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	<description>Notícias de Tecnologia Multimídias da Grande Florianópolis</description>
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		<title>Pós-graduação de marketing digital em Florianópolis</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino. marketing digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Santa Catarina ganha mais uma opção de curso de qualidade na área de marketing digital. A iniciativa é da Clear Educação e Inovação, empresa de capacitação e treinamento que pretende ser um centro de geração de conhecimentos e de formação de líderes e empreendedores em diversas áreas, com foco especial em Marketing e Negócios Digitais.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Catarina ganha mais uma opção de curso de qualidade na área de marketing digital. A iniciativa é da Clear Educação e Inovação, empresa de capacitação e treinamento que pretende ser um centro de geração de conhecimentos e de formação de líderes e empreendedores em diversas áreas, com foco especial em Marketing e Negócios Digitais.</p>
<p>O curso de pós-graduação que será oferecido em Florianópolis é o I-MBA em Gestão de Negócios, Mercados e Projetos Interativos. É uma parceria entre a Clear Educação e Inovação e o I-Group, empresa sediada em São Paulo que já desenvolveu centenas de projetos para alguns dos maiores clientes da América Latina e formou mais de 1.000 alunos em seus cursos de curta duração e MBA.</p>
<p>As aulas começam em setembro de 2010. Com duração de 16 meses, o curso é autorizado pelo MEC e certificado pela Faculdade Impacta Tecnologia. As aulas são realizadas por meio de uma vídeo conferência interativa em que o aluno é participante ativo. O curso dá ênfase no coletivo e na troca por meio do networking. Os professores dos módulos concentram-se exclusivamente no conteúdo da disciplina e um tutor local controla ambiente de aula, modera perguntas, dinâmicas de grupo, exercícios e debates entre os diversos Espaços Educacionais (EE’s).</p>
<p>A coordenadora da turma de Florianópolis, será Vanessa Aguiar, jornalista com especialização em ciências sociais, com 10 anos de experiência em marketing digital. Vanessa trabalhou durante cinco anos na área de Marketing do Banco Real e em grandes agências de São Paulo produzindo campanhas e estratégias digitais para marcas como TIM, Wal-Mart, Peugeot, Oi, Bradesco, entre outras.</p>
<p>Confira uma apresentação da pós-graduação, bem como o programa previsto.</p>
<p><strong>Sobre a Clear</strong></p>
<p>A Clear Educação e Inovação é uma iniciativa de Fernanda Bornhausen Sá, psicóloga e empresária da área de comunicação, Ana Paula da Silva Bornhausen, dentista e Vanessa Aguiar de Jesus, jornalista especializada em marketing digital.</p>
<p>A Clear Educação e Inovação é um espaço de estímulo à troca de idéias e promoção do intercâmbio de abordagens e pontos de vista em Santa Catarina. Tudo isso com extremo conhecimento do mercado local, mas também levando aos alunos as tendências do Brasil e do mundo. Olhares múltiplos que se somam para criar conhecimento estratégico.</p>
<p>(Rodrigo Lóssio, <a href="http://tisc.com.br/ensino/pos-graduacao-de-marketing-digital-em-florianopolis/" target="blank">TISC</a>, 03/09/2010)</p>
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		<title>UFSC lidera iniciativa para desenvolvimento de banco de dados sobre nutrição de peixes de cultivo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Difundir as informações geradas pela pesquisa de forma acessível a produtores, técnicos e outros segmentos da cadeia produtiva relacionada ao cultivo de peixes. Esse é um dos objetivos do projeto NutriAqua, que tem apoio financeiro do Ministério da Pesca e Aquicultura. O projeto permitirá o desenvolvimento de um banco de dados sobre as exigências nutricionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Difundir as informações geradas pela pesquisa de forma acessível a produtores, técnicos e outros segmentos da cadeia produtiva relacionada ao cultivo de peixes. Esse é um dos objetivos do projeto NutriAqua, que tem apoio financeiro do Ministério da Pesca e Aquicultura. O projeto permitirá o desenvolvimento de um banco de dados sobre as exigências nutricionais e composição de alimentos, além de uma ferramenta específica para a formulação de rações para peixes. Os gastos com rações em aquicultura variam entre 30 e 60% do custo total de produção, podendo atingir até 85% em sistemas intensivos.</p>
