﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss">

<channel>
	<title>Formidia &#187; Inovação</title>
	<atom:link href="http://formidia.com.br/tag/inovacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://formidia.com.br</link>
	<description>Notícias de Tecnologia Multimídias da Grande Florianópolis</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 19:34:32 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Fundo de apoio à pesquisa e à inovação</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/24/fundo-de-apoio-a-pesquisa-e-a-inovacao/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/08/24/fundo-de-apoio-a-pesquisa-e-a-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 18:41:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Fapesc]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1249</guid>
		<description><![CDATA[Da coluna de Cacau Menezes (DC, 24/08/2010)
Setor tecnológico, polo logístico de produtos de saúde amparados pela ciência, tecnologia e inovação: projetos nesta área estratégica deverão contar com um fundo de apoio à pesquisa e à inovação. A iniciativa é articulada pela Fundação Certi, ligada à UFSC, e pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da coluna de Cacau Menezes (<a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#038;local=18&#038;source=a3015431.xml&#038;template=3916.dwt&#038;edition=15357&#038;section=213" target="blank">DC</a>, 24/08/2010)</p>
<p>Setor tecnológico, polo logístico de produtos de saúde amparados pela ciência, tecnologia e inovação: projetos nesta área estratégica deverão contar com um fundo de apoio à pesquisa e à inovação. A iniciativa é articulada pela Fundação Certi, ligada à UFSC, e pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica do Estado (Fapesc).</p>
<p>Lançamento desse projeto está previsto para o dia 25, em Florianópolis.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/08/24/fundo-de-apoio-a-pesquisa-e-a-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empresas captam R$ 1,5 milhão para inovação com apoio do SENAI em SC</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/24/empresas-captam-r-15-milhao-para-inovacao-com-apoio-do-senai-em-sc/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/08/24/empresas-captam-r-15-milhao-para-inovacao-com-apoio-do-senai-em-sc/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 18:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Senai]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1240</guid>
		<description><![CDATA[Três projetos propostos pelo SENAI/SC e empresas parceiras foram aprovados no edital SENAI SESI de Inovação. Ao todo, os três projetos mobilizam mais de R$ 1,5 milhões, incluindo o valor que será destinado pelo Departamento Nacional do SENAI, a participação do SENAI de Santa Catarina e a contrapartida das empresas beneficiadas. “Os recursos serão utilizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três projetos propostos pelo SENAI/SC e empresas parceiras foram aprovados no edital SENAI SESI de Inovação. Ao todo, os três projetos mobilizam mais de R$ 1,5 milhões, incluindo o valor que será destinado pelo Departamento Nacional do SENAI, a participação do SENAI de Santa Catarina e a contrapartida das empresas beneficiadas. “Os recursos serão utilizados para o desenvolvimento e melhorias de produtos e processos, contribuindo para o aumento da competitividade das empresas do estado”, afirma o diretor regional do SENAI no Estado, Sérgio Roberto Arruda.</p>
<p>Os projetos aprovados pelo SENAI são de Joinville (dois) e Florianópolis. Um terço do valor dos projetos corresponde à aplicação de recursos já existentes no SENAI e nas empresas (recursos humanos e equipamentos), a chamada contrapartida econômica.</p>
<p>O Edital SENAI SESI apoia indústrias que desejam desenvolver e implementar projetos que gerem novos negócios, promovam a melhoria na produtividade ou as condições de trabalho e a qualidade de vida dos colaboradores da empresa. Os recursos podem ser usados no custeio de equipamentos, materiais e serviços que ajudem no desenvolvimento dos projetos propostos.</p>
<p>(<a href="http://sc.senai.br/siteinstitucional/comunicacao/noticias/exibir/id/247" target="blank">Senai</a>, 23/08/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/08/24/empresas-captam-r-15-milhao-para-inovacao-com-apoio-do-senai-em-sc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Paradigma inova e cria Conselho de Usuários</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/23/paradigma-inova-e-cria-conselho-de-usuarios/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/08/23/paradigma-inova-e-cria-conselho-de-usuarios/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 20:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Paradigma]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1237</guid>
		<description><![CDATA[Especialista em desenvolver modelos e apresentar soluções de processos de negócios e relacionamentos eletrônicos, a associada Paradigma acaba de criar um Conselho de Usuários com a missão de contribuir para o aprimoramento das soluções oferecidas pela empresa.
