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	<description>Notícias de Tecnologia Multimídias da Grande Florianópolis</description>
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		<title>Projeto obriga identificação eletrônica de animais</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em regime de urgência, a Câmara de Vereadores aprovou na sessão de hoje (09/03) projeto de lei enviado ao Legislativo pelo prefeito Dário Berger que obriga a identificação eletrônica, por meio de microchip, de todos os animais das espécies canina, felina, eqüina, asinina, de tração ou não, no município de Florianópolis.
O microchip é um registro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em regime de urgência, a Câmara de Vereadores aprovou na sessão de hoje (09/03) projeto de lei enviado ao Legislativo pelo prefeito Dário Berger que obriga a identificação eletrônica, por meio de microchip, de todos os animais das espécies canina, felina, eqüina, asinina, de tração ou não, no município de Florianópolis.</p>
<p>O microchip é um registro interno, seguro, sem riscos para os animais, revestido por cápsula de bio-vidro de 12X12 mm, aplicado em local próprio em cada tipo de animal. Ele possui um número único que, quando um leitor se aproxima, encontra os dados como nome e endereço do proprietário, idade do animal e data da esterilização, entre outras informações importantes. Estas são registradas em uma base de dados, que estará disponível em uma central de dados na Diretoria do Bem-Estar Animal, Centro de Controle de Zoonoses ou até mesmo on line.</p>
<p>A identificação eletrônica de animais já é uma medida amplamente adotada em diversos países, como Estados Unidos, Canadá e diversos outros da Europa. Noutros a obrigatoriedade envolve também animais de estimação ou companhia. No Brasil algumas iniciativas já foram tomadas, como a obrigatoriedade de identificação de animais exóticos pelo Ibama. No Rio de Janeiro já há lei estadual que torna obrigatória a implantação de identificadores eletrônicos em todos os animais de estimação. Um projeto em tramitação em Porto Alegre prevê a castração da população animal que circula anualmente pelo canil do seu Centro de Controle de Zoonoses. Na cidade de São Paulo o uso do microchip é obrigatório por lei municipal desde julho de 2007.</p>
<p>Conforme o projeto, há vários benefícios no uso de microchips. Além de ser um método de identificação permanente, tecnológico e não agressivo, induz à posse responsável de animais e responsabilização em caso de abandono e maus-tratos; responsabiliza proprietários em casos de mordeduras ou ataques, especialmente no caso de cães potencialmente agressivos; permite localizar animais perdidos em vias públicas e oportuniza a geração de dados para estatística de serviços prestados pela Secretaria Municipal Saúde. Com a obrigatoriedade da identificação eletrônica, a Prefeitura espera inibir a criação de animais “em fundo de quintal”, assim como a venda em estabelecimentos comerciais, atualmente desenvolvida sem nenhum critério. Animais de tração sem condições de trabalhar também terão seus proprietários identificados e punidos.</p>
<p>A Diretoria do Bem Estar Animal de Florianópolis, como um departamento controlador de zoonoses recebe em média 5.500 animais por ano para serem esterilizados ou receberem atendimento veterinário. Nos últimos 4 anos já esterilizou 16 mil. Muitos deles, admite a Prefeitura, foram encaminhados para o bloco cirúrgico, o que significa uma violência desnecessária e desperdício de dinheiro público.</p>
<p>Assim que decidir pela implantação efetiva da lei, a Prefeitura vai fornecer o certificado de identificação eletrônica, capacitar pessoal para aplicação do microchip e criar um sistema de banco de dados disponibilizado-o num site, dentre outras providencias.</p>
<p>(CMF, 09/03/2010)</p>
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		<title>Gerson Basso participou do Programa Fantástico sobre construções que desafiam a natureza</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Equipe de reportagem do Fantástico entrevista Gerson Basso na Lagoa da Conceição. Reportagem foi ao ar domingo (7 de março). O Diretor Superintendente da Floran Gerson Basso concedeu entrevista sobre o tema: “Construções que desafiam a natureza se espalham pelo Brasil”.