<p>Pesquisadores de oito universidades e duas instituições de pesquisa, além de representantes da indústria de rações e do Ministério da Pesca e Aquicultura participam da iniciativa. O trabalho é liderado pela professora Débora M. Fracalossi, do Departamento de Aquicultura, Centro de Ciências Agrárias da UFSC, e pelo professor José Eurico P. Cyrino, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, ligada à Universidade de São Paulo.</p>
<p>O trabalho prevê também a elaboração de uma publicação que disponibilizará informações sobre exigências nutricionais, tabelas de composição de ingredientes comumente utilizados em rações para peixes, entre outras informações sobre nutrição e alimentação.</p>
<p><strong>Desafios</strong></p>
<p>Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) indicam que a produção de rações aquáticas é uma das indústrias da agropecuária de mais rápida expansão no mundo, com taxas de crescimento anual superiores a 30% ao ano. No entanto, a otimização na formulação de rações depende da determinação precisa das exigências nutricionais para as diferentes fases de desenvolvimento, aliada ao conhecimento sobre a utilização dos nutrientes no alimento. Estas informações são geradas pela pesquisa, mas são divulgadas em artigos científicos, de circulação restrita ao meio acadêmico e muitas vezes de difícil interpretação prática entre produtores.</p>
<p>Além disso, na aquicultura, as publicações que compilam as exigências nutricionais são escassas. “O National Research Council”, Estados Unidos da América, foi responsável pela publicação de boletins em 1981, 1983 e 1993, onde estas informações foram disponibilizadas de forma organizada e em linguagem acessível. Alguns livros também contêm dados de forma organizada, mas eles estão desatualizados e não incluem muitas das espécies criadas no Brasil”, explica a professora Débora M. Fracalossi.</p>
<p>De acordo com a supervisora do Laboratório de Nutrição de Organismos Aquáticos, em outras áreas da produção animal, como suinocultura e avicultura (o Brasil destaca-se como um dos maiores exportadores mundiais de carne congelada de frango), dados sobre as exigências nutricionais e composição dos alimentos utilizados na fabricação de rações estão sumarizados nas Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos, que têm publicação periódica.</p>
<p>“O desenvolvimento da plataforma NutriAqua vai proporcionar o ordenamento das informações até hoje geradas pela pesquisa sobre as exigências nutricionais das espécies de interesse para a aquicultura brasileira. Além disso, por meio de uma publicação estas informações serão disponibilizadas de forma acessível para os diferentes elos da cadeia produtiva”, explica.</p>
<p>“Um ganho paralelo importante com a criação da plataforma será a definição de áreas que necessitam ser investigadas para preencher lacunas sobre as exigências de cada espécie, o que permitirá melhor direcionamento dos investimentos governamentais em pesquisa na área, entre outros benefícios”, complementa a professora.</p>
<p>Em sua opinião, o Brasil está muito aquém do seu potencial de cultivo de peixes. “Com clima favorável para aquicultura e água em abundância, tanto em reservatórios como na imensa costa, pode-se dizer que é a aquicultura é um “gigante adormecido”, alerta.</p>
<p>Mais informações no site da Plataforma Nutriaqua (www.nutriaqua.com.br a partir de 15 de Setembro) ou com a professora Débora Machado Fracalossi / fone (48) 3389-5216 / E-mail: deboraf@cca.ufsc.br</p>
<p>(Arley Reis, <a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=21811" target="blank">Agecom</a>, 03/09/2010) </p>
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		<title>Internet e cidadania</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
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		<description><![CDATA[(Editorial, DC, 01/09/2010)
Já não basta apenas saber ler, escrever, efetuar cálculos básicos e interpretar textos com relativa proficiência para chegar ao conhecimento e ao mercado de trabalho. Hoje, é necessário, igualmente, saber usar um computador e ter acesso à internet. De fato, sem saber usar as novas tecnologias, os indivíduos perderão as melhores oportunidades de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Editorial, <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#038;local=18&#038;source=a3024600.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=15412&#038;section=1320" target="blank">DC</a>, 01/09/2010)</p>
