 50% dos internautas</p>
<p>Antes destinadas aos aficcionados por jogos, as lan houses tornaram-se importante instrumento de inclusão digital. Garantem acesso à internet para a baixa renda e oferecem serviços diferenciados a quem não pode pagar por um ponto em casa. Conforme dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (Nic.br), atualizados em novembro do ano passado, 74% dos internautas das classes D e E acessam a rede em centros público de acesso pago (como são classificadas as lan houses no estudo). Quase a metade (45%) dos 54 milhões de usuários de internet no país usam lan houses. Na região Nordeste, o índice é ainda mais expressivo: 63%.</p>
<p>O diretor de convergência digital da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia de Informação e Comunicação (Brasscom), Nelson Wortsman, diz que o alto custo do acesso à internet no Brasil, principalmente de banda larga, faz com que as lan houses sejam a alternativa mais viável para a população de renda menor. &#8220;Enquanto na classe A, o uso da banda larga chega a 64% dos domicílios, o que é um resultado de primeiro mundo, na classe D e E o índice é de 0,8%&#8221;, ressalta Wortsman.</p>
<p>O presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (Abecid), Mário Brandão, lembra que, em muitos casos, o dono da lan house acaba funcionando como um &#8220;professor&#8221; para o usuário realizar tarefas como preencher o Imposto de Renda, acessar a segunda via de uma conta ou agendar matrícula dos filhos nos portais das secretarias da educação. Serviços, muitas vezes, confusos para quem não está familiarizado com o sistema.</p>
<p>Brandão diz que, mesmo em lugares no Brasil de difícil acesso e carentes de todo o tipo de serviço, há uma &#8220;lan house em cada esquina&#8221;, quase sempre administradas por pequenos empresários. Com base nestes argumentos, ele defende uma legislação menos restritiva para as lan houses &#8211; estabelecimentos enquadrados como casas de jogos e diversão. O resultado é que a maioria dos Estados e municípios brasileiros têm leis que vetam a abertura dessas casas em locais próximos de escolas, com o objetivo de tentar evitar que os alunos faltem às aulas para passar o tempo com os games.</p>
<p>Na prática, ressalta Brandão, a legislação não impede a abertura das lan houses e sim estimula a informalidade. De acordo com dados da Abecid, existem 108 mil lan houses no país, mas apenas 15 mil possuem CNPJ. Muitas delas estão registradas formalmente como lanchonetes e bares. Apenas 3,8 mil possuem alvará das prefeituras locais para funcionar e destas somente 600 conseguiram autorização dos juizados para atender menores de 18 anos desacompanhados.</p>
<p>O setor conseguiu uma vitória nesse campo: o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) já se comprometeu a mudar a denominação para atividade complementar a serviços de escritório, após os debates na Comissão Especial Temporária do Congresso Nacional, criada para examinar e dar parecer sobre projetos que envolvem o segmento.</p>
<p>Worstman afirma que, mais do que sair da informalidade, as lan houses precisam de incentivos para se tornarem viáveis economicamente. &#8220;O atual modelo de negócio da maioria dos estabelecimentos, em que o dono cobra R$ 1,00 ou R$ 2,00 pelo acesso à internet, não é sustentável&#8221;, diz o executivo.</p>
<p>Entre os pontos defendidos pela Brasscom na Comissão Especial Temporária do Congresso está que as lan houses sejam parceiras do governo na oferta de serviços públicos pela internet e tenham prioridade nos programas de expansão de banda larga do governo federal.</p>
<p>&#8220;Também é necessária a criação de linhas de crédito para que as lan house possam se atualizar&#8221;, afirma o executivo. A entidade também quer envolver entidades como o Senac e o Sebrae em projetos de capacitação e profissionalização dos microempresários.</p>
<p>(<a href="http://www.sebrae-sc.com.br/noticias/default.asp?materia=18991&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%3A+Sebrae%2FNoticias+%28SEBRAE%2FSC+-+Not%C3%ADcias+para+MPEs%29" target="blank">Sebrae</a>, 16/07/2010)</p>
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		<title>Governo Federal lança manual de redação na web</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 14:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cartilha, desenvolvida por especialista em escrita para internet, pretende facilitar o uso das ferramentas virtuais e pode ser utilizada também por prefeituras e estados.