Representados por oito clientes, sendo quatro empresas privadas e quatro companhias públicas, o Conselho será responsável por estudar, sistematizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista em desenvolver modelos e apresentar soluções de processos de negócios e relacionamentos eletrônicos, a associada Paradigma acaba de criar um Conselho de Usuários com a missão de contribuir para o aprimoramento das soluções oferecidas pela empresa.</p>
<p>Representados por oito clientes, sendo quatro empresas privadas e quatro companhias públicas, o Conselho será responsável por estudar, sistematizar e indicar as prioridades para as sugestões de evolução e inovação da plataforma Paradigma WBC e-Procurement e do serviço ClicBusiness, um portal de auto serviços que oferece para empresas e órgãos de governo um ambiente para a integração de comunidades e negociação eletrônica de insumos.</p>
<p>De acordo com Andréa Boudeville, CEO da Paradigma, com essa iniciativa “a empresa inicia um novo período de organização do ciclo de inovação e desenvolvimento de produtos, trabalhando em cooperação sistemática com o mercado e buscando pleno alinhamento com a demanda da base de clientes e as tendências tecnológicas”.</p>
<p>Fazem parte do Conselho de Usuários da Paradigma as empresas Ciser, Teka, Docol e Pró-Saúde, além de Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo, Prefeitura Municipal de Piracicaba, Federação das Industrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (CIASC).</p>
<p>Para mais informações acesse: <a href="http://www.paradigmabs.com.br" target="blank">www.paradigmabs.com.br</a></p>
<p>(Paradigma, 23/08/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/08/23/paradigma-inova-e-cria-conselho-de-usuarios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fórum de Inovação Tecnológica em Florianópolis</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/19/forum-de-inovacao-tecnologica-em-florianopolis/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/08/19/forum-de-inovacao-tecnologica-em-florianopolis/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 17:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[fórum]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1218</guid>
		<description><![CDATA[No dia 2 de setembro a SUCESU-SC promove a quarta edição do Fórum de Inovação Tecnológica, que tem como tema “O que leva as empresas à inovação”. O evento contará com palestras e minicursos sobre assuntos relacionados ao tema, e será realizado no Auditório do CIASC- Centro de Informática e Automação do Estado de SC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 2 de setembro a SUCESU-SC promove a quarta edição do Fórum de Inovação Tecnológica, que tem como tema “O que leva as empresas à inovação”. O evento contará com palestras e minicursos sobre assuntos relacionados ao tema, e será realizado no Auditório do CIASC- Centro de Informática e Automação do Estado de SC, em Florianópolis.</p>
<p>O IV Fórum de Inovação apresentará temas de vanguarda e minicursos relacionados à área da saúde, mídias, aspectos jurídicos, marketing, negócios entre outros. O evento contará com temas diferenciados, todos relacionados à sensibilização, conscientização e mobilização de empresas, seus dirigentes e equipe técnica para a importância da inovação como instrumento de crescimento sustentável e de competitividade.</p>
<p>Os participantes receberão CD com livro Digital e material a respeito do Twitter. Também serão realizados sorteios diferenciados para associados da SUCESU-SC e não associados. O evento é uma promoção da SUCESU-SC Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações de Santa Catarina e o Núcleo de Estudos em Inovação, Gestão e Tecnologia da Informação IGTI, da Universidade Federal de Santa Catarina &#8211; UFSC.</p>
<p>Inscrições e mais informações pelo site <a href="http://www.ivfitsucesusc.tangu.com.br/" target="blank">http://www.ivfitsucesusc.tangu.com.br/</a></p>
<p>(<a href="http://www.florianopoliscvb.com.br/index.asp?dep=5&#038;pg=827" target="blank">FlorianópolisCVB</a>, 18/08/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/08/19/forum-de-inovacao-tecnologica-em-florianopolis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Faltam profissionais qualificados para trabalhar em empresas catarinenses</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/17/faltam-profissionais-qualificados-para-trabalhar-em-empresas-catarinenses/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/08/17/faltam-profissionais-qualificados-para-trabalhar-em-empresas-catarinenses/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 17:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[proffisional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1212</guid>
		<description><![CDATA[Considerado polo de inovação, Estado precisa preeencher cerca 3 mil vagas.
A demanda por profissionais qualificados está abrindo boas oportunidades para quem quer trabalhar com tecnologia da informação e comunicação (TIC) em Santa Catarina. Entre os atrativos estão a qualidade de vida e a possibilidade de construir carreira vinculada à inovação. Florianópolis, um dos destinos turísticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considerado polo de inovação, Estado precisa preeencher cerca 3 mil vagas.</p>
<p>A demanda por profissionais qualificados está abrindo boas oportunidades para quem quer trabalhar com tecnologia da informação e comunicação (TIC) em Santa Catarina. Entre os atrativos estão a qualidade de vida e a possibilidade de construir carreira vinculada à inovação. Florianópolis, um dos destinos turísticos mais visitados no país, tem hoje na tecnologia a principal fonte de arrecadação. Suas 500 empresas no setor crescem em média 30% ao ano e vendem R$ 1 bilhão em produtos e serviços. A urna eletrônica de votação e o bafômetro são dois exemplos de produtos desenvolvidas no Estado.</p>
<p>Essa vocação tecnológica, estimulada há três décadas, motivou uma reportagem da rede britânica BBC em 2009 a se referir à capital catarinense como o “Vale do Silício tropical”. Em março, a prefeitura, instituições empresariais e de pesquisa lançaram a marca Florianópolis &#8211; Capital da Inovação, para posicionar a cidade como referência em iniciativas inovadoras. Polos nas cidades de Joinville e Blumenau, bem como empreendimentos recentes em Jaraguá do Sul, Criciúma, Chapecó e Lages, também estão em expansão.</p>
<p>Em torno de 3 mil empresas de TIC empregam 25 mil pessoas no Estado, segundo o Conselho de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação em SC (Cetic). Estima-se que há 3 mil vagas disponíveis. O salário médio em TIC é mais que o dobro da média salarial brasileira. Existem amplas possibilidades de trabalho em empresas de tecnologia para profissionais talentosos das mais diversas áreas de conhecimento, tanto de nível médio quanto superior.</p>
