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	<title>Formidia &#187; artigo</title>
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	<description>Notícias de Tecnologia Multimídias da Grande Florianópolis</description>
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		<title>A ciência na eleição</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 09:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo escrito por Moacir Loth &#8211; Jornalista (DC, 31/07/2010)
Santa Catarina, ao colocar, gradativamente, em prática a ideia de que ciência, tecnologia e inovação merecem a condição de política de Estado, pavimentou o caminho que encurta a distância entre a academia, o governo e o setor produtivo. A regulamentação da Lei Catarinense de Inovação e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo escrito por Moacir Loth &#8211; Jornalista (<a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#038;local=18&#038;source=a2989563.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=15198&#038;section=1320" target="blank">DC</a>, 31/07/2010)</p>
<p>Santa Catarina, ao colocar, gradativamente, em prática a ideia de que ciência, tecnologia e inovação merecem a condição de política de Estado, pavimentou o caminho que encurta a distância entre a academia, o governo e o setor produtivo. A regulamentação da Lei Catarinense de Inovação e a aprovação da Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação consolidam a estratégia para o desenvolvimento sustentado nas localidades onde vivem os cidadãos.</p>
<p>Fortalecem esta filosofia as ações concretas de descentralização e de desconcentração da atividade científica, tecnológica e inovadora. Os avanços conquistados só foram possíveis por causa do engajamento da comunidade científica, das universidades, dos institutos e das lideranças políticas e empresariais.</p>
<p>A UFSC, a Udesc, o Sistema Acafe (fundações educacionais), a Epagri, a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica (Fapesc) e a Fiesc tiveram papel relevante nessa caminhada vitoriosa, construída.</p>
<p>O reconhecimento tácito da CT&#038;I como instrumento vital de transformação fica claro no documento “Agenda Desenvolvimento SC: uma visão da indústria”, lançado pela Fiesc para a apreciação dos candidatos ao governo. O setor produtivo, finalmente, abraça, com todas as letras, medidas ousadas no âmbito da inovação e da modernização. A direção da Fapesc, por exemplo, une-se ao setor produtivo quando este reivindica o cumprimento da Constituição Estadual que manda aplicar 2% da arrecadação de impostos em CT&#038;I.</p>
<p>A academia respalda a defesa de incentivos à inovação, desenvolvimento de infraestrutura tecnológica, e acesso ao conhecimento; a criação de incubadoras e de um fundo de crédito para pesquisa e inovação nas empresas.</p>
<p>A agenda da Fiesc projeta o setor produtivo como aliado estratégico para que as conquistas de hoje sejam aprofundadas no próximo governo, independentemente de quem vença a eleição.</p>
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		<title>Artigo é publicado na E-Tech</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 14:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acadêmico e professores publicam pesquisa sobre proteção contra descargas atmosféricas
Quatro professores e um acadêmico do curso de Engenharia Telemática desenvolveram um sistema de proteção de aparelhos eletrônicos e tiveram a pesquisa publicada, através de um artigo, na revista E-Tech. O projeto foi desenvolvido para a Eletrosul Centrais Elétricas S.A.