O governo federal lançou, no fim de junho, uma cartilha de redação na web. O objetivo do manual é facilitar o acesso de servidores públicos à internet e melhorar a qualidade dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cartilha, desenvolvida por especialista em escrita para internet, pretende facilitar o uso das ferramentas virtuais e pode ser utilizada também por prefeituras e estados.</p>
<p>O governo federal lançou, no fim de junho, uma cartilha de redação na web. O objetivo do manual é facilitar o acesso de servidores públicos à internet e melhorar a qualidade dos portais que oferecem informação estatal aos cidadãos.</p>
<p>A cartilha está disponível na página  <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/" target="blank">www.governoeletronico.gov.br</a>, na seção biblioteca. Com 50 páginas, o documento faz parte da iniciativa do Ministério do Planejamento de criar padrões para os serviços eletrônicos dos governos.</p>
<p>O manual foi desenvolvido pelo jornalista Bruno Rodrigues, um dos maiores especialistas brasileiros em redação para internet e arquitetura da informação. “Ele será de grande valia para quem produz conteúdo em português para a web nacional”, garante o autor. “Nada do que produzi para o material é teórico, cada item é reflexo de boas práticas de mais de uma década na relação conteúdo e leitor, governo e cidadão”.</p>
<p>Assim, o leitor tem acesso a um manual de jornalismo ao mesmo tempo em que apreende noções de navegabilidade e técnicas de rastreamento de conteúdo na internet.</p>
<p>A intenção, de acordo com o autor, é, por um lado, desmistificar a redação na internet, enquanto, por outro, expõe suas inúmeras possibilidades. Por isso, em linguagem simples, mostra como um texto para web deve ser estruturado e ligado a outros elementos de uma página, como vídeos, imagens e sons, além de integração com redes sociais. Ou seja, aponta também como montar um site eficiente, que seja de leitura agradável e tenha navegação fácil e atraente.</p>
<p>O documento foi colocado em consulta pública pelo Ministério do Planejamento e, durante o período, recebeu contribuições de especialistas do mercado e de profissionais de prefeituras que trabalham com webwriting.</p>
<p>As instruções devem ser adotadas pelos órgãos do governo federal, que já receberam treinamento ministrado por Rodrigues.</p>
<p>Também foram lançadas a Cartilha de Codificação, com recomendações de boas práticas visando tornar sites portais e serviços de governo eletrônico acessíveis e efetivos à população, e a Cartilha de Usabilidade. Ambas estão igualmente disponíveis no portal do Ministério do Planejamento, na página <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/" target="blank">http://www.governoeletronico.gov.br/</a>, na seção biblioteca.</p>
<p>(<a href="http://www.guiadascidadesdigitais.com.br/site/pagina/governo-federal-lana-manual-de-redao-na-web" target="blank">Guia das Cidades Digitais</a>, 14/07/2010)</p>
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		<title>Bookess lança loja virtual de livros</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com conceito que une rede social e publicação digital de obras literárias, a Bookess, de Florianópolis, acaba de lançar sua loja virtual, por meio da qual qualquer escritor estreante que tenha livro publicado gratuitamente no site pode comercializar sua obra ali mesmo, dentro do portal.