Basso comentou que em Florianópolis, manter a paisagem em pedaços de paraíso que todo mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Equipe de reportagem do Fantástico entrevista Gerson Basso na Lagoa da Conceição. Reportagem foi ao ar domingo (7 de março). O Diretor Superintendente da Floran Gerson Basso concedeu entrevista sobre o tema: “Construções que desafiam a natureza se espalham pelo Brasil”.</p>
<p>Basso comentou que em Florianópolis, manter a paisagem em pedaços de paraíso que todo mundo cobiça não é tarefa fácil. Casas avançam sobre o espelho d’água da Lagoa da Conceição. O município processa, vêm as ordens judiciais e volta e meia as máquinas põem abaixo o que nunca deveria ter sido erguido. Mas a justiça é mais lenta do que as invasões.</p>
<p>“São três séculos de ocupação desordenada. A casa em cima do espelho d’água não poderia mais ser construída nos dias de hoje. Um supermercado, que está praticamente dentro d’água também não”, contou ele a reportagem.</p>
<p>(<a href="http://portal.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina&#038;noti=1217" target="blank">PMF</a>, 08/03/2010)</p>
<p><strong>Construções que desafiam a natureza se espalham pelo Brasil</strong></p>
<p>Veja o vídeo com a reportagem de Sônia Bridi para o Fantástico. O caso de Florianópolis aparece a partir de 2min40seg. do vídeo.</p>
<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1224475&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1224475&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
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		<title>Florianópolis terá edifício com energia eólica própria</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<title>Final de verão na Praia Mole</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:03:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do blog de Cacau Mnezes (ClicRBS, 08/03/2010)
Um festival para quem admira ou tem curiosidade em saber mais sobre a cultura digital. Assim pode ser definido o Cervantes Digital, evento que será realizado simultaneamente em Florianópolis e Porto Alegre entre os dias 11 e 14 de março, com programação totalmente gratuita
O evento trará até a Ilha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do blog de Cacau Mnezes (<a href="http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&#038;uf=2&#038;local=18&#038;template=3948.dwt&#038;section=Blogs&#038;post=274479&#038;blog=290&#038;coldir=1&#038;topo=4023.dwt" target="blank">ClicRBS</a>, 08/03/2010)</p>
<p>Um festival para quem admira ou tem curiosidade em saber mais sobre a cultura digital. Assim pode ser definido o Cervantes Digital, evento que será realizado simultaneamente em Florianópolis e Porto Alegre entre os dias 11 e 14 de março, com programação totalmente gratuita</p>
<p>O evento trará até a Ilha de Santa Catarina renomados Dj´s e músicos do cenário internacional que farão apresentações e promoverão workshops abertos a todos os interessados. O Cervantes Digital quer chamar a atenção para essa nova cultura que vai muito além da música, supera a imagem, rompe fronteiras entre gêneros e suporte, criando assim uma nova forma de aproximar as pessoas do mundo.</p>
<p>O Festival Cervantes Digital começa na próxima semana e trará até a ilha de Santa Catarina artistas da Espanha e da Argentina, Dj´s nacionais e vídeos que apresentam o que há de mais atual na produção contemporânea iberoamericana, com uma linguagem pop, dinâmica, acessível e relacionada ao universo musical.</p>
<p><strong>Atrações</strong></p>
<p>Entre as principais atrações da programação estão a presença dos artistas do estúdio audiovisual No-Domain, de Barcelona. Eles trabalham com técnicas de ilustração, animação gráfica, 3D e Stop Motion, misturando técnicas high-tech e low-tech. No Cervantes Digital eles promoverão um workshop para mostrar algumas técnicas, seguido de uma apresentação que acontecerá ao ar livre, na Rua Victor Meirelles, em frente ao museu de mesmo nome.</p>
<p>No sábado, dia 13, as atenções estarão voltadas para o Big Blue Club, na Praia Mole, onde a dupla argentina Silver City apresentará uma sonoridade melódica e harmoniosa, executando uma mistura de jazz, house e disco music feita com discos, baixo e teclado. Um som fino, que agrada pessoas de diversas idades, diferentes gostos musicais e que tem recebido centenas de elogios da crítica internacional.</p>