A revista ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acadêmico e professores publicam pesquisa sobre proteção contra descargas atmosféricas</p>
<p>Quatro professores e um acadêmico do curso de Engenharia Telemática desenvolveram um sistema de proteção de aparelhos eletrônicos e tiveram a pesquisa publicada, através de um artigo, na revista E-Tech. O projeto foi desenvolvido para a Eletrosul Centrais Elétricas S.A.</p>
<p>A revista <a href="http://revista.ctai.senai.br/index.php/edicao01/index" target='blank">E-tech</a> é uma publicação semestral do SENAI/SC e tem acesso livre. Ela tem o objetivo de divulgar estudos e pesquisas multidisciplinares em Educação Profissionalizante e Tecnológica.</p>
<p>O título do artigo é: Prevenção Contra Danos Provocados por Surto de Tensão Devido às Descargas Atmosféricas Através de Sistema Eletrônico Microcontrolado. Os professores Anderson André, Sérgio Ávila, Julibio Ardigo e João Ávila, além do acadêmico Bruno Espíndola, desenvolveram este sistema com interface computacional. Ele permite fazer a aquisição de dados provenientes do Sistema de Informações Integradas Baseado no Sistema de Detecção de Descargas Atmosféricas (SIDDEM).</p>
<p>Desta maneira é possível obter informações das descargas atmosféricas ocorridas na região da Subestação, em Palhoça, de propriedade da Eletrosul Centrais Elétricas S.A. Tais dados subsidiam as decisões do sistema desenvolvido a fim de proteger equipamentos eletrônicos de danos que possam ser causados por surto de tensão devido a estas descargas, desconectando-os da rede elétrica e mantendo-os em funcionamento através de um no-break.</p>
<p>O local foi escolhido em função de sua facilidade de acesso, mas o sistema desenvolvido pode ser facilmente utilizado em outros pontos de interesse da Eletrosul Centrais Elétricas S.A. </p>
<p>(<a href="http://portal2.unisul.br/content/jornalunisulhoje/home/integradanoticia.cfm?objectid=EB7CF011-3048-6857-88A45C5059E04BCE&#038;secao=Geral" target="blank">Unisul</a>, 20/07/2010)</p>
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		<title>Respiração Cerebral</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/19/respiracao-cerebral/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artigo Respiração Cerebral foi publicado na Revista Science e tem colaboração de ex-aluna da UFSC (Agecom, 16/07/2010)
Técnicas para controlar a respiração, como em ioga ou meditação, por exemplo, estão se tornando populares como alternativa para tentar relaxar e diminuir o estresse. Mas como é mesmo que o cérebro controla a respiração?
Segundo um grupo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo <a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/12476/divulgacao-cientifica/respiracao-cerebral.htm" target="blank">Respiração Cerebral</a> foi publicado na Revista Science e tem colaboração de ex-aluna da UFSC (<a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=19873" target="blank">Agecom</a>, 16/07/2010)</p>
<p>Técnicas para controlar a respiração, como em ioga ou meditação, por exemplo, estão se tornando populares como alternativa para tentar relaxar e diminuir o estresse. Mas como é mesmo que o cérebro controla a respiração?</p>
<p>Segundo um grupo de cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos, são as células conhecidas como astrócitos que têm um papel central na regulação da respiração.</p>
<p>Astrócitos são células com formato de estrela (daí o nome) encontradas no cérebro e na medula espinhal. Até então, achava-se que fossem personagens passivos e secundários na fisiologia cerebral, mas Alexander Gourine, da University College London, e colegas encontraram evidências de que essas células multitarefas são protagonistas no controle químico-sensorial envolvido na respiração.</p>
<p>Os autores do estudo, publicado nesta sexta-feira (16/7) na edição on-line da revista Science, descobriram que os astrócitos cerebrais são capazes de perceber alterações nos níveis de dióxido de carbono e de acidez no sangue e no cérebro.</p>
<p>Com essa capacidade, essas células podem ativar redes neuronais envolvidas na respiração, localizadas no cérebro, de modo a aumentar a respiração de acordo com a atividade e o metabolismo do organismo.</p>
<p>Os astrócitos fazem isso ao liberar trifosfato de adenosina (ATP), um mensageiro químico que estimula centros respiratórios no cérebro a aumentar a respiração para que a quantidade a mais de dióxido de carbono seja removida do sangue e eliminada pela expiração.</p>
<p>Os resultados do estudo, segundo seus autores, podem ajudar a entender melhor os mecanismos responsáveis por problemas respiratórios como asma, enfisema e até a sensação de fôlego curto causada pelo estresse ou por doenças cardiovasculares.</p>
<p>“A pesquisa identifica os astrócitos cerebrais como elementos fundamentais nos circuitos cerebrais que controlam funções vitais como a respiração e indica que eles são realmente as estrelas do cérebro”, disse Gourine.</p>
<p>O artigo Astrocytes Control Breathing Through pH-Dependent Release of ATP (doi: 10.1126/science.1190721), de Alexander Gourine e outros, pode ser lido por assinantes da Science em <a href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/science.1190721v1" target="blank">www.sciencemag.org</a>. </p>