<p>“Foi-se o tempo em que só se falava de programador de computador e analista de sistemas”, diz o presidente do Cetic, Heitor Blum S.Thiago. “Hoje, precisa-se de gente que entenda de arte, história, cores. Quem faz games, por exemplo, precisa dessas habilidades para desenvolver as aplicações”. S.Thiago sugere aos candidatos que busquem se especializar. “A maioria das empresas, por serem pequenas, não tem recursos para investir na formação do pessoal. Desta maneira, o ideal é chegar com 80% da bagagem para começar já produzindo.”</p>
<p>Empresas de tecnologia também geram empregos para secretárias, operadores de telemarketing, telefonistas e outros trabalhadores em funções de apoio, afirma o presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), Rui Gonçalves. A entidade tem investido em parcerias com instituições de ensino para formar novos talentos. Entre as ações, um curso de robótica para adolescentes e a discussão dos currículos para melhorar a empregabilidade. Em julho, a Acate iniciou um projeto de mapeamento permanente da demanda por recursos humanos. “A ideia é que sejamos uma ‘floresta tropical’ com muitas árvores de diferentes formações”, diz.</p>
<p>O profissional de TIC interessado em construir a carreira em Santa Catarina deve avaliar com critério os prós e contras. Para quem trabalha em São Paulo, será difícil manter o mesmo nível salarial. Por outro lado, as cidades catarinenses oferecem ar limpo, baixa criminalidade, boa infraestrutura urbana e educação de qualidade. Há deficiências, claro. Congestionamentos já são cotidianos e não se dorme mais com as janelas abertas. Mas são problemas de cidades de porte médio. O município catarinense mais populoso, Joinville, tem só 500 mil habitantes. A capital, pouco mais de 400 mil.</p>
<p>Como a maioria das empresas do setor é de pequeno e médio porte, fica mais fácil participar das diversas fases dos projetos e assim ganhar uma visão global do negócio. A chance de trabalhar com inovação estimula muitos candidatos a vagas em TIC. Diversos empreendimentos de base tecnológica surgiram de projetos criativos de estudantes em laboratórios como os da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), terceira melhor do país (atrás apenas da USP e da Unicamp) e melhor federal, conforme ranking internacional do Cybermetrics Lab.</p>
<p>Boa parte do êxito do modelo catarinense de TIC se deve à sintonia entre instituições de ensino, empresas e poder público. O ambiente favorável aumenta as chances de transformação de bons projetos em negócios viáveis. Passar por incubadoras empresariais tem se revelado uma experiência preciosa. No Midi Tecnológico, mantido pelo Sebrae-SC e pela Acate, 93% das empresas graduadas sobreviveram. Ex-incubadas apóiam as recém-nascidas, em um círculo virtuoso de empreendedorismo solidário.</p>
<p>“Este ano já contratamos 210 pessoas e no momento temos 34 vagas abertas”, afirma Moacir Marafon, diretor da Softplan/Poligraph, empresa com 600 funcionários que faz softwares para gestão de transportes e obras, administração pública e automação do Judiciário. A maioria dos postos de trabalho disponíveis é para analistas, projetistas e analistas implementadores (programadores). Os executivos são selecionados internamente, uma tendência do setor. “Além de entender de tecnologia, eles precisam ser profundos conhecedores da área de negócios em que atuam”, explica.</p>
<p>“De nossos 40 funcionários, 11 vieram de outros Estados”, afirma Iomani Engelmann, diretor da Pixeon, que produz softwares para diagnóstico médico por imagens. “Toda a nossa equipe que treina médicos é de tecnólogos em radiologia.” Outras competências demandadas pela Pixeon são as de conhecimentos em matemática aplicada e computação gráfica. “Já ficamos com vagas abertas por seis meses e hoje temos duas, no comercial e no marketing.” Entre os benefícios oferecidos aos colaboradores, inclui-se o subsídio de 65% do salário bruto para cursos de capacitação.</p>
<p>O mercado de TI movimentou US$ 1,43 trilhão no mundo em 2009, segundo estudo da International Data Corporation (IDC). O Brasil ocupa a 12ª posição global, US$ 30,5 bilhões, equivalentes a 2,1% do total e a 47% do mercado sul-americano. Segundo o IDC, as previsões para o segundo semestre de 2010 são bastante positivas. O mercado de TIC brasileiro tem aumento estimado em 6,5%, superior ao mercado mundial, de 3,5%. Algumas tendências vão dar impulso a esses resultados, segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), Gerson Schmitt: a expansão da computação em nuvem &#8211; acesso remoto a programas, serviços e arquivos -, cuja demanda deve triplicar em cinco anos; a procura por aplicativos de análise e de inteligência para o negócio, que crescerá mais de 10% em 2010; o aumento da venda de laptops e smartphones e as oportunidades geradas com a TV Digital.</p>
<p>Para Schmitt, o Brasil não tem condições de competir no mercado global de software com o modelo indiano de mão de obra barata. O ideal é fortalecer a cadeia de valor, oferecendo serviços associados a produtos: “As empresas precisam vender não pelo o que custou, mas sim pelo benefício que entregam.”</p>
<p>(Por Dauro Veras, Valor Econômico / <a href="http://www.sebrae-sc.com.br/noticias/default.asp?materia=19103&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%3A+Sebrae%2FNoticias+%28SEBRAE%2FSC+-+Not%C3%ADcias+para+MPEs%29" target="blank">Sebrae-SC</a>, 17/08/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/08/17/faltam-profissionais-qualificados-para-trabalhar-em-empresas-catarinenses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inscrição para o Prêmio Finep de Inovação 2010 vai até dia 31</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/13/inscricao-para-o-premio-finep-de-inovacao-2010-vai-ate-dia-31/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/08/13/inscricao-para-o-premio-finep-de-inovacao-2010-vai-ate-dia-31/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 14:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Finep]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1193</guid>
		<description><![CDATA[A inscrição para o Prêmio Finep de Inovação 2010 vai até o próximo dia 31. As empresas e instituições interessadas devem efetuar a inscrição em formulário específico disponível no site: http://www.finep.gov.br/premio. Este ano, todos os vencedores receberão recursos do programa de Subvenção Econômica, que variam de R$ 120 mil a R$ 2 milhões.