<p>Já não basta apenas saber ler, escrever, efetuar cálculos básicos e interpretar textos com relativa proficiência para chegar ao conhecimento e ao mercado de trabalho. Hoje, é necessário, igualmente, saber usar um computador e ter acesso à internet. De fato, sem saber usar as novas tecnologias, os indivíduos perderão as melhores oportunidades de inserção produtiva na sociedade. O país, que ainda tem 14,2 milhões de iletrados e mais 30 milhões de analfabetos funcionais, precisa investir, também, para atacar uma nova forma de exclusão. A inclusão digital é uma questão de cidadania, por ser um novo direito em si e um meio de garantir outros direitos. Para combater a exclusão digital, o governo federal criou o Plano Nacional de Banda Larga, mas não incluiu Santa Catarina e os dois outros estados sulinos na primeira fase da implantação. Das cem cidades selecionadas para a arrancada do programa, nenhuma está localizada na Região Sul.</p>
<p>Como este jornal informou, ontem, o Estado poderá ter o seu próprio plano de internet rápida, capaz de oferecer entre 500 mil e 1 milhão de novas conexões para as classes C e D. Trata-se de uma oportuna iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) em parceria e com incentivos do poder público estadual. Hoje, há mais de cem cidades catarinenses prejudicadas no acesso à banda larga. Situação que não se coaduna com um Estado ostenta alguns dos melhores indicadores socioeconômicos do país.</p>
<p>No ano passado, Santa Catarina tinha 460 mil acessos à internet rápida. O plano agora proposto poderá triplicar este número, promovendo a inclusão digital de centenas de milhares de cidadãos.</p>
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		<title>Gtt amplia uso de RFID no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A empresa catarinense Gtt, especializada no desenvolvimento de soluções em RFID, tem se destacado por sua ação neste mercado, em diferentes segmentos. A tecnologia de identificação por rádio frequência tem dezenas de aplicações por meio de chips que permitem responder aos sinais de rádio enviados por uma base transmissora.
A Gtt tem focado sua atuação em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa catarinense Gtt, especializada no desenvolvimento de soluções em RFID, tem se destacado por sua ação neste mercado, em diferentes segmentos. A tecnologia de identificação por rádio frequência tem dezenas de aplicações por meio de chips que permitem responder aos sinais de rádio enviados por uma base transmissora.</p>
<p>A Gtt tem focado sua atuação em áreas como logística, saúde e fármacos. A empresa acaba de ser selecionada para participar como palestrante no ID World, congresso internacional da área de autoidentificação, que acontece entre os dias 16 e 18 de novembro em Milão. Considerado um dos mais importantes eventos mundiais na área de autoidentificação, a edição deste ano vai abordar a identificação automática em diversos mercados por meio de palestras e conferências com os mais renomados experts no assunto.</p>
<p>&#8220;A participação no Congresso ID World credencia a Gtt, bem como o Brasil, como referência no desenvolvimento de tecnologias de rastreamento como o RFID. Na ocasião, apresentarei o case de uma grande distribuidora de medical devices, a Cardio Medical&#8221;, comenta Guido Dellagnelo, diretor da Gtt.</p>
<p>Com aproximadamente 400 clientes, a Cardio Medical, que atua nos segmentos de cardiologia e hemodinâmica, tem como prioridade o controle e rastreamento dos seus 2 mil diferentes produtos, pois além de serem itens importantes de negócios, possuem um forte controle da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).</p>
<p>Com o objetivo de aumentar a eficiência do processo de movimentação do estoque de produtos médico-hospitalares e auxiliar o controle/rastreabilidade dos produtos consignados para clínicas e hospitais utilizados em cirurgias cardíacas ou procedimentos de hemodinâmica intervencionista, foi implantado um portal de RFID no estoque da distribuidora. Atualmente, são controladas 18.000 unidades de produtos, sendo que a Cardio Medical movimenta 8.000 unidades/mês.</p>