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		<title>O blog ainda tem espaço na Era do Twitter?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 17:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo escrito por Silvio Tanabe (Empreendedor, 06/07/2010)
Os blogs surgiram há alguns anos como uma forma revolucionária de interagir na internet. Em vez de sites complexos e complicados, cheios de recursos visuais e que exigiam diversos técnicos para o seu desenvolvimento e atualização, você mesmo podia criar um blog na hora, de graça, e falar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo escrito por Silvio Tanabe (<a href="http://www.empreendedor.com.br/artigo/o-blog-ainda-tem-espa%C3%A7o-na-era-do-twitter" target="blank">Empreendedor</a>, 06/07/2010)</p>
<p>Os blogs surgiram há alguns anos como uma forma revolucionária de interagir na internet. Em vez de sites complexos e complicados, cheios de recursos visuais e que exigiam diversos técnicos para o seu desenvolvimento e atualização, você mesmo podia criar um blog na hora, de graça, e falar de suas preferências, opiniões e pontos de vista a qualquer momento. De certa forma, os blogs deram início à verdadeira democratização da web, no sentido de permitir que qualquer pessoa com acesso à rede pudesse se expressar publicamente com liberdade.</p>
<p>Com a evolução da própria internet e da sua forma de uso, surgiram novos recursos mais interativos, como as mídias e redes sociais, culminando no Twitter. A ascensão destas novas formas interativas reduziu a notoriedade dos blogs, mas não a sua importância, principalmente para as empresas.</p>
<p>O papel de gerar burburinho (buzz) e espalhar rapidamente uma idéia, slogan ou conceito (viral) foram assumidos por sites como Twitter, Facebook e Orkut, mais ágeis e dinâmicos (como ficou comprovado no impressionante fenômeno recente do “Cala a boca Galvão”), assim como novas redes sociais que surgem a cada dia, como o FormSpring. Porém os blogs continuam sendo imbatíveis em três aspectos:</p>
<p>1. Canal de informação: dizer aos clientes o que você está fazendo e descobrir o que eles estão pensando.<br />
2. Canal de relacionamentos: construir uma base sólida de experiências positivas com seus clientes, que os converta de meros consumidores de antes em fãs da sua empresa e de seus produtos.<br />
3. Gestão do conhecimento: disponibilizar o conhecimento de sua empresa para as pessoas.</p>
<p>Mas é preciso ter consciência de que o blog é apenas um meio. Assim como o Twitter, não vai gerar resultados sendo usado apenas como mais um canal de propaganda da empresa.</p>
<p>A força do blog está na interação com os clientes e na possibilidade da empresa transmitir seus valores prioridades. O retorno direto não é medido em vendas, mas no grau de relacionamento que a empresa consegue estabelecer com seus clientes. Quanto mais forte esse relacionamento, maior a fidelidade aos seus produtos e serviços e, aí sim, maiores as possibilidades de venda. Algumas formas de exercitar este diálogo são:</p>
<p>Fortalecer o relacionamento – O blog é um excelente canal para ouvir o que consumidores e clientes têm a dizer sobre os seus produtos e serviços, como fazem uso deles e quais as sugestões para melhorá-los.</p>
<p>Reagir a eventos negativos à empresa – Blogs funcionam como um serviço de atendimento ao cliente, respondendo rapidamente às dúvidas e reclamações. Servem também como uma forma de monitorar o que falam da sua empresa e da sua marca na internet, fornecendo feedback sobre suas ações de comunicação e marketing.</p>
<p>Influenciar os formadores de opinião – Um blog pode ser a melhor forma para chamar a atenção e influenciar os chamados “formadores de opinião” (especialistas, jornalistas, artistas etc.) cujas preferências e escolhas influenciam diversas outras.</p>
<p>Na prática, tomemos como exemplo um hotel. Ele pode usar o seu blog para ouvir as sugestões dos clientes em relação ao atendimento ou serviço de quarto, mostrar as melhorias que está fazendo e avisar os clientes sobre novos pacotes e promoções. Ao mesmo tempo, atender as queixas e eventuais reclamações e mostrar as medidas que está tomando para resolvê-las.</p>
<p>Para atrair os formadores de opinião, no caso publicações especializadas em turismo, divulgar depoimentos de clientes satisfeitos ou das atrações diferenciadas da sua cidade ou região.</p>
<p>Cabe destacar também que o uso dos blogs não exclui a atuação nas redes e mídias sociais. Enquanto o Twitter é imediato e focado em ações rápidas, o blog é ágil e mantém o relacionamento aberto. Atuando juntas, se complementam e criam sinergia capaz de aumentar o raio de ação das suas ações de marketing digital.</p>
<p>Silvio Tanabe é consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet. (<a href="http://www.magoweb.com/clinicadigital" target="blank">www.magoweb.com/clinicadigital</a>)</p>
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		<title>Educação pós-Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 13:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo escrito por Dilvo Ristoff &#8211; Reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul. (O Globo, Agecom, 16/01/2010). 