Nesta nova edição, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inscrição para o Prêmio Finep de Inovação 2010 vai até o próximo dia 31. As empresas e instituições interessadas devem efetuar a inscrição em formulário específico disponível no site: <a href="http://www.finep.gov.br/premio" target="blank">http://www.finep.gov.br/premio</a>. Este ano, todos os vencedores receberão recursos do programa de Subvenção Econômica, que variam de R$ 120 mil a R$ 2 milhões.</p>
<p>Nesta nova edição, além das seis categoriais tradicionais – Instituição de Ciência e Tecnologia, Micro e Pequena Empresa, Média Empresa, Grande Empresa, Tecnologia Social e Inventor Inovador (apenas para candidatos com patente depositada Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e efetiva comercialização de suas criações nos últimos três anos) –, a FIinanciadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) também premiará as melhores práticas em Gestão da Inovação.</p>
<p>Outra novidade do prêmio é que será aceita inscrição de Organizações Não Governamentais (ONGs) na categoria Tecnologia Social. Até 2009, apenas instituições de ensino e pesquisa podiam concorrer à categoria. </p>
<p>São duas etapas de premiação. Em um primeiro momento, a Finep seleciona os mais inovadores nas cinco regiões do País, em um total de três vencedores por categoria (exceto Inventor Inovador, com apenas um vencedor por região, e Grande Empresa, que é apenas nacional). Os primeiros colocados de cada região concorrem, no final do ano, ao Prêmio Nacional, que determina então o melhor de cada segmento. Como nas edições anteriores, o prêmio nacional é concedido em cerimônia em Brasília, com a presença do presidente da República. </p>
<p>(<a href="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/322428.html" target="blank">MCT</a>, 13/08/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/08/13/inscricao-para-o-premio-finep-de-inovacao-2010-vai-ate-dia-31/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A ciência na eleição</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/08/03/a-ciencia-na-eleicao/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/08/03/a-ciencia-na-eleicao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 09:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Acafe]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Epagri]]></category>
		<category><![CDATA[Fapesc]]></category>
		<category><![CDATA[Fiesc]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Udesc]]></category>
		<category><![CDATA[UFSC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1111</guid>
		<description><![CDATA[Artigo escrito por Moacir Loth &#8211; Jornalista (DC, 31/07/2010)
Santa Catarina, ao colocar, gradativamente, em prática a ideia de que ciência, tecnologia e inovação merecem a condição de política de Estado, pavimentou o caminho que encurta a distância entre a academia, o governo e o setor produtivo. A regulamentação da Lei Catarinense de Inovação e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo escrito por Moacir Loth &#8211; Jornalista (<a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#038;local=18&#038;source=a2989563.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=15198&#038;section=1320" target="blank">DC</a>, 31/07/2010)</p>
<p>Santa Catarina, ao colocar, gradativamente, em prática a ideia de que ciência, tecnologia e inovação merecem a condição de política de Estado, pavimentou o caminho que encurta a distância entre a academia, o governo e o setor produtivo. A regulamentação da Lei Catarinense de Inovação e a aprovação da Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação consolidam a estratégia para o desenvolvimento sustentado nas localidades onde vivem os cidadãos.</p>
<p>Fortalecem esta filosofia as ações concretas de descentralização e de desconcentração da atividade científica, tecnológica e inovadora. Os avanços conquistados só foram possíveis por causa do engajamento da comunidade científica, das universidades, dos institutos e das lideranças políticas e empresariais.</p>
<p>A UFSC, a Udesc, o Sistema Acafe (fundações educacionais), a Epagri, a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica (Fapesc) e a Fiesc tiveram papel relevante nessa caminhada vitoriosa, construída.</p>
<p>O reconhecimento tácito da CT&#038;I como instrumento vital de transformação fica claro no documento “Agenda Desenvolvimento SC: uma visão da indústria”, lançado pela Fiesc para a apreciação dos candidatos ao governo. O setor produtivo, finalmente, abraça, com todas as letras, medidas ousadas no âmbito da inovação e da modernização. A direção da Fapesc, por exemplo, une-se ao setor produtivo quando este reivindica o cumprimento da Constituição Estadual que manda aplicar 2% da arrecadação de impostos em CT&#038;I.</p>
<p>A academia respalda a defesa de incentivos à inovação, desenvolvimento de infraestrutura tecnológica, e acesso ao conhecimento; a criação de incubadoras e de um fundo de crédito para pesquisa e inovação nas empresas.</p>
<p>A agenda da Fiesc projeta o setor produtivo como aliado estratégico para que as conquistas de hoje sejam aprofundadas no próximo governo, independentemente de quem vença a eleição.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/08/03/a-ciencia-na-eleicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil tem R$ 17,6 bilhões para empresas inovadoras</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/30/brasil-tem-r-176-bilhoes-para-empresas-inovadoras/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/30/brasil-tem-r-176-bilhoes-para-empresas-inovadoras/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 14:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1080</guid>
		<description><![CDATA[Captar recursos para investir em Pesquisa &#038; Desenvolvimento para a Inovação (P&#038;D&#038;I) não é uma tarefa fácil. De acordo com dados da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity &#8211; ABVCAP, o Brasil conta, atualmente, com cerca de 10 bilhões de dólares, cerca de R$ 17,6 bi, disponíveis para o incentivo de projetos inovadores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Captar recursos para investir em Pesquisa &#038; Desenvolvimento para a Inovação (P&#038;D&#038;I) não é uma tarefa fácil. De acordo com dados da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity &#8211; ABVCAP, o Brasil conta, atualmente, com cerca de 10 bilhões de dólares, cerca de R$ 17,6 bi, disponíveis para o incentivo de projetos inovadores. O problema é que, segundo especialistas, este dinheiro não chega às mãos de empresas nascentes ou das micro e pequenas empresas (MPE&#8217;s) por falta de conhecimento dos caminhos ou da existência destes recursos.</p>