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		<title>Estudo aponta modelo de incubação virtual</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reproduzir o modelo de sucesso que incubadoras físicas de empresas de base tecnológica oferecem a negócios nascentes para uma proposta de incubação virtual, a distância, foi objeto de uma pesquisa apresentada no Mestrado de Gestão em Inovação, da Ecole Nationale Supérieure des Mines – Saint-Etienne. O estudo foi desenvolvido em cima de um modelo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzir o modelo de sucesso que incubadoras físicas de empresas de base tecnológica oferecem a negócios nascentes para uma proposta de incubação virtual, a distância, foi objeto de uma pesquisa apresentada no Mestrado de Gestão em Inovação, da <a href="http://www.emse.fr/" target="blank">Ecole Nationale Supérieure des Mines</a> – Saint-Etienne. O estudo foi desenvolvido em cima de um modelo a ser implementado no MIDI Tecnológico, incubadora de Florianópolis administrada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (<a href="http://www.acate.com.br/" target="blank">ACATE</a>) e mantida pelo <a href="http://www.sebrae-sc.com.br/" target="blank">SEBRAE-SC</a>.</p>
<p>Com o título “Incubação virtual: um estudo para ampliar o apoio às empresas da incubadora <a href="http://www.miditecnologico.com.br/">MIDI Tecnológico</a>”, a autora do projeto, a coordenadora do MIDI, Jamile Sabatini Marques, apresentou um modelo de associação virtual que visa atender a crescente demanda de empreendedores em estarem ligados a uma incubadora de referência. Em 2008, o MIDI Tecnológico recebeu o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador como a melhor incubadora de base tecnológica do país.</p>
<p>A instituição conta hoje com 15 módulos para incubação na modalidade de residente. Estas empresas recebem apoio e suporte técnico e gerencial no início e durante as etapas de desenvolvimento dos seus negócios, em um ambiente de colaboração de ideias e parcerias. Durante o ano todo, mantém seu processo seletivo em aberto.</p>
<p>A proposta de incubação virtual presente na dissertação procurou encontrar uma solução viável e de qualidade para atender a demanda reprimida. Levou em conta outras experiências que o próprio MIDI já teve na modalidade virtual, com dificuldades na gestão e em buscar o comprometimento das empresas. Em 2005, o projeto foi abortado diante da falta de mecanismos e ferramentas para dar apoio efetivo aos negócios incubados virtualmente – problema este que a dissertação desenvolvida pela coordenadora do MIDI se propôs a estudar e apresentar nova solução.</p>
<p>Recentemente foi retomado diante da crescente procura pela incubadora, que apresenta hoje índices de 93% de sucesso entre empresas graduadas – as que já saíram do ambiente de incubação. Entre as ferramentas que estão em implementação para viabilizar e fomentar o modelo de incubação virtual estão o desenvolvimento de um portal corporativo e colaborativo, além da implantação de um sistema integrado de gestão, que pretende dar apoio aos negócios ligados a incubadora nesta modalidade.</p>
<p>&#8220;Queremos por meio da incubação virtual expandir com sustentabilidade e consistência nossas ações em benefício do empreendedorismo e do desenvolvimento local, missão da nossa incubadora. Quando abrimos uma vaga para incubação nas nossas instalações, temos sempre uns dez empreendimentos a serem avaliados e selecionados&#8221;, Jamile Sabatini Marques, coordenadora do MIDI Tecnológico.</p>
<p>Entre as iniciativas relacionadas à incubação virtual, destacam-se duas parcerias que o MIDI está desenvolvendo com fundos de investimento para que empresas investidas tenham direito a vagas na incubadora na modalidade virtual, dando todo o apoio e acesso do negócio às consultorias que a incubadora oferece.</p>
<p><strong>Sobre o MIDI Tecnológico</strong></p>
<p>Criada em agosto de 1998, a incubadora MIDI Tecnológico, de Florianópolis, já graduou 42 empresas e possui 15 incubadas residentes e quatro virtuais. O MIDI foi eleito, em 2008, a melhor incubadora de base tecnológica do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC). É mantido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE-SC) e administrado pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE).</p>