<p>Entre as vantagens dessas soluções da Gtt está a ampla visão da situação do estoque, através da plataforma online que disponibiliza informações do sistema via web, e a verificação de produtos com data de validade vencida (ou vencendo). Essa última função é auxiliada pelo Auditor Remoto. O aparelho, que funciona como uma pistola com leitor de RFID, interligado a um microcomputador, faz a leitura dos produtos e responde às questões pré-programadas, como a diferença de saldo no estoque e prazos de validade das mercadorias.</p>
<p><strong>Gt Cabinet<br />
RFID na saúde</strong></p>
<p>Saber o destino da bagagem extraviada no aeroporto ou verificar o valor exato das compras no supermercado antes mesmo de chegar ao caixa são possibilidades do RFID prestes a serem aplicadas aqui mesmo no Brasil. Mas mais do que facilitar, essa tecnologia pretende revolucionar segmentos que necessitam de altos níveis de segurança e qualidade. As vantagens que o RFID oferece para a área de saúde foram tema de palestra de especialistas da Gtt, empresa que desenvolve soluções com esta tecnologia, durante o I Congresso Nacional de RFID, que aconteceu entre os dias 26 e 29 de agosto em Salvador, na Bahia.</p>
<p>O evento reuniu profissionais atuantes em setores como logística, varejo, supply chain, transporte, hospitalar e farmacêutica, além de Governo, desenvolvedores de software e pesquisadores dessa tecnologia com o objetivo discutir iniciativas de projetos com aplicações de RFID.</p>
<p>A Gtt desenvolve soluções voltadas para atender a área médica e farmacêutica, envolvendo toda a cadeia de hospitais, clínicas até distribuidoras de medicamentos ou produtos médico-hospitalares. Com o objetivo de proporcionar segurança, agilidade e economia, a empresa criou o Cabinet, um armário inteligente para armazenar produtos que necessitem de monitoramento constante, como os OPMEs.</p>
<p><strong>Sobre a Gtt</strong></p>
<p>Sediada no município de Palhoça (SC), a Gtt é uma empresa com know-how para desenvolver soluções com a tecnologia RFID (Identificação por radiofreqüência). Atualmente, tem soluções desenvolvidas para a logística, com sistema instalado em Porto Seco para automatizar a movimentação e armazenamento de contêineres, e para a área médica (healthcare), beneficiando toda a cadeia de serviços (hospitais, clínicas, distribuidores e fabricantes).</p>
<p>(<a href="http://tisc.com.br/madeinsc/gtt-amplia-uso-de-rfid-no-brasil/" target="blank">TISC</a>, 01/09/2010)</p>
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		<item>
		<title>IPM credencia revenda autorizada para o Estado de Goiás</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[O principal foco serão as prefeituras, institutos, fundações, câmaras de vereadores e outras entidades subordinadas às Leis de Licitação e Contabilidade Pública.
No último dia 31, foi assinado o primeiro contrato de parceria comercial, através do qual a empresa JAD Consultoria em Informática Pública Ltda passa a ser REVENDA AUTORIZADA IPM.
A JAD é composta por profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O principal foco serão as prefeituras, institutos, fundações, câmaras de vereadores e outras entidades subordinadas às Leis de Licitação e Contabilidade Pública.</p>
<p>No último dia 31, foi assinado o primeiro contrato de parceria comercial, através do qual a empresa JAD Consultoria em Informática Pública Ltda passa a ser REVENDA AUTORIZADA IPM.</p>
<p>A JAD é composta por profissionais com larga experiência em Contabilidade Pública e Consultoria aos Municípios e já conta com equipe técnica qualificada para realização de serviços de informática em várias áreas atendidas com o software de gestão Atende.Net.</p>
<p>A Revenda atuará no estado de Goiás e investirá na ampliação de seu quadro técnico para prestar ótimos serviços aos municípios na área tecnológica, especialmente na implantação de aplicativos (instalação, configuração, migração de informações e capacitação de usuários), como também os de atendimento técnico local, após a implantação.</p>
<p>Os serviços de help desk serão realizados pela IPM, através de sua central de atendimento, que por sua vez, conta com tecnologia VOIP, CHAT e outras para realizar intervenções técnicas remotas. A sede da JAD está em Goiânia, na Rua 110A, quadra F33 Lt 12 &#8211; Setor sul &#8211; Goiânia-GO &#8211; CEP 74085-110, Fone/fax: 62 3092-7777.</p>
<p>A equipe técnica da empresa parceira passou por um bom período de treinamento e participou efetivamente dos projetos de informatização dos municípios de Trindade e Montevidiu, todos no estado de Goiás.</p>