<p>Pensando em contribuir com a melhoria deste cenário, o Sistema Fiep criou o Núcleo de Capital Inovador. De acordo com o gestor deste núcleo, Wikings Marcelo Machado, o objetivo é auxiliar as empresas paranaenses de todos os portes, e que tenham potencial inovador, a captar estes recursos. &#8220;É preciso informar às empresas sobre as linhas de recurso existente para inovação, e sua forma de captação, além de representar as empresas junto a fundos de investimento e órgãos de fomento&#8221;.</p>
<p><strong>Como funciona</strong></p>
<p>O Núcleo de Capital Inovador atua no monitoramento de oportunidades de fomento para cada tipo de negócio das empresas participantes do programa. Com base em um amplo estudo de cada organização, os consultores ajudam na elaboração de projetos e no agenciamento para a captação de recursos, na transferência de conhecimento sobre fomentos, na construção de planos de negócios para apresentar aos possíveis investidores e na representação da indústria e sindicatos junto aos órgãos de fomento.</p>
<p><strong>Vale do Silício &#8211; EUA</strong></p>
<p>Um bom exemplo de comportamento investidor para a inovação vem do Vale do Silício, no estado da Califórnia, EUA. A região, povoada por empresas, foi criada nos anos 1950 com o objetivo de criar inovações científicas e tecnológicas. A ideia contou com o total apoio de investidores &#8220;pessoa física&#8221;, chamadas de &#8220;investidores anjos&#8221;. Pessoas que não são, obrigatoriamente, empresários, mas que apostam em inovações. &#8220;Nos EUA as pessoas investem em empresas inovadoras com muito mais facilidade, mesmo que estas empresas ainda não passem de uma ideia.&#8221;, comenta Wikings Machado ao comparar o comportamento do investidor brasileiro. &#8220;No Brasil, o investimento em empresas nascentes por meio de investidores anjo e fundos de capital semente ainda é algo incipiente e que tem muito a evoluir&#8221;.</p>
<p>Um dos diferenciais do Núcleo é o auxilio as empresas paranaenses de pequeno e médio porte na elaboração de planos de negócios. Segundo Wikings, os jovens empreendedores brasileiros têm dificuldade ou não sabem como construir este tipo de planejamento, o que afeta a aproximação aos investidores. &#8220;Nos EUA, um aluno do primeiro ano de engenharia já sabe montar um bom plano de negócio&#8221;.</p>
<p>Mesmo com algumas dificuldades enfrentadas em processos de captação de recursos, o Brasil, e mais especificamente, o estado do Paraná é referência em inovação. Empresas de diversos segmentos têm buscado, cada vez mais, auxilio para facilitar o caminho da Pesquisa &#038; Desenvolvimento em Inovação. Desde que o Núcleo foi criado, doze empresas paranaenses já foram atendidas. &#8220;Isso mostra que o Paraná tem um grande potencial inovador e que conta com empreendedores preocupados em investir&#8221;.</p>
<p>O Núcleo de Capital Inovador do C2i irá promover uma série de palestras de sensibilização, além de cursos voltados ao entendimento de fomentos e inovação em todo o estado. As empresas interessadas em participar ou obter mais informações, podem entrar em contato com o gestor do Núcleo pelo e-mail wikings.machado@pr.senai.br ou pelo telefone (41) 3271-7811.</p>
<p>(Paraná Online, 28/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/30/brasil-tem-r-176-bilhoes-para-empresas-inovadoras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caminhos para elaborar um bem-sucedido projeto de inovação</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/28/caminhos-para-elaborar-um-bem-sucedido-projeto-de-inovacao/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/28/caminhos-para-elaborar-um-bem-sucedido-projeto-de-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1070</guid>
		<description><![CDATA[Como uma empresa pode formular um projeto consistente de inovação tecnológica? As tarefas de identificar os recursos necessários, estabelecer cronograma e orçamento factíveis, preparar estudos de viabilidade, analisar detalhadamente os riscos e buscar as fontes mais adequadas de recursos financeiros podem ser bastante complicadas para empresas sem experiência em pesquisa e desenvolvimento de produtos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como uma empresa pode formular um projeto consistente de inovação tecnológica? As tarefas de identificar os recursos necessários, estabelecer cronograma e orçamento factíveis, preparar estudos de viabilidade, analisar detalhadamente os riscos e buscar as fontes mais adequadas de recursos financeiros podem ser bastante complicadas para empresas sem experiência em pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos.  O consultor Joel Weisz, com longa experiência em ministrar cursos de formulação de projetos de inovação tecnológica, ressalta alguns aspectos para que o empresário elabore uma proposta bem-sucedida.</p>
<p>As propostas de inovação tecnológica, segundo Weisz, devem conter tópicos que expliquem, de forma concisa e clara, o que é o projeto e quais são as vantagens em se investir nele, apresentar as externalidades positivas, que podem ser ambientais, econômicas ou sociais, e impactos internos, de ordem econômica, financeira, estratégica e mercadológica, incluir a descrição das atividades relacionadas ao projeto, levando em consideração os riscos tecnológicos e identificar fontes de financiamento, que podem ser, além de editais de subvenção econômica, agências de fomento, bancos, fundos de capital, compras governamentais e recursos próprios da empresa.</p>
<p>&#8220;É importante que, ao elaborar uma proposta de apoio a um projeto para uma agência de fomento com vistas ao uso de mecanismos de apoio à inovação, se tenha em mente que, de modo geral, esses mecanismos se destinam a promover o desenvolvimento tecnológico nas empresas. Portanto, uma primeira preocupação é avaliar o conteúdo tecnológico do projeto. Além disso, em muitas linhas, é avaliada a viabilidade econômica e comercial do projeto,&#8221; ressalta Weisz, ex-gerente de Tecnologia da Finep e autor do livro &#8220;Projetos de Inovação Tecnológica: planejamento, formulação, avaliação, tomada de decisões&#8221; e do manual &#8220;Mecanismos de Apoio à Inovação Tecnológica&#8221;, editado pelo Senai.</p>