<p>(Rodrigo Lóssio, <a href="http://tisc.com.br/pesquisa/estudo-aponta-modelo-de-incubacao-virtual/" target="blank">TISC</a>, 08/03/2010)</p>
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		<title>OnCast Technologies tem novo conselheiro</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:01:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ano de 2010 veio repleto de mudanças para a empresa catarinense, OnCast Technologies &#8211; http://www.oncast.com.br, que comemora o ingresso de Ricardo Machado ao conselho de administração da empresa. Ricardo que é “manezinho” de nascimento e Joinvillense de coração, iniciou sua carreira como estagiário da Datasul, onde pôde se tornar diretor executivo e um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2010 veio repleto de mudanças para a empresa catarinense, OnCast Technologies &#8211; <a href="http://www.oncast.com.br" target="blank">http://www.oncast.com.br</a>, que comemora o ingresso de Ricardo Machado ao conselho de administração da empresa. Ricardo que é “manezinho” de nascimento e Joinvillense de coração, iniciou sua carreira como estagiário da Datasul, onde pôde se tornar diretor executivo e um dos proprietários da maior franquia da empresa.</p>
<p>Um profissional ímpar que possui uma visão cultural e empreendedora em nível global, que certamente vem para somar ao time de executivos da OnCast. As primeiras ações já foram traçadas e em breve a OnCast estará com sua primeira filial na Capital de São Paulo, com intuito de atender este mercado.</p>
<p>Ricardo Machado é graduado em Economia pela UNIVILLE, com MBA Finanças pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Geriu a operação internacional da Datasul por 3 anos, montando assim a sua estrutura no México, além disso, também dirigiu a Franquia de Manufatura da mesma por 10 anos. Atualmente é sócio da Vitare &#038; Mangger Alimentos- <a href="http://www.vitarealimentos.com.br" target="blank">http://www.vitarealimentos.com.br</a>.</p>
<p>(Marketing OnCast, 08/03/2010)</p>
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		<title>BNDES pode atuar como credor à exportação de bens e serviços</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 21:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As empresas exportadoras de serviços de tecnologia poderão receber um apoio importante para auxiliar os negócios. É que a Câmara dos Deputados analisa proposta que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a criar uma subsidiária para, com recursos próprios, atuar nas atividades de seguro de crédito ao comércio exterior. 
Conforme o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas exportadoras de serviços de tecnologia poderão receber um apoio importante para auxiliar os negócios. É que a Câmara dos Deputados analisa proposta que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a criar uma subsidiária para, com recursos próprios, atuar nas atividades de seguro de crédito ao comércio exterior. </p>
<p>Conforme o projeto de lei, a filial do banco poderá, inclusive, concentrar diversos instrumentos disponíveis de apoio ao exportador brasileiro de bens e serviços, o que envolveria também as empresas de offshore outsourcing e produtos de TI. </p>
<p>O Projeto de Lei Complementar 508/09, de autoria de comissão especial criada para estudar saídas para a crise global na área do comércio, tem o objetivo de criar as condições para que o BNDES, por meio de subsidiárias, passe a exercer o papel de importador e exportador de bens e serviços, assumindo parte dos riscos envolvidos e repassando outros. </p>
<p>Conforme a proposta, a subsidiária do BNDES poderá, por exemplo, conceder empréstimo direto ao importador estrangeiro, ao exportador brasileiro, inclusive para capital de giro, e equiparar as taxas de juros a encargos praticados no mercado externo. Poderão ser beneficiados, conforme consta, tanto produtos de alto valor agregado quanto bens e serviços de pequeno valor. Isso pode ser um importante incentivo para impulsionar os negócios das empresas exportadoras de TI. </p>