&#8220;O Twitter é uma rudimentar rede de conexão social&#8221;, disse Biz Stone, em novembro último, em Doha. Há, segundo ele, muito a fazer para tirar proveito dos 4,4 bilhões de telefones celulares e de 1 bilhão de contas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo escrito por Dilvo Ristoff &#8211; Reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul. (O Globo, <a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=12921" target="blank">Agecom</a>, 16/01/2010). </p>
<p>&#8220;O Twitter é uma rudimentar rede de conexão social&#8221;, disse Biz Stone, em novembro último, em Doha. Há, segundo ele, muito a fazer para tirar proveito dos 4,4 bilhões de telefones celulares e de 1 bilhão de contas de internet espalhados pelo planeta. </p>
<p>O criador do Twitter esteve com Sugata Mitra, o autor de &#8220;A hole in the wall&#8221; – que instalou computadores nas ruas de cidades para onde bons professores não querem ir. Queria ver o que aconteceria com as crianças! Para a sua surpresa, em três meses, sozinhas, elas aprenderam a usar o computador e, como todos nós, a exigir um processador mais veloz. </p>
<p>Sem qualquer ajuda, as crianças aprenderam 30% dos conteúdos de genética disponibilizados e, com o auxílio de um tutor, superaram os estudantes das melhores escolas da Índia. </p>
<p>Mitra argumenta que hoje importa menos quem você conhece e mais se você está ou não linkado. Estamos em uma nova era: o usuário linkado questiona, e não raro com razão, as recomendações do médico, a originalidade do artista, o conhecimento do professor. </p>
<p>O acesso fácil à informação gerou a era do espanto, da instabilidade de doutores, mestres e pseudoespecialistas! Não sabe? Não pergunte ao professor! Pergunte à inteligência democrática: pergunte ao google! Para que esta inteligência democrática possa ganhar escala e servir à humanidade, a Escola precisa tornar a inclusão digital a sua palavra de ordem. Para isso, terá que conviver com a aprendizagem auto-organizada e lidar com tecnologias que tolerem múltiplas trajetórias pedagógicas. </p>
<p>Ou seja, a educação terá que ter compromisso inarredável com a inovação! O que Biz Stone e Mitra propõem é um futuro que não mais replicará o presente e que trará à tona milhões de talentos que serão colocados a serviço da vida, com novas oportunidades para todos! Estará o Brasil em condições de preparar os jovens para as demandas de adaptabilidade que se apresentam? </p>
<p>A julgar pela resistência que as novas tecnologias encontram em nossas universidades, temo que continuaremos a educar para o passado, imaginando que ele funcionará no futuro. Não funcionará! A menos que aceitemos que se frustrem as nossas esperanças de construir um país avançado nas artes e nas ciências, é urgente que professores sejam expostos a um agressivo choque de novas tecnologias, antes que caiam em descrédito pela sua incapacidade de educar para os novos tempos. </p>
<p>Mais do que nunca, dependemos de políticas comprometidas com a interconectividade e com o futuro. </p>
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