<p>Weisz costuma chamar a atenção em seus cursos que não se formula um projeto para angariar recursos. &#8220;É o contrário, angariam-se recursos para viabilizar um projeto. Não é porque saiu um edital que se vai fazer um projeto na correria. Faz-se um projeto porque ele vai atender uma potencialidade do negócio, porque permite solução para um problema. Um projeto existe porque se alinha com as estratégias da empresa.&#8221;</p>
<p>Para quem está interessado em concorrer à subvenção econômica, seu conselho é ler o edital várias vezes e cumprir todas as regras. O consultor também lembra que um mesmo projeto pode servir para diferentes agências de fomento, basta fazer ajustes. &#8220;O empresário deve identificar o que no projeto pode ser financiado por cada linha. A Finep normalmente não financia o investimento industrial, mas financia o desenvolvimento da tecnologia. Se o projeto contemplar também investimento industrial, a empresa pode fazer outro projeto para o BNDES. O CNPq concede bolsas DTI e Rhae. Logo, para a parte de atração de pesquisadores, pode-se pedir apoio ao CNPq&#8221;, afirma Weisz.</p>
<p>Além dos recursos da subvenção, Weisz lembra que as linhas de financiamento da Finep e do BNDES estão sempre disponíveis. &#8220;No financiamento reembolsável, não existe a restrição a poucos temas e tópicos como ocorre na subvenção da Finep. O financiamento tem taxas que estão abaixo da inflação prevista para 2010, de 5,25%. Na Finep, varia de 4 a 5%, no BNDES é de 3,5 a 4,5% ao ano. São juros reais negativos. E esse ressarcimento é feito num longo prazo. A Finep está com 100 meses de prazo de ressarcimento com carência de 20 meses e o restante de amortização. O BNDES tem prazos ainda maiores. São condições bem melhores que a do mercado financeiro.&#8221;</p>
<p>(Protec, 27/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/28/caminhos-para-elaborar-um-bem-sucedido-projeto-de-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reunião Anual da SBPC entidade defende institutos de pesquisas para o desenvolvimento tecnológico do país</title>
		<link>http://formidia.com.br/2010/07/27/reuniao-anual-da-sbpc-entidade-defende-institutos-de-pesquisas-para-o-desenvolvimento-tecnologico-do-pais/</link>
		<comments>http://formidia.com.br/2010/07/27/reuniao-anual-da-sbpc-entidade-defende-institutos-de-pesquisas-para-o-desenvolvimento-tecnologico-do-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucasastefanello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[SBPC]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://formidia.com.br/?p=1053</guid>
		<description><![CDATA[Na abertura da 62ª Reunião Anual, o presidente da SBPC, Marco Antonio Raupp, ressaltou que o Brasil precisa de um modelo de desenvolvimento que faça a aliança entre o conhecimento científico e a economia, no qual a ciência realmente seja projetada nas atividades econômicas
Leia o discurso proferido pelo presidente da SBPC na noite deste domingo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na abertura da 62ª Reunião Anual, o presidente da SBPC, Marco Antonio Raupp, ressaltou que o Brasil precisa de um modelo de desenvolvimento que faça a aliança entre o conhecimento científico e a economia, no qual a ciência realmente seja projetada nas atividades econômicas</p>
<p>Leia o discurso proferido pelo presidente da SBPC na noite deste domingo, 27 de julho, em Natal (RN):</p>
<p>&#8220;Minhas senhoras, meus senhores, meus jovens queridos,</p>
<p>Esta 62ª Reunião da SBPC ocorre em um momento crucial para a ciência brasileira, qual seja, o momento em que precisamos começar a definir quais e como serão as formas de contribuição do conhecimento científico para o desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental do país.</p>
<p>O mundo de hoje é bem diferente de algumas décadas atrás. A economia é globalizada; os mercados são mais agressivos na competição; a inovação tecnológica deixou de ser opção para se tornar obrigação; rapidamente a sustentabilidade ambiental e a sustentabilidade econômica passaram a andar juntas, indissociáveis.</p>
<p>Antes deste novo contexto global, o desenho do poder econômico mundial era bastante diverso. Algumas nações se destacavam por causa de suas grandes dimensões territoriais. Outras, porque tinham um setor industrial imponente. Um terceiro grupo, em razão de sua capacidade de extrair riquezas de seus recursos naturais&#8230; não existia um ponto de conexão entre as diferentes expressões de riqueza dos países.</p>
<p>Atualmente, no novo contexto global em que estamos vivendo, passaram a existir dois pontos em comum e determinantes entre as nações ricas e desenvolvidas. Esses pontos são: 1) a alta qualidade da educação oferecida à sua população, e 2) a produção do conhecimento científico e tecnológico como fator de geração de riquezas &#8211; o que se convencionou chamar de economia do conhecimento.</p>
<p>A questão que se coloca neste momento é: o Brasil está preparado para atuar com desenvoltura e eficiência na nova economia mundial? Quando o assunto é a educação formal do povo brasileiro, infelizmente a resposta é não. Apesar dos esforços ocorridos nos últimos anos, em que houve melhorias significativas em termos quantitativos, o ensino no Brasil continua mal em termos de qualidade.</p>
<p>Este é um problema que toda a sociedade brasileira reconhece. O maior agravante deste problema reside no fato de a inclusão pela educação ser o único meio pelo qual é possível garantir a sustentabilidade do processo de modernização da sociedade.</p>
<p>Por este e por outros motivos, não podemos postergar a realização de um verdadeiro mutirão social para promover a superação do déficit educacional brasileiro. A SBPC está mobilizada para isso se manterá alerta até que a educação brasileira atinja um patamar que atenda aos requisitos da cidadania e às necessidades nacionais.</p>
<p>Mas se o nosso sistema educacional ainda precisa evoluir para atingir um nível satisfatório, o mesmo não ocorre com a ciência brasileira. O nosso sistema de produção científica está maduro o suficiente para que nós, da SBPC, acreditemos que o Brasil poderá, sim, ingressar rapidamente na nova economia.</p>
<p>Nosso sistema de C&#038;T, do qual todos os brasileiros devem se orgulhar, foi constituído ao longo dos últimos sessenta anos. Nesse período, a ciência brasileira saiu praticamente do zero para se tornar uma das mais produtivas e dinâmicas do mundo.</p>
<p>O Brasil ocupa hoje a 13ª posição no ranking mundial da produção de ciência, o que nos coloca à frente de países com maior tradição na área, como Holanda e Rússia. Em 1988, os pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 2.800 artigos em revistas especializadas internacionais. Em 2008, portanto 20 anos depois, aquele número de 2.800 artigos saltou para cerca de 30 mil artigos anuais, um crescimento formidável e exemplar.</p>