<p>O texto da proposta salienta que, no Brasil, os riscos comerciais das operações de financiamento às exportações com prazo inferior a dois anos são garantidas, geralmente, por seguradoras de mercado, enquanto que as operações que envolvem riscos comerciais em financiamentos com prazo superior a dois anos ou riscos políticos e extraordinários são seguradas com recursos do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), gerido pelo BNDES. </p>
<p>Atualmente, a realização de seguro de crédito à exportação com garantia de recursos públicos do FGE é realizada por meio de uma empresa privada contratada por processo licitatório para prestar à União serviço de análise de risco das operações de médio e longo prazos para a concessão da apólice, segundo texto do projeto de lei. Essa empresa é a Seguradora Brasileira de Créditos à Exportação (SBCE), que pertence majoritariamente (75,85% das ações) à seguradora francesa Coface. </p>
<p>O projeto, que tramita em regime de prioridade, dispensa das exigências regimentais para que determinada proposição seja incluída na ordem do dia da sessão seguinte, logo após as que tramitam em regime de urgência e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, Depois, seguirá para o plenário.  </p>
<p>(<a href="http://www.tiinside.com.br/05/03/2010/bndes-pode-atuar-como-credor-a-exportacao-de-bens-e-servicos/ti/170356/news.aspx">TI Inside</a>, 05/03/2010)</p>
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		<title>Estacionamento Online na Ilha</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 14:01:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da coluna Visor, por Rafael Martini (DC, 04/03/2010)
No lugar de manobristas, robôs. Floripa vai ganhar uma área de estacionamento totalmente informatizada no Centro da cidade. A “máquina” será construída atrás do imóvel conhecido como “Edifício das Secretarias”, onde hoje está localizado o gabinete do prefeito. Com prazo de execução de um ano e capacidade para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da coluna Visor, por Rafael Martini (<a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#038;local=18&#038;source=a2827400.xml&#038;template=3916.dwt&#038;edition=14226&#038;section=213" target="blank">DC</a>, 04/03/2010)</p>
<p>No lugar de manobristas, robôs. Floripa vai ganhar uma área de estacionamento totalmente informatizada no Centro da cidade. A “máquina” será construída atrás do imóvel conhecido como “Edifício das Secretarias”, onde hoje está localizado o gabinete do prefeito. Com prazo de execução de um ano e capacidade para 256 veículos, a I Park, de Criciúma, promete entregar o carro ao seu legítimo dono 70 segundos após o pagamento do bilhete. O protótipo foi apresentado ao governador Luiz Henrique pelos empresários Ricardo Brandão e Paulo Guimarães na noite de terça-feira, na sede da empresa.</p>
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		<title>Desenvolvedoras de games buscam o mercado externo</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 13:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 8 a 10 de março, 22 empresas da vertical de Games do Projeto Brazil IT (PSI-SW) participam nos Estados Unidos da sétima edição da (Game Connection San Francisco), evento realizado paralelamente à Game Developers Conference, principal encontro sobre desenvolvimento de jogos do mundo. 
Pela terceira vez a participação das companhias nacionais na mostra está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 8 a 10 de março, 22 empresas da vertical de Games do Projeto Brazil IT (PSI-SW) participam nos Estados Unidos da sétima edição da (<a href="http://www.game-connection.com/content/prices-san-francisco" target="blank">Game Connection San Francisco</a>), evento realizado paralelamente à Game Developers Conference, principal encontro sobre desenvolvimento de jogos do mundo. </p>
<p>Pela terceira vez a participação das companhias nacionais na mostra está sendo organizada pela SOFTEX (<a href="http://www.softex.br" target="blank">www.softex.br</a>) e pela Apex Brasil (<a href="http://www.apexbrasil.com.b" target="blank">www.apexbrasil.com.b</a>r), com o apoio da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames).</p>
<p>Integram a delegação MusiGames Studio, Jynx e PlayLore (Pernambuco); Tectoy Digital, Overplay (Campinas); Kidsguru, DayDreamLab, Ene Solutions, 44 Bico Largo, Webcore (São Paulo); Hoplon (Santa Catarina); Ilusis Interactive Graphics (Belo Horizonte); Techfront, Calibre Games (Paraná), Interama (Espírito Santo), além dos autores dos sete projetos vendedores do Concurso BR Games (Dragon vs Heroes, Vovó a Solta, Freestyle, Chameleon, Luna, O Mutualismo e Lumaki). </p>