<p><img src="http://formidia.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/ipm.JPG" alt="ipm" title="ipm" width="594" height="430" class="aligncenter size-full wp-image-1291" /></p>
<p>(<a href="http://www.ipm.com.br/site/noticias/277/ipm-credencia-revenda-autorizada-para-o-estado-de-goias" target="blank">IPM</a>, 01/09/2010)</p>
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		<title>A história da internet</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[infográfico]]></category>

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		<description><![CDATA[A Internet surgiu a partir de pesquisas militares nos períodos áureos da Guerra Fria. Na década de 1960, quando dois blocos ideológica e politicamente antagônicos exerciam enorme controle e influência no mundo, qualquer mecanismo, qualquer inovação, qualquer ferramenta nova poderia contribuir nessa disputa liderada pela União Soviética e por Estados Unidos: as duas superpotências compreendiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Internet surgiu a partir de pesquisas militares nos períodos áureos da Guerra Fria. Na década de 1960, quando dois blocos ideológica e politicamente antagônicos exerciam enorme controle e influência no mundo, qualquer mecanismo, qualquer inovação, qualquer ferramenta nova poderia contribuir nessa disputa liderada pela União Soviética e por Estados Unidos: as duas superpotências compreendiam a eficácia e necessidade absoluta dos meios de comunicação. </p>
<p><img src="http://formidia.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/internet-history_0.jpg" alt="internet-history_0" title="internet-history_0" width="600" height="3964" class="aligncenter size-full wp-image-1288" /></p>
<p>(<a href="http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=5&#038;pg=28589" target="blank">Acontecendo Aqui</a>, 01/09/2010)</p>
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		<title>SC terá seu próprio Plano de Banda Larga</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/31/sc-tera-seu-proprio-plano-de-banda-larga/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresas criam projeto para oferta de até 1 milhão de novas conexões, com valor a partir de R$ 18
Esquecida pelo governo federal na primeira fase do Plano Nacional de Banda Larga, SC poderá ter seu próprio plano de internet rápida. A meta da “internet da família” é oferecer entre 500 mil e 1 milhão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas criam projeto para oferta de até 1 milhão de novas conexões, com valor a partir de R$ 18</p>
<p>Esquecida pelo governo federal na primeira fase do Plano Nacional de Banda Larga, SC poderá ter seu próprio plano de internet rápida. A meta da “internet da família” é oferecer entre 500 mil e 1 milhão de novas conexões para as classes C e D do Estado com, no mínimo, um mega por segundo (Mbps) de velocidade.</p>
<p>A iniciativa é da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), que pretende levar, em setembro, ao governo do Estado, o anteprojeto do plano. A conexão mínima oferecida será mais rápida do que a do plano nacional, que tem 512 kilobit por segundo (kbps).</p>
<p>Conforme as propostas de subsídio, como redução de ICMS, as velocidades podem subir para dois ou três Mbps, diz o diretor de telecomunicações da Acate, Norberto Dias. Ele acredita no papel indutor do Estado, articulado com a iniciativa privada, para viabilizar o projeto.</p>
<p>– O projeto não pode ser só privado, esse modelo não deu certo. Temos em SC empresas que podem oferecer infraestrutura, serviços e equipamentos. Temos o governo do Estado, com Ciasc, Fapesc e Celesc, com uma rede de fibras que pode ser interligada. Em vez de ficarmos esperando, vamos fazer proposições – destaca.</p>
<p>O plano custará entre R$ 18 e R$ 20 por mês para um Mbps, subindo à medida em que demandar mais banda. O foco do projeto é ampliar a rede de internet para fora dos grandes centros. Dias aponta mais de cem cidades prejudicadas no acesso à telefonia celular e também à banda larga.</p>
<p>O projeto está sendo desenvolvido por 25 empresas de SC. Dias afirma que o plano estadual será interligado ao nacional e vê resultados positivos para todos os setores.</p>
<p>– A população terá acesso mais barato, o governo estadual vai arrecadar mais imposto, o federal terá capilarizado mais a banda larga no país e os provedores terão mercado. Quanto mais envolvidos no processo, maior o êxito – avalia.</p>