A compra é feita pelas obras nos formatos em papel – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com conceito que une rede social e publicação digital de obras literárias, a <a href="http://www.bookess.com.br/" target="blank">Bookess</a>, de Florianópolis, acaba de lançar sua loja virtual, por meio da qual qualquer escritor estreante que tenha livro publicado gratuitamente no site pode comercializar sua obra ali mesmo, dentro do portal.</p>
<p>A compra é feita pelas obras nos formatos em papel – ou seja, a própria Bookess providencia a publicação tradicional do livro e a envia por correio – ou digital. A loja foi desenvolvida com tecnologia própria da Bookess e tem capacidade ilimitada de processamento.</p>
<p>&#8220;Utilizamos o conceito de Cloud Computing com servidores da Amazon e desenvolvemos todo o processo de pagamento digital. Já os dispositivos de segurança foram desenvolvidos pelo Buscapé. O pagamento pode ser feito por cartões de crédito de todas as operadoras do mercado, transferência online e boleto bancário. Qualquer usuário já cadastrado no site pode habilitar seu livro e logo todas as 2 mil obras publicadas pela Bookess estarão disponíveis na loja&#8221;, comentou Marcos Passos, CEO da Bookess.</p>
<p>O próprio autor define o quanto quer ganhar em direitos autorais. Ou seja, quanto maior o valor dos direitos autorais, mais caro será o livro. Quando o autor atinge R$100 em direitos autorais, é feito o depósito na conta dele.</p>
<p><strong>Sobre a Bookess</strong></p>
<p>Bookess é uma rede social que edita livros sob demanda. Em seu site, o internauta pode criar seu próprio livro ou distribuí-lo em todo o mundo, sem restrições e gratuitamente. A empresa foi criada na incubadora MIDI Tecnológico, mantida pelo SEBRAE-SC e administrada pela ACATE. A proposta do negócio é proporcionar uma boa leitura em qualquer lugar – em casa, no escritório, no hotel ou em um fim de semana na praia, enfim, onde houver uma conexão com a Internet.</p>
<p>BookessA Bookess depende de seus usuários para o funcionamento. São eles que criam, editam, contribuem e comentam os livros presentes aqui. Tudo de uma forma simples, rápida e gratuita. Além da possibilidade de criação de livros, o Bookess também proporciona um círculo de amizades entre pessoas com o mesmo objetivo.</p>
<p>(<a href="http://tisc.com.br/internet/bookess-lanca-loja-virtual-de-livros/" target="blank">TISC</a>, 14/07/2010)</p>
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		<title>Comissão abre consulta pública sobre Lan Houses</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital abre consulta pública nesta quarta-feira, 14/07, sobre o substitutivo do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) aos projetos de lei que tratam do funcionamento das lan houses. As contribuições ao texto serão recebidas nos próximos 90 dias no portal e-Democracia.
&#8220;Ao final do processo, as iniciativas apresentadas serão analisadas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital abre consulta pública nesta quarta-feira, 14/07, sobre o substitutivo do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) aos projetos de lei que tratam do funcionamento das lan houses. As contribuições ao texto serão recebidas nos próximos 90 dias no portal e-Democracia.</p>
<p>&#8220;Ao final do processo, as iniciativas apresentadas serão analisadas e poderão constar no documento da comissão&#8221;, informa Leite. O deputado é relator da proposta na comissão especial, que funciona desde fevereiro e já realizou sete audiências públicas sobre o tema.</p>
<p>Hoje existem mais de 100 mil lan houses no País, que respondam por 48% das conexões à internet, conforme dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Nas famílias com renda per capita de até dois salários mínimos, o percentual sobe para 82% dos acessos.</p>
<p>Otávio Leite estima que apenas 10% das casas sejam regulares. &#8220;A intenção da proposta é trazer essas entidades para a regularidade, com acesso a benefícios de crédito&#8221;, afirma. Ele acredita que os centros podem atuar como braço do sistema educacional, para atividades complementares.</p>
<p>No substitutivo, as lan houses ou os Centros de Inclusão Digital (CIDs) são reconhecidos como de especial interesse social para a universalização do acesso à internet. O texto define os centros como entidades prestadoras de &#8220;serviços multipropósitos&#8221; que estimulem o desenvolvimento educacional e cultural do cidadão, mediante a disponibilização de programas que permitam o acesso à pesquisa e ao estudo.</p>
<p>Além disso, as entidades devem possibilitar o acesso para fins sociais, profissionais, de entretenimento, bem como a conexão com instituições públicas para cumprimento das obrigações legais e exercício da cidadania. Conforme a proposta, os CIDs deverão possuir software e hardware que permitam inibir o acesso de menores de 18 anos a conteúdos inapropriados para a sua faixa etária, respeitando a classificação indicativa do Ministério da Justiça.</p>
<p>O texto também garante a inviolabilidade dos dados pessoais do usuário, bem como do conteúdo acessado, salvo na hipótese de ordem judicial para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. &#8220;A pessoa vai ter que se cadastrar, mas os dados não poderão ser utilizados para outras finalidades&#8221;, explica o relator.</p>
<p>As lan houses terão prioridade nas linhas de crédito e nos financiamentos especiais para aquisição de computadores ofertados por órgãos da administração pública e por instituições financeiras públicas, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.</p>
<p>O texto estabelece que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios poderão implantar parcerias com as lan houses para desenvolvimento de atividades educacionais e culturais, especialmente em programas de complementação pedagógica.</p>
<p>As despesas efetuadas poderão ser contabilizadas como de educação, nos termos do artigo 212 da Constituição. O artigo diz que a União deve aplicar, anualmente, nunca menos de 18% da receita resultante de impostos em educação, e os estados, o Distrito Federal e os municípios, no mínimo 25%.</p>
<p>(<a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=23168&#038;sid=14" target="blank">Convergência Digital</a>, 14/07/2010)</p>
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		<title>Propaganda política está liberada na internet</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não sem regras específicas para tal.