<p>Há várias outras demonstrações da capacidade que nós, brasileiros, temos para fazer ciência. Quero destacar uma delas, que é o nosso sistema de pós-graduação, organizado, coordenado e avaliado pela Capes. Para se ter uma ideia da eficiência desse sistema, basta ver que ele foi constituído há quarenta anos e hoje já forma mais de 35 mil mestres e cerca de 11 mil doutores por ano.</p>
<p>Essa produção científica e de cientistas resultou na construção de um sistema com características acadêmicas. Ou seja, o nosso sistema de ciência foi capaz de se organizar e de se reproduzir para si mesmo. Esta foi uma conquista das mais importantes, porém a produção do conhecimento no Brasil passou a ocorrer basicamente nas nossas universidades.</p>
<p>O desafio que se apresenta agora é a capacidade desse sistema se ampliar, de modo a produzir conhecimento que tenha utilidade direta também para a sociedade, especialmente para os setores industrial e de serviços, auxiliando-os a promover a inovação tecnológica e a atuarem de maneira sustentável em termos econômicos e ambientais, além de serem competitivos no mercado internacional.</p>
<p>O Brasil já deu mostras pontuais de que tem condições para tanto. Quando fizemos esforços no sentido de integrar uma base científica e tecnológica com o setor econômico, nós construímos três exemplos de grande sucesso: no agronegócio, no petróleo e na aeronáutica.</p>
<p>O sucesso no agronegócio brasileiro se deve enormemente à atuação da empresa brasileira de pesquisa agropecuária, a Embrapa, e sua articulação com faculdades de ciências agrárias e veterinárias de todo o país. Graças a esse sistema, a agropecuária brasileira é uma das mais produtivas do mundo.</p>
<p>No petróleo, o que dá competência à Petrobras para que ela seja referência mundial na exploração em águas profundas é o seu centro de pesquisas. O Cenpes, como é conhecido, conta em seus laboratórios com o trabalho direto de centenas de pesquisadores e engenheiros, além de coordenar uma rede de pesquisadores distribuídos por várias universidades brasileiras.</p>
<p>Na aeronáutica, o exemplo é a Embraer. A empresa foi criada com o suporte do Centro Tecnológico Aeroespacial, CTA, e do instituto tecnológico de aeronáutica, ita, e hoje é a terceira maior fabricante de aviões do mundo.</p>
<p>O nosso problema, em termos de Brasil, é que não avançamos muito além desses três exemplos em termos de iniciativas de grande porte.</p>
<p>Se por um lado a produção científica manteve-se em franco crescimento no setor acadêmico, ganhando destaque em termos internacionais, por outro lado ainda é muito reduzido o número de empresas brasileiras que investem na pesquisa e no desenvolvimento de novos produtos ou novos serviços para o mercado.</p>
<p>Sem esses investimentos, as empresas brasileiras não inovam, perdem competitividade e correm o risco de serem ultrapassadas pela concorrência internacional. Afinal, o mercado global é tanto acolá como aqui; não há mais fronteiras para a competição comercial.</p>
<p>Portanto, não podemos mais postergar nossa opção pelo desenvolvimento. E desenvolvimento no mundo de hoje só ocorre com a utilização cada vez mais intensa do conhecimento científico e tecnológico pelas empresas.</p>
<p>Para isso, precisamos construir um modelo de desenvolvimento que faça a aliança entre o conhecimento científico e a economia. Está na hora de o Brasil ampliar o seu universo científico, para que a ciência realmente seja projetada nas atividades econômicas e que leve benefícios mais direta e mais rapidamente à sociedade.</p>
<p>Às capacidades já estabelecidas do nosso sistema de ciência e tecnologia é preciso implementar essa outra capacidade de atender as demandas da sociedade para o desenvolvimento. Isto, porém, não vai acontecer espontaneamente; precisaremos criar estruturas específicas para cumprir esse novo papel da ciência brasileira na sociedade brasileira. E a SBPC se propõe a apresentar algumas sugestões nesse sentido.</p>
<p>Diante do quadro brasileiro atual, um aspecto que consideramos imprescindível é o fortalecimento da figura dos institutos de pesquisa. Naturalmente que as universidades são parte importante no processo que contempla a ciência como fator de geração de riqueza. Não podemos nos esquecer, porém, que o papel fundamental da universidade é a formação de profissionais qualificados, para satisfazer às diversas demandas da sociedade, além da realização de pesquisa científica que contribua para a evolução do conhecimento em suas mais diferentes áreas.</p>
<p>Em resumo, a universidade tem de estar sempre pronta para interagir com os grandes desafios do pensamento e promover e disseminar o conhecimento. Assim, entendemos que são os institutos de pesquisa o ente mais apropriado para fazer a intermediação do conhecimento científico com o sistema produtivo.</p>
<p>Para cumprir esta missão, os institutos de pesquisa &#8211; sem a obrigação de ensinar, como ocorre com as universidades -, dispõem das condições ideais necessárias: eles podem se utilizar do conhecimento já existente, adaptando-o para uma finalidade específica; podem gerar novos conhecimentos, para atender demandas pré-definidas; estarão aptos a desenvolver novas tecnologias; isentos de obrigações acadêmicas, terão flexibilidade para se adaptar ao ambiente produtivo empresarial.</p>
<p>A sugestão da SBPC, portanto, é que os institutos de pesquisa já existentes sejam fortalecidos e tenham seu foco de estudo, seus objetivos e seu financiamento redefinidos em conformidade com as dimensões do campo em que vai atuar e dos desafios que terão de enfrentar.</p>
<p>Da mesma forma, propomos a criação de novos institutos de pesquisa, igualmente dotados das condições para a realização de grandes projetos mobilizadores, capazes de criar novas e vigorosas vertentes na economia nacional.</p>
<p>Os nossos exemplos na agropecuária, na aviação e no petróleo são estimulantes. Nosso setor agrícola é responsável por um terço da riqueza brasileira gerada a cada ano. E as pesquisas realizadas pela Embrapa estão literalmente na raiz dessa riqueza.</p>
<p>Na evolução da indústria aeronáutica desponta a Embraer, mas há por trás uma cadeia composta por centenas de pequenas e médias empresas, muitas delas com o desafio de inovar permanentemente para poderem atender um setor dotado de altíssima intensidade tecnológica. Se o Brasil não tivesse criado o Centro Tecnológico Aeroespacial, CTA; se não tivesse criado o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o ITA, é muito provável, mas muito provável mesmo que também não teríamos criado a Embraer.</p>