<p>Caso o plano estadual catarinense tenha êxito, será possível até triplicar o número de acessos à banda larga no Estado. Em 2009, Santa Catarina tinha 460 mil acessos.</p>
<p>O Paraná também apresentou este mês seu plano estadual de banda larga, mas, diferente do modelo catarinense de articulação, está atrelado ao governo estadual, via Copel, estatal paranaense de energia.</p>
<p><strong>Seleção nacional ignorou Região Sul</strong></p>
<p>Boa infraestrutura e cobertura de internet, pequena extensão territorial, baixa concentração populacional e falta de articulação política. Estas são algumas das razões apontadas por especialistas para a exclusão de SC do Plano Nacional de Banda Larga, nesta primeira fase de implantação.</p>
<p>O governo selecionou cem cidades, mas nenhuma está no Sul do país.</p>
<p>O presidente da Associação dos Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu) de SC, Carlos Eduardo Nascimento, entende que para o chamado “Sul maravilha”, uma rede de 512 kbps não é significativo, mas para as regiões Norte e Nordeste é um salto de qualidade. Mas reconhece que há pequenas cidades do Extremo-Oeste catarinense, por exemplo, que ficariam contentes com 512 kbps, mas não têm por não ser viável comercialmente para empresas.</p>
<p>– Pode ter havido problemas políticos, com resistência grande à entrada do governo estadual nos programas federais – observa Nascimento.</p>
<p>Norberto Dias, da Acate, afirma que não houve articulação para a implantação da banda larga em SC.</p>
<p>O diretor do Sindicato das Empresas de Informática da Grande Florianópolis, Geraldo Otto, reconhece a importância do papel do governo.</p>
<p>– As empresas querem trabalhar com o filé. Se governo não fizer a parte dele, exigindo que vão para outras regiões, a disparidade aumenta. Mas não pode deixar que isso norteie as decisões do governo – avalia.</p>
<p><img src="http://formidia.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/bandalarga.jpg" alt="bandalarga" title="bandalarga" width="600" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-1285" /></p>
<p>(<a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#038;local=18&#038;source=a3023848.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=15405&#038;section=129" target="blank">DC</a>, 31/08/2010)</p>
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		<title>Diário da Saúde recebe atualizações</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último mês, várias foram as alterações efetuadas, sempre buscando maior praticidade aos usuários.
Com objetivo de atender cada vez melhor os clientes, os técnicos da IPM &#8211; Informática Pública Municipal são capacitados constantemente para realizarem as atualizações nos módulos. Com o Diário da Saúde não é diferente.
No menu Atendimento > Farmacêutico > Dispensação > Incluir, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último mês, várias foram as alterações efetuadas, sempre buscando maior praticidade aos usuários.<br />
Com objetivo de atender cada vez melhor os clientes, os técnicos da IPM &#8211; Informática Pública Municipal são capacitados constantemente para realizarem as atualizações nos módulos. Com o Diário da Saúde não é diferente.</p>
<p>No menu Atendimento > Farmacêutico > Dispensação > Incluir, agora é possível informar vários tipos de receita em uma única dispensação. Para isto, foram criadas quatro novas abas: Receita Simples, Receita Especial, Receita A e Receita B.</p>
<p>Além disso, no menu Importações, foi inclusa uma opção de importação dos Sistemas do SUS, chamada CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde). Com esta opção, o usuário pode, além de importar, atualizar os dados referentes às unidades de saúde, profissionais e equipes de agentes comunitários cadastrados no sistema. Esta alteração trará aos clientes uma grande economia de tempo, já que antes era necessário manter os dois sistemas atualizados, pois o CNES não contava com esta exportação de dados.</p>
<p>Em Agendamento > Lista de Espera, no item consulta, agora é possível filtrar a pesquisa também por “Especialidade”. Por exemplo, se existem 200 pacientes cadastrados e você quer encontrar aquele que solicitou uma consulta com o ortopedista, basta selecionar no campo especialidade a opção “Ortopedista” e será muito mais prático encontrar a pessoa desejada. Também foi adicionado, em Cadastros > Produtos > Consultar, o filtro de pesquisa “Tipo da Receita”, onde é possível encontrar o resultado desejado selecionando entre os itens: simples, especial, receita A ou B.</p>