A web foi classificada pelo Supremo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa oficialmente nesta terça-feira (6) o período de campanha eleitoral. Está liberada, a partir de hoje, publicidade em favor de candidatos a Presidência, Governos, Senado e Câmara e a novidade deste ano ficou por conta da liberação do uso da internet como veículo – não sem regras específicas para tal.</p>
<p>A web foi classificada pelo Supremo Tribunal Eleitoral como território livre, o que resultou em uma regulamentação mais branda na comparação aos outros meios. A ação, além de acirrar ainda mais as campanhas, tende a jogar a disputa mais para dentro do universo online. Apesar disso, o uso da web também é passível de condenações, como já ocorreu com sites e blogs, por campanha antecipada.</p>
<p>A inspiração para o uso da internet parte diretamente do modelo norte-americano. Por lá, Barack Obama fez história ao conseguir usar a rede não só como arma poderosa na disseminação do &#8220;Yes, we can&#8221; como também – e principalmente – na arrecadação de fundos para financiar sua campanha. E pode ser esse o caminho a ser seguido no Brasil, já que os candidatos poderão receber doações até mesmo por cartão de crédito.</p>
<p>O responsável pela campanha digital de Obama, inclusive, é quem comanda a equipe da petista Dilma Rousseff. Ben Self, fundador da Blue State Digital, entrou para a história em duas vertentes: além de ajudar a eleger o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, ele conseguiu levantar mais de US$ 300 milhões apenas com a ajuda da internet.</p>
<p>Mas os futuros eleitos poderão contar também com toda a gama de ferramentas que a web tem a oferecer. Estão permitidos sites, blogs e, como não poderia faltar, contas em redes sociais – estas com grande poder de aproximação dos candidatos a parte da população.</p>
<p>Antes da largada oficial, os três principais candidatos à Presidência já tinham participação expressiva nas redes sociais. No Twitter, atual sensação da web, José Serra (PSDB) é o campeão de popularidade, com 281 mil seguidores. Já Dilma Rousseff (PT), que estreou sua conta em abril, vem em segundo com 104 mil seguidores. Marina Silva (PV), em terceiro, conta com 84 mil.</p>
<p><strong>As regras</strong></p>
<p>Apesar de mais leves para o meio digital, o não cumprimento das regras pode resultar em multas que vão de R$ 5 mil a R$ 30 mil, além da suspensão por 24 horas ao conteúdo informativo de campanha contido no site. A Justiça Eleitoral fica aberta a candidatos, partidos, coligações e ao Ministério Público, se quiserem reclamar o descumprimento das normas, contidas na Lei das Eleições (9.504/97).</p>
<p>Pagar para anunciar em sites e enviar e-mails sem aprovação do receptor (spam) estão proibidos. E outro problema pode ser a criação de &#8220;fakes&#8221;, como são chamados os perfis falsos, que podem ser usados nas redes sociais para manipular a opinião pública.</p>
<p>Veja as permissões e proibições a que os candidatos estão impostos:</p>
<p><strong>Sinal verde:</strong></p>
<p>Blogs e redes sociais: A propaganda poderá ser feita em redes sociais como Twitter, Orkut e Facebook, tanto pelos candidatos como pelos simpatizantes.</p>
<p>Debates: na internet, não há restrições para a realização de debates entre candidatos. No rádio e na TV, os encontros exigem acordo entre os partidos.</p>
<p>E-mail: Mensagens podem ser enviadas a qualquer eleitor, desde que seu endereço tenha sido cadastrado pelos responsáveis pela campanha.</p>
<p>Sites: Os candidatos podem fazer propaganda na sua própria página, na home page do partido ou no site da coligação.</p>
<p><strong>Sinal vermelho:</strong></p>
<p>Spam: Quem doar ou vender listas com toneladas de e-mails para políticos ou partidos poderá receber multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
<p>Propaganda: Anúncios pagos estão proibidos na web. Além disso, sites de empresas ou de órgãos públicos não podem exibir propaganda gratuita.</p>
<p>Anonimato: Qualquer internauta pode dar suas opiniões na rede, desde que não omita seu nome. Se houver abuso, poderá ser pedido direito de resposta.</p>
<p>Fakes: Quem publicar um anúncio na rede fingindo ser um candidato, partido ou coligação também está sujeito a multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.</p>
<p>Com informações de Comunique-se e Info</p>