<p>No petróleo, criamos a Petrobras. Mas o que fez da Petrobras uma vencedora constante de desafios cada vez maiores foi o seu centro de pesquisas e uma rede universitária associada. Foi por meio do conhecimento gerado nessa estrutura que a Petrobras se tornou a empresa líder mundial na exploração de petróleo em águas profundas, fazendo gerar também uma infinidade de empresas de pequeno e médio porte baseadas no desenvolvimento tecnológico e na inovação.</p>
<p>Agropecuária; aeronáutica; petróleo. O nosso próprio modelo está aí: vigorosos e competentes centros de pesquisa dedicados a grandes projetos mobilizadores e estruturantes do desenvolvimento.</p>
<p>Precisamos, assim, de um instituto de pesquisa que responda também a todos os desafios contidos na Amazônia, por exemplo. Um centro que faça a avaliação sobre o que ocorre na Amazônia de uma forma integrada. Que tenha capacidade de desenvolver o lado tecnológico das operações demandadas pela realidade amazônica. Que possa entender os processos com base no conhecimento que é gerado sobre a biodiversidade, sobre as águas e sobre a atmosfera na região. Que desenvolva saberes sobre como intervir no ecossistema amazônico sem destruí-lo. Que tenha capacidade para acompanhar os processos econômicos da Amazônia e saiba sugerir novas atividades para geração de trabalho e renda para a população local. Que estimule novos processos para o uso dos recursos naturais, de modo a gerar produtos que serão valorizados exatamente por fazerem parte de uma economia sustentável.</p>
<p>A Amazônia nos possibilita exemplificar bem nossa proposta de que tenhamos grandes institutos de pesquisa para o enfrentamento de grandes desafios nacionais, mas as possibilidades são se esgotam nela.</p>
<p>O Semiárido está aí, também fazendo por merecer uma intervenção mais robusta da ciência e da tecnologia. O mesmo ocorre com o mar &#8211; o ponto central desta nossa 62ª Reunião Anual da SBPC.</p>
<p>A Marinha do Brasil mobiliza há muitos anos esforços e competências para conhecer cientificamente o ambiente marinho, o mesmo acontecendo com algumas de nossas universidades. Contudo, a amplitude e a complexidade marítima pedem um aparato científico e tecnológico que nos possibilite ampliar nossos conhecimentos e nossas possibilidades de extração de riqueza do mar de modo sustentável.</p>
<p>Para se ter uma ideia do tamanho desse desafio, basta ver que a área do mar territorial brasileiro equivale à área da Amazônia. Ambos têm cerca de quatro milhões de quilômetros quadrados. Em resumo, precisamos de uma Embrapa para a Amazônia; precisamos de uma Embrapa para o mar.</p>
<p>Da mesma maneira, precisamos de uma Embrapa também para o setor industrial. Quero dizer, precisamos de um sistema de produção de tecnologia industrial que seja tão eficiente quanto o sistema Embrapa é para o agronegócio.</p>
<p>Fármacos e medicamentos, energia e microeletrônica são alguns dos setores nos quais o Brasil poderia empenhar grandes esforços visando a criação de parques industriais fundamentados na utilização de tecnologias inovadoras desenvolvidas aqui mesmo.</p>
<p>É necessário salientar, contudo, que a gestão desses novos institutos vai requerer também um novo tipo de organização. Será necessário um novo paradigma legal para as relações público-privadas. O agente público e o privado serão parceiros; o público não estará comprando do privado, nem inversamente. Eles vão trabalhar em conjunto; ou seja, será necessária uma estrutura legal que possibilite a interação público-privado de forma plena.</p>
<p>É bom salientar também que esses institutos não vão cumprir a missão específica de pesquisa e desenvolvimento de cada empresa. Eles atuarão na fase pré-competitiva, gerando conhecimento científico e tecnológico que servirá de base às atividades de pesquisa e desenvolvimento das empresas, para que elas possam apresentar ao mercado produtos, serviços e processos inovadores.</p>
<p>Uma vez que estarão comprometidos com o desenvolvimento do país, ou seja, com o nosso futuro, esses institutos desempenharão papel estratégico na economia brasileira. a eles deverá ser dada a tarefa de antever as tendências tecnológicas e, o quanto antes, colocar o Brasil no caminho do futuro.</p>
<p>Com esse conjunto de atributos e objetivos, esses institutos serão um vigoroso instrumento de política pública para a ciência e tecnologia; serão uma forma de participação do governo no esforço de tornar o Brasil um país com alto desenvolvimento tecnológico; e serão também um indutor da inovação tecnológica nas empresas. Mesmo porque, nunca é demais lembrar, cabe às empresas o papel principal e final na cadeia da inovação.</p>
<p>A SBPC sempre ajudou a descortinar novos horizontes para a ciência no Brasil. Deu sugestões de como organizar a universidade brasileira e colaborou com a sua reforma. Propôs a criação de sistemas de apoio à pesquisa e de formação de profissionais para atividades científicas, o que resultou na criação do CNPq e da Capes.</p>
<p>Agora, a SBPC se propõe a ajudar descortinar um novo horizonte para a ciência brasileira, que é o seu compromisso irrestrito e integral com o desenvolvimento do país. Nos últimos anos a ciência brasileira viveu progressos nunca experimentados anteriormente. Contribuíram para isso o Ministério da Ciência e Tecnologia, que teve à frente nos últimos cinco anos o nosso caríssimo Sergio Rezende; contribuíram nossas universidades e institutos de pesquisa, nossas agências federais de fomento &#8211; como a capes e o CNPq -, e nossas agências estaduais, como a Fapern, aqui no Rio Grande do Norte.</p>
<p>Enfim, todos os agentes do nosso sistema de ciência e tecnologia têm sido cada vez mais atuantes. E isso é muito bom, porque a ciência está sendo chamada para ser protagonista do desenvolvimento brasileiro. Não podemos nos furtar. Nós, cientistas, já demonstramos que sabemos transformar recursos financeiros em conhecimento. Agora, vamos mostrar que sabemos também transformar conhecimento científico em riqueza &#8211; riqueza para o nosso país e para o nosso povo.</p>
<p>JC e-mail 4060, de 26 de Julho de 2010. </p>
<p>(<a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=20122" target="blank">Agecom</a>, 27/07/2010)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://formidia.com.br/2010/07/27/reuniao-anual-da-sbpc-entidade-defende-institutos-de-pesquisas-para-o-desenvolvimento-tecnologico-do-pais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