<p>Já no menu Importações, foi implantada uma nova alternativa, chamada FPO (Ficha de Programação Orçamentária). Esta opção permitirá ao usuário do software importar a ficha de programação orçamentária do Ministério da Saúde, dispensando a digitação manual.</p>
<p>Em Relatórios > Atendimento > Controle de Produção > Relatórios, foi adicionada uma nova opção de impressão, a “Por Idade”. Esta rotina irá listar a produção efetuada no período informado pela idade do paciente.</p>
<p>Em todas as rotinas de lançamento de informações (Acolhimento, Triagem, Atendimento Médico, Atendimento Odontológico, Registro de Produção e outras), ao informar o profissional, agora o sistema irá exibir a(s) especialidade(s) do mesmo. Esta alteração facilita o controle de registro de produção para os profissionais que possuem mais de uma especialidade, como por exemplo, a de clínico geral e pediatra.</p>
<p><strong>Inovação</strong></p>
<p>A partir de agora, é possível estabelecer horários e números de exames a serem efetuados por dia. Para isto, no menu Cadastros > Unidades de Saúde > Orçamento > Unidades de Saúde do Convênio, em consultar, foi inclusa a agenda da unidade.</p>
<p>Na hora de incluir um exame, a rotina irá respeitar os horários disponibilizados, conforme configuração do usuário.</p>
<p>Ao selecionar um convênio, o sistema irá verificar quais unidades possuem disponibilidade e irá montar o calendário de dias com horários disponíveis. E ao selecionar o dia, o sistema irá exibir os horários disponíveis, seguindo o agendamento, como é feito atualmente.</p>
<p>(<a href="http://www.ipm.com.br/site/noticias/276/diario-da-saude-recebe-atualizacoes" target="blank">IPM</a>, 31/08/2010)</p>
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		<title>Grupo de Astrofísica da UFSC analisa dados de um milhão de galáxias</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Universo possui em torno de 100 bilhões de galáxias. São gigantescas acumulações de estrelas, planetas, poeira e gás, em geral com um buraco negro em seu núcleo. É nas galáxias, por exemplo, que se formam as estrelas. A UFSC colabora com o esforço mundial de investigação destas estruturas fascinantes pela variedade de formas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Universo possui em torno de 100 bilhões de galáxias. São gigantescas acumulações de estrelas, planetas, poeira e gás, em geral com um buraco negro em seu núcleo. É nas galáxias, por exemplo, que se formam as estrelas. A UFSC colabora com o esforço mundial de investigação destas estruturas fascinantes pela variedade de formas e fenômenos que ocorrem em seu interior.</p>
<p>Um projeto desenvolvido desde 2005 pelo Grupo de Astrofísica analisa dados de mais de um milhão de galáxias. Esta quantidade colossal de informações foi captada por um telescópio localizado no sul dos Estados Unidos e que atende ao Sloan Digital Sky Survey. Desde 2000 esse megaprojeto “varre” o céu noturno, coletando mais de um milhão de espectros de galáxias, quasares e estrelas.</p>
<p>“Um ditado na astronomia diz que um espectro vale por mil imagens”, lembra o professor Roberto Cid Fernandes, pesquisador do Grupo de Astrofísica. Ele é o responsável pelo desenvolvimento do software Starlight, uma ferramenta para síntese de espectros eletromagnéticos, que mostram a quantidade de radiação emitida por um objeto em cada comprimento de onda (isto é, para cada “cor”).</p>
<p>Por meio de técnicas matemáticas e computacionais, o Starlight indica a combinação de populações estelares de diferentes idades que melhor reproduz o espectro de uma galáxia. Dessa forma, permite a obtenção de sua massa em estrelas, a história de formação estelar e a evolução química de uma galáxia, entre várias outras propriedades. “É um pouco como um censo do IBGE para cada galáxia, mas sem ter que ir de porta em porta perguntando a cada estrela sua data de nascimento”, diz o pesquisador.</p>
<p>“É um programa muito útil para todos que trabalham na área, e sua aplicação a tantas galáxias vem produzindo resultados fantásticos”, comemora o pesquisador, mostrando gráficos gerados pelo Starlight, um esforço que já rendeu 400 citações ao seu trabalho. A partir desse modelo computacional o Grupo de Astrofísica da UFSC vem descrevendo novas características para as galáxias, avançando em uma “taxonomia” destas estruturas cósmicas.</p>