<p>(<a href="http://portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=6137" target="blank">PortalDaIlha</a>, 06/07/2010)</p>
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		<title>Mundos virtuais são utilizados para ensino</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 18:06:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alunos criam avatares e interagem em instituições &#8220;construídas&#8221; no ambiente virtual
O Laboratório de Experimentação Remota (RExLab) da Unisul está com um projeto de ensino em mundos virtuais parecidos com o Second Life (em Português, o nome do programa significa “segunda vida”). Um artigo sobre a iniciativa foi apresentado em Estocolmo, na Suécia, no final de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alunos criam avatares e interagem em instituições &#8220;construídas&#8221; no ambiente virtual</em></p>
<p>O Laboratório de Experimentação Remota (<a href="http://www.rexlab.unisul.br/" target="blank">RExLab</a>) da Unisul está com um projeto de ensino em mundos virtuais parecidos com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Second_Life" target="blank">Second Life</a> (em Português, o nome do programa significa “segunda vida”). Um artigo sobre a iniciativa foi apresentado em Estocolmo, na Suécia, no final de junho.</p>
<p>O coordenador do RExLab da Unisul, Juarez Bento da Silva, explica que as instituições são “construídas” no ambiente virtual. Cada uma tem salas de aula e laboratórios. O estudante pode criar o próprio avatar (boneco digital que o representa no “mundo”).</p>
<p>Clique aqui para ouvir a entrevista<br />
<a href="http://formidia.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Nota_de_voz-0010.mp3">Download audio file (Nota_de_voz-0010.mp3)</a></p>
<p>Dessa forma, o professor ministra a aula virtualmente. Os alunos podem conversar uns com os outros, via bate-papo ou com áudio. Silva destaca que não há muitos projetos dessa natureza. “Essa é uma área muito nova em termos de pesquisa”, afirma.</p>
<p>O ambiente permite disponibilizar conteúdos didáticos, como apresentações de Power Point e vídeos, o que amplia o dinamismo das aulas. “[Os acadêmicos] podem acessar esse material e assistir às aulas, no mesmo formato utilizado pelo Second Life”, diz.</p>
<p>Para o educador, há diversos meios de inserir a tecnologia dentro do contexto da educação. “Porque a sala de aula não está mais limitada ao espaço que até então era utilizado dentro das instituições de ensino. Ela alarga e está em qualquer lugar”, defende.</p>
<p>Os professores ainda têm a possibilidade de acessar experimentos de maneira remota. Uma parceria está em andamento com a Universidade de Deusto, em Bilbao, na Espanha. Alunos das duas nacionalidades vão participar da mesma sala de aula virtual.</p>
<p>O projeto faz a conexão do Moodle, que é um ambiente de gestão de ensino, com o OpenSim, que é um servidor de mundos virtuais com código aberto.</p>
<p>O desenvolvimento ocorre em parceria com setores similares da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Faculdade SATC e do Instituto Politécnico do Porto, em Portugal.</p>
<p><strong>Sucesso mundial</strong></p>
<p>O artigo “De ilícitas a educativas: uma via para converter máquinas de jogo ilegais”, que teve como coautor o professor Juarez Bento da Silva, ultrapassou os 35 mil acessos após dois meses de <a href="http://portal2.unisul.br/content/jornalunisulhoje/home/integradanoticia.cfm?objectid=5F0DB9DF-3048-6857-88E70750CC7AF753&#038;secao=Geral" target="blank">publicação</a> na revista online europeia eLearning Papers.</p>
<p>O texto aborda o projeto de recuperação de máquinas caça-níqueis conduzido pelo RExLab.</p>
<div id="attachment_860" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://formidia.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/A417AC16-3048-6857-8870DE5E17688600.imagem_grande.JPG" alt="Coordenador do RExLab da Unisul, Juarez Bento da Silva" title="A417AC16-3048-6857-8870DE5E17688600.imagem_grande" width="500" height="375" class="size-full wp-image-860" /><p class="wp-caption-text">Coordenador do RExLab da Unisul, Juarez Bento da Silva</p></div>
<p>(<a href="http://portal2.unisul.br/content/jornalunisulhoje/home/integradanoticia.cfm?objectid=A417AC16-3048-6857-8870DE5E17688600&#038;secao=Geral" target="blank">Unisul</a>, 06/07/2010)</p>