<p>Como o objetivo principal da Game Connection é estreitar as relações entre compradores e vendedores de jogos e de serviços relacionados, todas as reuniões de negócios, com duração de 30 minutos, são agendadas previamente a partir de um sistema on-line disponibilizado pela organização e que contém o perfil de cada um dos participantes.</p>
<p>“Esse modelo nos permite aproveitar melhor os três dias do evento e confere mais qualidade às reuniões, uma vez que as empresas compradoras contatadas podem previamente recusar um convite enviado pelo sistema. Assim, as que aceitam o fazem porque têm real interesse em saber mais sobre o produto ou serviço da parte vendedora”, explica Bernardo Manfredini, consultor da SOFTEX responsável pela participação brasileira na Game Connection.</p>
<p>“Lançaremos na Game Connection dois jogos que desenvolvemos com a iPlay. Este ano, esperamos colocar no mercado mais oito games para Android, iPhone e iPad que estão atualmente em fase de conceito. Durante os três dias do evento vamos apresentá-los aos publishers internacionais para que possamos concluir a sua produção”, comenta Américo Amorim, diretor-executivo da MusiGames Studio, que já exporta suas soluções para mais de 105 países.</p>
<p>Ao contrário das três edições anteriores, desta vez a presença brasileira, sob a recém-criada marca Brasil IT+, que identifica a indústria brasileira de TI, será especial porque incluirá, empresas maduras e com vivência internacional e os 10 projetos vencedores do concurso BrGames. </p>
<p>“Em nenhuma outra edição do concurso os ganhadores tiveram a oportunidade de apresentar seus demos a potenciais compradores internacionais. Isso comprova que o BrGames não tem apenas o objetivo de identificar talentos, mas também fomentar a exportação de jogos digitais”, destaca Manfredini.</p>
<p>As empresas com experiência exportadora poderão conhecer em São Francisco novos parceiros potenciais, fortalecer seus laços comerciais com antigos contatos, apresentar novos projetos a antigos parceiros, se atualizar em relação às principais tendências do mercado para os próximos anos, ou seja, reunir uma série de informações preciosas para o planejamento de seu negócio. </p>
<p>“Para as companhias iniciantes, a Game Connection é uma chance para aproximação com os publishers, para entender as necessidades de possíveis parceiros comerciais e uma oportunidade única para mapear os concorrentes, o que não é uma tarefa fácil de ser realizada a partir do Brasil”, completa Bernardo Manfredini. </p>
<p>(<a href="http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=21864&#038;sid=5" target="blank">Convergência Digital</a>, 03/03/2010)</p>
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		<title>Tese mostra que fazendas produtoras de madeira de reflorestamento podem colaborar com recomposição da fauna e flora</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 14:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[A idéia de que as plantações de pinus são um “deserto verde” está cada vez mais sendo derrubada. Uma tese de doutorado desenvolvida junto ao Laboratório de Restauração Ambiental Sistêmica da UFSC colabora com essa visão. A pesquisa ligada ao Programa de Pós-Graduação em Recursos Vegetais comprova que mosaicos formados por talhões de pinus, manchas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia de que as plantações de pinus são um “deserto verde” está cada vez mais sendo derrubada. Uma tese de doutorado desenvolvida junto ao Laboratório de Restauração Ambiental Sistêmica da UFSC colabora com essa visão. A pesquisa ligada ao Programa de Pós-Graduação em Recursos Vegetais comprova que mosaicos formados por talhões de pinus, manchas de florestas nativas de reservas legais e extensos corredores de áreas ciliares formam um ambiente conectado e em processo de restauração da diversidade de flora e fauna. </p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela bióloga Deisy Regina Tres, sob orientação do professor Ademir Reis, do Departamento de Botânica da UFSC. Foi também executada em parceria com a empresa Battistela Florestal, em fazendas produtoras de pinus em Rio Negrinho, Planalto Norte Catarinense. </p>