<p>Uma classificação proposta é a de “galáxias aposentadas”. A análise dos espectros de um milhão de galáxias permitiu a observação de que estrelas muito velhas podem também gerar linhas de emissão no espectro eletromagnético e estavam “enganando” os pesquisadores. Pareciam caracterizar galáxias ativas, “energizadas” por buracos negros, quando na verdade a energia vem de estrelas formadas há mais de 100 milhões de anos. Portanto, estas galáxias já não formam mais estrelas.</p>
<p>O estudo desenvolvido pela UFSC em parceria com Observatório de Paris levou à proposta da classe de “galáxias aposentadas” e publicação de um artigo na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society&#8221;, uma das mais importantes revistas no campo da astrofísica.</p>
<p>“Os dados nos mostram que metade das galáxias que avaliamos está na categoria de aposentada. Isso muda radicalmente a demografia do universo local”, diz Cid. “Estas galáxias eram indistinguíveis pelos critérios tradicionais usados há mais de 30 anos. As coisas estavam misturadas, mas galáxias ativas e aquelas que não geram mais estrelas apresentam mecanismos completamente diferentes. É como não diferenciar um homem de um elefante simplesmente porque os dois são mamíferos”, brinca o pesquisador.</p>
<p>Agora a equipe comemora a aceitação de um novo paper no periódico da Royal Astronomical Society, em que propõe critérios &#8220;simples&#8221; para classificação de galáxias.</p>
<p>O professor destaca que a disponibilidade universal de grandes conjuntos de dados está aos poucos mudando o modo de fazer ciência. A avalanche de dados de projetos como o Sloan Digital Sky Survey torna a análise uma tarefa complexa, que necessariamente passa pela automatização de procedimentos normalmente realizados &#8220;à mão&#8221;, objeto a objeto. Há necessidade de técnicas matemáticas e computacionais para explorar estas bases e extrair a informação física procurada. É isso que faz o Starlight, um dos frutos dessa nova era da astronomia.</p>
<p>(<a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=21651" target="blank">Agecom</a>, 31/08/2010)</p>
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		<title>Inscrição para o Prêmio Finep de Inovação 2010 termina amanhã (31)</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[programa]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A inscrição para o Prêmio Finep de Inovação 2010 vai até amanhã (31). As empresas e instituições interessadas devem efetuar a inscrição em formulário específico disponível no site: http://www.finep.gov.br/premio. Este ano, todos os vencedores receberão recursos do programa de Subvenção Econômica, que variam de R$ 120 mil a R$ 2 milhões.
Nesta nova edição, além das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inscrição para o Prêmio Finep de Inovação 2010 vai até amanhã (31). As empresas e instituições interessadas devem efetuar a inscrição em formulário específico disponível no site: <a href="http://www.finep.gov.br/premio" target="blank">http://www.finep.gov.br/premio</a>. Este ano, todos os vencedores receberão recursos do programa de Subvenção Econômica, que variam de R$ 120 mil a R$ 2 milhões.</p>
<p>Nesta nova edição, além das seis categoriais tradicionais – Instituição de Ciência e Tecnologia, Micro e Pequena Empresa, Média Empresa, Grande Empresa, Tecnologia Social e Inventor Inovador (apenas para candidatos com patente depositada Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e efetiva comercialização de suas criações nos últimos três anos) –, a FIinanciadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) também premiará as melhores práticas em Gestão da Inovação.</p>
<p>Outra novidade é que será aceita inscrição de Organizações Não Governamentais (ONGs) na categoria Tecnologia Social. Até 2009, apenas instituições de ensino e pesquisa podiam concorrer à categoria.</p>
<p>São duas etapas de premiação. Em um primeiro momento, a Finep seleciona os mais inovadores nas cinco regiões do País, em um total de três vencedores por categoria (exceto Inventor Inovador, com apenas um vencedor por região, e Grande Empresa, que é apenas nacional). Os primeiros colocados de cada região concorrem, no final do ano, ao Prêmio Nacional, que determina então o melhor de cada segmento. Como nas edições anteriores, o prêmio nacional é concedido em cerimônia em Brasília, com a presença do presidente da República.</p>
<p>(MCT, 30/08/2010)</p>
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