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		<title>Núcleo de Pesquisa em Linguagens do Jornalismo Científico implanta Agência Ciência em Pauta</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 12:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[experiência]]></category>
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		<description><![CDATA[Está no ar a versão experimental da Agência Ciência em Pauta, projeto de extensão do Núcleo de Pesquisa em Linguagens do Jornalismo Científico, ligado ao Departamento de Jornalismo da UFSC. A agência produz material jornalístico sobre ciência, tecnologia e inovação, tomando como referência a produção desenvolvida na UFSC. A publicação das reportagens por outros órgãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está no ar a versão experimental da <a href="http://www.cienciaempauta.com.br/" target="blank">Agência Ciência em Pauta</a>, projeto de extensão do <a href="http://www.nupejoc.cce.ufsc.br/" target="blank">Núcleo de Pesquisa em Linguagens do Jornalismo Científico</a>, ligado ao Departamento de Jornalismo da UFSC. A agência produz material jornalístico sobre ciência, tecnologia e inovação, tomando como referência a produção desenvolvida na UFSC. A publicação das reportagens por outros órgãos de comunicação é livre, desde que citada a fonte.</p>
<p>Entre as primeiras produções estão materiais sobre desastres naturais em Santa Catarina; projeto que colabora com a implantação de centros de apoio à agricultura; iniciativas de divulgação da astronomiana UFSC; estudos sobre petróleo e impactos ambientais, além de um especial sobre o naturalista Fritz Müller.</p>
<p>O portal traz também seção de notas, agenda das defesas de teses e dissertações desenvolvidas nos programa de pós-graduação da UFSC. A agência será responsável pela promoção periódica de cursos e workshops sobre divulgação científica para jornalistas e pesquisadores.</p>
<p>O planejamento da equipe formada por estudantes do Curso de Jornalismo, coordenados pela professora Tattiana Gonçalves Teixeira, prevê ainda que ao final de cada semestre letivo seja publicada coletânea com os melhores textos e imagens do portal. Este material será distribuído para bibliotecas públicas e para professores e alunos de ensino médio, em especial de Florianópolis onde, de acordo com o Educacenso, da Secretaria Estadual de Educação, estão matriculados 14.942 alunos no ensino médio das redes pública e privada.</p>
<p>”Acreditamos que este material poderá ser usado em classe, como apoio pedagógico”, explica a professora Tattiana Gonçalves Teixeira.<br />
A agência de notícias Ciência em Pauta tem apoio do Ministério da Educação, Pró-Reitoria de Pesquisa e Extensão da UFSC e da Agência de Comunicação (Agecom).</p>
<p>Mais informações: Tattiana Gonçalves Teixeira / (48) 3721-4838 / 3721-6595 / tattianaufsc@gmail.com </p>
<p>(<a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=19314" target="blank">Agecom</a>, 05/06/2010)</p>
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		<title>Justiça Federal vai ao mercado para contratar Infovia</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/05/28/justica-federal-vai-ao-mercado-para-contratar-infovia/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 23:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
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		<description><![CDATA[Se as grandes concessionárias de telefonia estavam preocupadas quanto a possibilidade de perder mercado no governo &#8211; que deseja eliminar os seus custos com serviços de rede através do Plano Nacional de Banda Larga &#8211; a partir de agora podem começar a se preocupar, também, com a nova estratégia deflagrada pela Justiça Federal. Resolução nº [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se as grandes concessionárias de telefonia estavam preocupadas quanto a possibilidade de perder mercado no governo &#8211; que deseja eliminar os seus custos com serviços de rede através do Plano Nacional de Banda Larga &#8211; a partir de agora podem começar a se preocupar, também, com a nova estratégia deflagrada pela Justiça Federal. Resolução nº 104 publicada nesta sexta-feira, 28/05, pelo Conselho da Justiça Federal, informa que os Tribunais Regionais Federais decidiram criar uma nova Infovia, para unificar a comunicação de dados entre o Conselho e a Justiça Federal de primeiro e segundo graus.</p>