<p>A região estudada era coberta por áreas contínuas de Floresta de Araucária, com submata dominada principalmente pela Imbuia, Sapopema e erva-mate. Atualmente a paisagem está fragmentada entre o plantio de pinus e remanescentes de florestas, mas o estudo demonstra que ainda assim tem grande potencial para recuperação e conservação. </p>
<p>Paisagem investigada<br />
De acordo com a bióloga, as investigações realizadas a partir de uma série histórica entre os anos de 1957 e 2005 apresentam atualmente um cenário sustentável e equilibrado para as fazendas produtoras de madeira. O atual conjunto de legislação ambiental (especialmente o Código Ambiental, que exige áreas de reserva legal e a manutenção de áreas ciliares) e as exigências das empresas certificadoras, somando-se às peculiaridades da geomorfologia da Região Norte do planalto catarinense, resultaram em uma ocupação de no máximo 50% da região com a plantação de pinus. Os outros 50% são áreas de florestas remanescentes. </p>
<p>A partir da construção de uma série de mapas e análise das medidas das regiões ocupadas pela silvicultura e florestas naturais, assim como dos corredores de matas nativas, a bióloga analisou a estrutura dessa paisagem. Além disso, o estudo contemplou o estudo dos fluxos ecológicos entre estas regiões, por meio de técnicas como a coleta da chuva de sementes, registro fotográfico da fauna silvestre e de sinais como fezes, pegadas e abrigos. </p>
<p>Com o cruzamento das informações, a bióloga estimou o que tecnicamente os pesquisadores chamam de “conectividade funcional do mosaico”. A conectividade é definida como a capacidade de uma paisagem de facilitar os fluxos de organismos, sementes e grãos de pólen. Os resultados mostram que mesmo os talhões de pinus são regiões potenciais para a conectividade, favorecendo a integração entre os fragmentos de mata remanescentes. </p>
<p>Trânsito animal<br />
“Estes talhões atuam como facilitadores dos fluxos biológicos, como a dispersão de sementes pelas aves e o deslocamento de mamíferos, quando comparados às áreas desmatadas, de pastagem ou culturas agrícolas.”, explica Deisy. </p>
<p>“Ao mesmo tempo em que uma espécie de gavião frequenta uma área de floresta, acessa áreas de pinus em busca de pequenos roedores que utilizam os talhões como áreas de refúgio. Herbívoros como o veado, pela sua dieta estar baseada praticamente no consumo de plântulas, foram detectados em todas as unidades estudadas”, exemplifica a bióloga. </p>
<p>Seus levantamentos revelam que animais que se alimentam tanto de produtos de origem animal como vegetal, como o cachorro do mato, quati, tatu e algumas espécies de aves transitam por todos os ambientes, inclusive estradas abertas para manejo das fazendas produtoras de madeira. </p>
<p>“Esse tipo de comportamento sugere a possibilidade de conexão entre as áreas nativas e cultivadas da paisagem, uma vez que tende a tornar a matriz de pinus mais porosa aos fluxos específicos de abrigo e dissipação de energia, e, por outro lado, aumenta a probabilidade de conectividade entre as manchas remanescentes de mata nativa”, descreve Deisy em sua tese. </p>
<p>Fluxos biológicos<br />
O trabalho mostra também que a probabilidade de organismos conseguirem atravessar os talhões de pinus, alcançando as áreas naturais de habitat, é aumentada à medida que a paisagem se torna mais diversificada, com manchas de variados tamanhos e variadas distâncias. E na região estudada a grande quantidade de córregos e riachos resultou em uma rica densidade de corredores de vegetação ciliar que integra as diferentes áreas das fazendas. </p>
<p>A bióloga defende que essa paisagem entrecortada e a irregularidade de formas das manchas de pinus tende a aumentar o contato entre a matriz produtiva de madeira de reflorestamento e a vegetação natural remanescente. Além disso, o estudo mostra que o efeito borda, geralmente considerado como um dos problemas para a manutenção da biodiversidade em Unidades de Conservação, é positivo dentro das fazendas de reflorestamento. “Estas bordas permitiram uma maior superfície de contato dos ambientes naturais com os talhões de pinus, permitindo maiores fluxos biológicos dentro da paisagem”, conta Deisy. </p>