<p><strong>Batalha comercial</strong></p>
<p>No caso do judiciário, entretanto, está definido que esta nova Infovia será contratada por meio de licitação de um grande fornecedor do setor. Por um lado isso é bom para as teles. Isso porque elas não estão excluídas do projeto, tal como ocorreu com o Plano Nacional de Banda Larga, onde o governo decidiu criar sua própria rede.</p>
<p>Mas o serviço não deverá mais ser contratado com todas as empresas do setor. Neste caso, as operadoras terão de se preocupar em vencer, a qualquer custo, a licitação que será organizada pelo Conselho da Justiça Federal. Sob pena de perder mercado se forem derrotadas.</p>
<p><strong>Corte de gastos</strong></p>
<p>Outra má notícia para as concessionárias de telefonia. A resolução também determina que todos os recursos orçamentários atualmente despendidos em cada região para os serviços de links de transmissão de dados serão remanejados gradualmente para a Secretaria do CJF, à medida que forem sendo substituídos os serviços pela Infovia da Justiça Federal. Isso, de certa forma, já começa, aos poucos, a retirar recursos que migram do juciário para as empresas de telefonia.</p>
<p>E os Tribunais Regionais Federais e as seções judiciárias somente poderão realizar novos contratos para a prestação de serviços de transmissão de dados &#8220;se eles não se sobrepuserem ao cronograma de implantação da Infovia da Justiça Federal&#8221;. Entretanto, a Resolução abre espaço para novos contratos &#8220;até que sejam disponibilizados os serviços da Infovia da Justiça Federal, conforme o cronograma de implantação&#8221;.</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Na Resolução nº 104 foram definidos os objetivos da nova Infovia:</p>
<p>I &#8211; consolidar a integração e o compartilhamento de dados entre os órgãos da Justiça Federal;<br />
II &#8211; viabilizar a utilização de sistemas nacionais centralizados;<br />
III &#8211; facilitar a implantação da política de segurança da informação, reduzindo as portas de acesso externo aos sistemas de comunicação;<br />
IV &#8211; assegurar alta disponibilidade ao serviço por meio de vias de contingência;<br />
V &#8211; garantir a independência, em relação à internet, do tráfego de dados entre as unidades da Justiça Federal e a instituição da rede privada;<br />
VI &#8211; viabilizar a implementação de soluções de comunicação que proporcionem economia de recursos e melhoria dos serviços, tais como telefonia, utilizando, por exemplo, protocolo de internet (telefonia IP), e videoconferência.</p>
<p>Uma comissão será formada pela Secretaria-Geral do CJF para estudar o projeto, que ficará encarregada de expedir portaria disciplinando o funcionamento. A comissão será composta por servidores da Secretaria do CJF, bem como por servidores dos tribunais regionais federais.</p>
<p><strong>A comissão terá as seguintes atribuições:</strong></p>
<p>I &#8211; aprovar o plano executivo de implantação da Infovia da Justiça Federal;<br />
II &#8211; receber os serviços, ouvindo as seções judiciárias;<br />
III &#8211; acompanhar a implantação dos serviços;<br />
IV &#8211; adequar o dimensionamento da Infovia da Justiça Federal às necessidades dos órgãos que a integram;<br />
V &#8211; fiscalizar a execução do contrato;<br />
VI &#8211; encaminhar ao Comitê do Sistema de Tecnologia da Informação (art. 2º, § 3º) relatórios concernentes à implantação.</p>
<p>&#8220;O Comitê do Sistema de Tecnologia da Informação da Justiça Federal, criado pela Resolução n. 88, de 11/12/2009, exercerá a supervisão técnica, incumbindo-lhe a proposição e encaminhamento de demandas à comissão&#8221;, informa o documento.</p>
<p>O Conselho da Justiça Federal deverá receber em um  prazo de 120 dias o o plano executivo com o cronograma de implantação da Infovia da Justiça Federal. Também no mesmo prazo essa comissão deverá apresentar o projeto de implantação do centro de operação da Infovia da Justiça Federal, que realizará o controle operacional centralizado, fornecendo as informações gerenciais necessárias ao monitoramento da rede.</p>
<p>(Luiz Queiroz, <a href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=22755&#038;sid=11" target="blank">Convergência Digital</a>, 28/05/2010)</p>
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