<p>Do ponto de vista técnico, descreve a bióloga, “a diversidade do arranjo estrutural da paisagem estudada potencializa sua diversidade funcional”. E até mesmo o sistema viário das fazendas produtoras de madeira desempenha papel de conexão entre áreas de vegetação nativa e talhões de pinus. A bióloga observou, por exemplo, que as estradas representam subdivisões entre os talhões, formando várias quadriculações na paisagem. </p>
<p>“Esta configuração gera áreas de contato entre as unidades, aumentam o contato das bordas de pinus com as áreas de floresta e capoeira”, explica Deisy, que analisou a paisagem do planalto norte catarinense a partir de uma visão sistêmica, contemplando elementos históricos, físicos e ecológicos. Ela defende a concepção de que a paisagem é produto da relação histórica do homem com os elementos formadores da paisagem, como o clima, o relevo, solo água, vegetação e diferentes usos da terra. </p>
<p>Novo paradigma de conservação<br />
Na visão da bióloga, um cenário de sustentabilidade para as fazendas produtoras de madeira exige a continuidade dessa perspectiva sistêmica e, necessariamente, a inclusão do fator humano como parte integrante da paisagem e corresponsável por sua conservação e restauração. </p>
<p>“É necessário problematizar as situações do nosso tempo, enfrentado as complexidades. As paisagens e suas conectividades se inserem em realidades ainda pouco exploradas pela ciência, especialmente as ciências baseadas em metodologias sistêmicas que incluam, além de tantos outros componentes, o elemento humano com potencial modificador e possível restaurador dos processos naturais”, defende a autora da tese. </p>
<p>“Um novo paradigma para a conservação é levantado por esta pesquisa, uma vez que ficou evidente que as fazendas produtoras de madeira, com seus aspectos produtivos e conservativos, representam grandes núcleos de diversidade biológica e potenciais para a integração da paisagem dentro da região estudada, o planalto norte catarinense”, defende o orientador do trabalho, professor Ademir Reis. </p>
<p>Ele acredita que a tese traz uma importante contribuição ao tema da restauração ambiental, assunto recente, que ainda depende de bases ecológicas sólidas e de experiências de campo. E destaca seu entendimento de que o ato de restaurar não deve ser compreendido como sinônimo de refazer ecossistemas, mas como uma possibilidade de reorganizar a comunicação entre as diferentes dimensões da paisagem natural, conciliando as necessidades do homem. </p>
<p>Nesta perspectiva, defende, “o planejamento de forma conjunta dentro do setor florestal, envolvendo outras regiões do Sul do Brasil, poderá trazer significativos avanços no sentido de propiciar uma produção sustentada de madeira para suprir as necessidades da sociedade. “As fazendas de pinus tendem a atuar como grandes regiões nucleadoras na paisagem do Planalto Norte Catarinense, sendo capazes de propiciar potencialidades para formar, numa escala local, dentro de comunidades em restauração, novas populações, facilitando a criação de novos nichos de regeneração e colonização, além de gerar, numa escala de contexto, novas situações de integração da paisagem regional”, comemora. </p>
<p>“Soma-se a isto a capacidade de manter no campo um ambiente equilibrado, evitando processos erosivos, mantendo os fluxos da água, fazendo uma boa conservação do solo e, com este conjunto, mantendo os fluxos biológicos necessários para a conservação da biodiversidade”, complementa o coordenador do Laboratório de Restauração Ambiental Sistêmica da UFSC, onde novas concepções sobre a restauração dos ecossistemas naturais vêm sendo desenvolvidas para tornar compatível a conservação dos recursos naturais e os processos produtivos. </p>
<p>A tese “Abordagem sistêmica para a restauração da paisagem” foi defendida em fevereiro, no auditório do Centro de Ciências Agrárias da UFSC, no bairro Itacorubi. </p>
<p>Mais informações: </p>
<p>Com a autora: Deisy Regina Tres / E-mail: tres_deisy@yahoo.com.br / Fone: (11) 6492-9004 ou (48) 9925-6542<br />
Com o orientador do trabalho: Ademir Reis / E-mail: ademir.reis.ufsc@gmail.com / Fone: (48) 3721-8539 </p>
<p>(<a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=13613">Agecom</a>, 01/03/2010) </p>
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